Saúde

O Centro de Saúde Sr. Adauto Coelho de Resende foi recebido pela atual diretoria em situação desastrosa, tanto na estrutura física quanto na funcional. “Quando entramos nas dependências do Centro, observamos que a estrutura do prédio se encontrava em péssimas condições, teto precisando de reforma, parte elétrica comprometida e insuficiente para dar sustentação à aparelhagem, forro, ares-condicionados quebrados, etc.” relatou a diretora do centro, enfermeira Adara Amaral.

“Na parte funcional encontramos apenas três profissionais em suas especialidades: cardiologista, nutricionista e psicólogo. O nosso ultrassom não funciona por culpa da insuficiência da rede elétrica, o mamógrafo e o aparelho de raios-x abandonados em uma sala que foi transformada em depósito, sem as mínimas condições de uso”.

A Casa da Mulher, que foi despejada desde que a antiga gestão parou de pagar o aluguel do imóvel, ocupa cinco salas do Centro, mais uma é ocupada pelo Conselho Municipal de Saúde, além de mais duas salas para imunização. “Temos deficiência de espaço para expandir o atendimento. Conversamos com o Prefeito e ele se mostrou bastante solícito na resolução destes problemas", relatou a diretora.

“Temos como objetivo trazer mais dez especializações para a Fundação, além de regularizar os exames que já são ofertados no centro. Precisamos consertar, em caráter de urgência, o nosso mamógrafo, que está há mais de dois anos parado. Acreditamos na parceria com nosso Secretário, Dr. Luiz Pereira. Estamos confiantes que faremos um grande trabalho”, finaliza Adara.


Campanha Janeiro Roxo – Piripiri Contra a Hanseníase

Saúde Paiva Filho 17 de janeiro de 2017 16:10h

Já acontece em Piripiri a campanha educativa “Janeiro Roxo” – Piripiri Contra a hanseníase”. A ação é organizada pela Secretaria Municipal de Saúde, através do Departamento de Vigilância em Saúde e as Equipes de Estratégia da Saúde da Família.
A campanha Janeiro Roxo vai intensificar a divulgação de informações sobre a hanseníase em vários pontos da cidade, zona rural e locais de grande circulação de pessoas.

O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial da doença, ficando atrás apenas da Índia. Segundo Marco Andrey Cipriani Frade, presidente da Sociedade Brasileira de Hanseníase, a doença aparece em praticamente todo o país, independentemente do nível de desenvolvimento econômico e infraestrutura sanitária da região. “Basta promover ações de busca ativa de casos, como foco na hanseníase, que cidades com altos índices de qualidade de vida passam a apresentar índices elevamos de prevalência da hanseníase”.

A Sociedade Brasileira de Hansenologia ressalta que alguma forma eficaz de combater a hanseníase é manter a população informada sobre sinais da doença. “Trata-se de uma doença que pode levar até 10 anos para se manifestar e que deixa sequelas se não tratada a tempo. Quanto antes o doente procurar o serviço médico, mais chances de evitar sequelas”, explica Marco Andrey.

A doença

Hanseníase é transmitida por um bacilo e tem cura. O tratamento é gratuito em todo o Brasil e dura 6 meses (para casos de paciente com poucos bacilos) a 1 ano (paciente com muitos bacilos). A doença se manifesta com manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na pele, com perda ou diminuição de sensibilidade ou força para segurar objetos. É a doença infecciosa que mais cega, daí a necessidade de diagnóstico precoce. A hanseníase é conhecida como “doença negligenciada”, pois foi esquecida, raramente é discutida nas escolas e pelas famílias e isso colabora para aumentar o número dos doentes em todo o Brasil. Muitos deles nem sabem que estão doentes, pois é uma doença de difícil diagnóstico, principalmente nas formas mais iniciais. Daí a necessidade que as pessoas estejam sempre atentas, prestando atenção na pele, avaliando sua sensibilidade e a presença de manchas.

Piripiri contra a hanseníase

Para orientar a população, Piripiri lança a campanha “Piripiri Contra a Hanseníase”. O objetivo é disseminar informações sobre a doença em igrejas, empresas, sindicatos, clubes, associações, praças, etc.

Janeiro Roxo

Os laços de fita com cores simbólicas são usados em campanhas educativas de saúde há muitos anos. A ideia começou com a AIDS, que usa o laço vermelho, na década de 1990. Em 2016, o Ministério da Saúde consolidou a cor roxa para a campanha de hanseníase e realizou o Janeiro roxo, voltado a divulgar informações sobre a doença. Neste ano, a campanha não será realizada pelo Governo Federal, mas está sendo feita pelas instituições e profissionais que atuam no tratamento e combate à doença.


PREVLAB – AMPLIANDO SEU ATENDIMENTO PARA MELHOR ATENDER OS SEUS CLIENTES

Av. Tomaz Rebelo

Saúde Paiva Filho 16 de janeiro de 2017 08:38h


PREVLAB – AMPLIANDO SEU ATENDIMENTO PARA MELHOR ATENDER OS SEUS CLIENTES

Agende sua consulta pelo telefone 3276 2388 ou 9 9903 2773

Saúde Paiva Filho 11 de janeiro de 2017 09:41h

O PREVLAB – Laboratório de Análises Clínicas Qualificadas de Piripiri comunica que está realizando atendimento médico com os seguintes especialistas:


Temos também: neurologista e dermatologista toda sexta feira.  Agende sua consulta pelo telefone 3276 2388 ou 99903 2773



Pessoas com deficiência podem ter cadeira de rodas de forma gratuita pelo SUS

Para ser beneficiado é preciso autorização médica e documentos.

Saúde Redação Piripiri 26 de dezembro de 2016 10:23h

A Secretaria de Saúde do Estado, possui um programa de atenção integral a saúde da pessoa com deficiência, que compreende o acolhimento do usuário, em suas necessidades de saúde por meio de ações de promoção, prevenção, assistência, reabilitação e manutenção da saúde.
Para que o usuário tenha acesso aos serviços de reabilitação física é necessário que ele faça a inscrição na secretaria de saúde de seu município.
Para fazer a inscrição o paciente ou alguém responsável por ele deverá levar a sua secretaria municipal de saúde, cartão SUS, cópia de documentos de endereço e prescrição(de órtese/ próteses ou reabilitação) de um profissional da Rede SUS.

Para conseguir uma doação de cadeira de rodas é necessário:

1°- Ir ao posto de saúde do SUS
2°- Pedir ao medico um laudo determinando a necessidade de ter uma cadeira de rodas para livre locomoção,
3°- Com o laudo em mãos procure a secretária da saúde de sua cidade e explique que você tem o pedido da cadeira de rodas feito pelo médico.

IMPORTANTE:

As cadeiras motorizadas são oferecidas apenas para as pessoas que NÃO CONSEGUEM SE EMPURRAR SOZINHAS. Tendo em vista que, se alguém consegue se empurrar e começa a usar uma cadeira motorizada, essa pessoa tende a perder a musculatura dos braços e acaba se prejudicando com o tempo. Outra questão que também é avaliada, é o local em que o cadeirante mora. Se a casa do cadeirante tem escadas, é impossível de chegar na cadeira de rodas, a motorizada não é oferecida pelo motivo de ser muito pesada e difícil de ficar carregando “para cima e para baixo” toda vez que o cadeirante for sair de casa.

Diariamente, 4 mulheres morrem nos hospitais por complicações do aborto

Isso mostra que simplesmente proibir não resolve o problema.

Saúde Redação Piripiri 18 de dezembro de 2016 10:43h

O Brasil registra uma média de quatro mortes por dia de mulheres que buscam socorro nos hospitais por complicações do aborto. Até setembro, foram 1.215. Os registros de 2015 têm padrão semelhante: de janeiro a dezembro, houve 1.664 relatos de mulheres que morreram depois de dar entrada em hospitais por complicações relacionadas à interrupção da gravidez.

Os números do Ministério da Saúde obtidos pelo Estado apontam que o impacto da proibição do aborto para saúde das brasileiras vai muito além do que está no Sistema de Notificação de Mortalidade (SIM). O banco de dados, usado como fonte oficial, indica 54 mortes comprovadas de mulheres em decorrência da interrupção da gravidez em 2014 – último ano com estatísticas divulgadas.

Pelas informações do SIM, o aborto teria sido responsável por 3,3% das mortes ligadas ao período da gravidez ou ao parto. Bem menos do que hipertensão, hemorragias ou infecções. 

Os dados obtidos consideram mortes de pacientes nos hospitais com complicações do aborto. Mas o ministério alerta não ser possível afirmar que todos os óbitos podem ser atribuídos ao procedimento provocado, feito na maioria das vezes de forma clandestina. Técnicos justificam que as mortes poderiam ter sido causadas, por exemplo, por outros problemas que não tinham relação com a interrupção da gravidez. Ou até mesmo que o aborto tenha sido resultado de problema de saúde apresentado pela paciente. 

“A morte por aborto é sempre subestimada em países que proíbem a prática. Seja pela clandestinidade, seja por falhas apresentadas no registro”, afirmou o médico Cristião Rosa, integrante da associação Grupo Médico pelo Direito de Decidir (Global Doctors for Choice).

Há ainda os números envolvendo apenas as internações por complicações de aborto. Entre 2010 e 2014, os registros se aproximavam de uma média de 200 mil por ano. Os números preliminares de 2016 chegam a 123.312.

Pelas até então estatísticas oficiais, haveria uma morte de mulher por aborto a cada dois dias. Bem menos do que os números obtidos pelo Estado. “Um caso a cada dois dias já é uma matança. Uma tragédia que poderia ser perfeitamente evitável”, diz Rosa. Ele afirma que a interrupção da gravidez quando feita com a assistência adequada é um procedimento seguro. Em casos raríssimos leva à morte. “As taxas de morte são menores, por exemplo, do que as do parto normal.”

O médico afirma ocorrer 0,5 morte a cada 100 mil abortos legais e seguros. O indicador chega a quase zero quando a interrupção é feita até a 10.ª semana de gravidez. Conforme dados obtidos pela reportagem, foram autorizados 768 abortos no País de janeiro a junho deste ano – no mesmo período do ano passado, houve 738.

Para o médico, esse dado, por si só, já seria razão suficiente para mudar as regras brasileiras e liberar a interrupção da gravidez no País. “Quantas vidas poderiam ter sido poupadas?”, questiona. “Porque uma coisa é certa: criminalizar o aborto não diminui a prática. Aborto existe desde que a humanidade existe. E vai continuar existindo.”

Rosa avalia que, além de não resolver o problema dos altos índices de aborto, a criminalização traz outro problema.“Você joga a mulher na clandestinidade. Nessa situação, ela se coloca em risco reprodutivo e de vida.”

Grupos contrários à mudança dizem temer que, com a liberação, as estatísticas de aborto aumentem de forma expressiva. Rosa reconhece haver um aumento, normalmente nos primeiros anos seguintes à mudança da regra. 

Mas ele atribui o fenômeno à melhor informação, não a um aumento real. “As estatísticas aumentam porque o procedimento sai da clandestinidade e mais casos chegam aos serviços de saúde. “Com a liberação, os países, a sociedade, os sistemas de saúde adquirem outro nível de responsabilidade com a saúde reprodutiva. As estratégias para lidar com a gravidez indesejada são intensificadas”, avalia.

Ações de governo. É justamente nessas estratégias que o governo deveria intensificar suas ações, diz ele. A primeira delas, é ampliar o acesso à educação sexual. O segundo ponto essencial, completa, é garantir métodos contraceptivos de longa duração, como DIU e implantes hormonais. “A pílula anticoncepcional tradicional em muitos casos não resolve, principalmente com adolescentes. Falta no posto de distribuição, a unidade de saúde fecha no fim de semana, ela esquece de tomar...” No Brasil, implantes hormonais não são distribuídos no Sistema Único de Saúde.

“Há uma discussão eterna, mas o tema não segue adiante. Sofrem com isso sobretudo as jovens.” Uma das estratégias elogiadas é a ampliação da oferta de métodos de contracepção de emergência: a pílula do dia seguinte. “O recurso é essencial. Ele evita abortos clandestinos.”

Com informações do Estadão

Piripiri e Teresina ganham o reforço de R$ 4,5 mi em equipamentos e materiais.

A verba vem diretamente do Ministério da Saúde.

Saúde Redação Piripiri 12 de dezembro de 2016 23:03h

O Ministério da Saúde acaba de liberar R$ 4,5 milhões para equipar e estruturar instituições públicas e contratualizadas com o Sistema Único de Saúde (SUS) no Piauí, nos municípios de Teresina e Piripiri. Ao todo, 413 entidades serão beneficiadas com os recursos em todo o Brasil. Entram na lista unidades de com atendimento de urgência e emergência, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs24h), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e as instituições que oferecem serviços da Estratégia Rede Cegonha. A portaria que autoriza o repasse dos recursos está disponível no Diário Oficial da União (D.O.U). Com o dinheiro, podem ser adquiridos desde insumos básicos e equipamentos médicos, como andadores, bicicletas ergométricas e audiômetros, até móveis e materiais permanentes de escritório, como mesas e computadores.

O objetivo é oferecer condições para que as secretarias estaduais e municipais de saúde tenham como promover, proteger e recuperar a saúde pública, organizando e maximizando o funcionamento dos serviços. “Estamos expandindo e consolidando os serviços, com planejamento da saúde, fortalecendo as relações com as gestões locais e gestão dos recursos que temos disponíveis, o que acaba beneficiando milhões de pessoas que passam a contar com uma assistência de mais qualidade”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A verba, que será paga em parcela única para os estados e municípios, contempla instituições de atenção especializada em saúde com habilitação em procedimentos de média e alta complexidade voltados para tratamento de diversas áreas, como doenças crônicas, sangue e hemoderivados, transplantes e saúde mental. Unidades voltadas aos serviços de atenção às urgências e emergências, UPAs 24h e SAMU 192, também serão contemplados, assim como as instituições da Estratégia Rede Cegonha.

Com informações da Agência da Saúde

Fiscalização flagra ambulâncias sem estrutura para levar pacientes no Piauí

Em dezembro a fiscalização estará em Piripiri.

Saúde Redação Piripiri 07 de dezembro de 2016 09:50h


Uma fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-PI) com a Polícia Rodoviária Federal (PRF-PI) flagrou 20 ambulâncias em situação irregular no Piauí. A ação abordou os veículos que transitaram nas BR 343 e 316, nas saídas de Teresina. Apenas uma ambulância contava com todos os equipamentos exigidos para o transporte de pacientes. 

Âmparo Castro, coordenadora de fiscalização do Coren, explica que as ambulâncias precisam ter equipamentos básicos para atendimentos de emergência, como suporte para soro, tala para imobilização e maca com rodas. Além de não contarem com os itens, muitas delas sequer tinham local para descarte do lixo hospitalar. 

Outro problema detectado pela fiscalização do Coren foi a falta de profissionais de enfermagem nos veículos para acompanhamento dos pacientes. 

Mas as falhas não se restrigem a questão de saúde. A PRF verificou a condição dos veículos e se os condutores estavam regularmente habilitados. A fiscalização flagrou ambulâncias que descumpriam regras de trânsito, como ultrapassagens proibidas, que só podem ser feitas se o veículo estiver em urgência. Em outros casos, foram encontrados veículos transportando pessoas ao invés de pacientes. 

A fiscalização vai continuar e chegará aos municípios do interior ainda em dezembro e no início de 2017. Piripiri, Parnaíba, Picos, Floriano e Valença estão entre os municípios a serem visitados. 

Fonte: TV Cidade Verde

Em 10 anos, Piauí registra mais de 5 mil casos de AIDS

Piripiri está em 3º lugar em numero de casos, com 100 notificações positivas.

Saúde Redação Piripiri 01 de dezembro de 2016 10:05h

O dia 1º de dezembro é mundialmente marcado pela luta contra a AIDS. No Piauí, a Secretaria de Estado da Saúde desenvolve atividades na Maternidade Dona Evangelina Rosa, com palestra aos profissionais de saúde e pacientes abordando a transmissão vertical, uma das formas de adquirir a doença e alvo da campanha no Estado, uma vez que foram notificados 715 casos de HIV positivo.

Nos últimos dez anos, o Piauí notificou 5.024 casos de AIDS, registrando decréscimo contínuo de casos nos últimos três anos (2014 com 723, 2015 com 659 e 2016 com 536 casos). De acordo com Karina Amorim, coordenadora estadual de Doenças Sexualmente Transmissíveis, a queda é resultado das atividades de conscientização para a prevenção e também de testagem para diagnóstico precoce, no caso de gestantes.

Segundo Karina, o diagnóstico em gestantes proporciona o tratamento adequado para evitar a transmissão vertical, aquela em que a mãe portadora do HIV contamina o bebê na hora do parto. “Por isso, o início das nossas atividades será capacitando as equipes da Maternidade e também tendo uma fala com as gestantes atendidas na instituição”, disse.

Dados epidemiológicos da Secretaria de Estado da Saúde mostram que, nos últimos nove anos foram registrados 3.396 homens com AIDS no Piauí (67,60 % dos casos) e 1.628 mulheres (32,4 %).

Com relação à faixa etária mais acometida no período, foram 2.372 casos em pessoas entre 20 a 34 anos e 1.821 em pessoas entre 35 a 49 anos. Quanto à escolaridade, 1669 pessoas do Ensino fundamental(completo e incompleto) foram infectadas. Com Ensino Médio completo foram 773.

No ranking dos municípios com maiores números registrados da doença estão Teresina (2.480), Parnaíba (158), Piripiri (100) e Picos (79 casos).


Fórmula realiza evento em alusão ao Mês de Controle e Prevenção do Diabetes.

O evento ocorre na sede da farmácia na Av. 4 de julho no centro.

Saúde Redação Piripiri 30 de novembro de 2016 11:31h

As empresas PrevLab - Laboratório de Análises Clínicas Qualificadas, Fórmula Farmácia de Manipulação e CIA da Saúde realizam hoje, dia 30 de Novembro, um evento alusivo ao Mês de Controle e Prevenção do Diabetes.

O evento está sendo realizado na Fórmula Farmácia de Manipulação situada na Avenida 4 de Julho, centro de Piripiri.

Passe lá e confira!!


Laboratório PREVLAB realiza exames de eletrocardiograma

Avenida Tomaz Rebelo, 801

Saúde Paiva Filho 10 de novembro de 2016 08:02h

Laboratório PREVLAB realiza exames de eletrocardiograma.

Novembro Azul: Cuidar da saúde também é coisa de homem

Uma campanha da PREVLAB

Saúde Paiva Filho 09 de novembro de 2016 09:31h


Novembro Azul: saiba quais doenças mais afetam a saúde do homem

Saúde Redação Piripiri 01 de novembro de 2016 11:34h

A partir de hoje (1º), a campanha Novembro Azul passa a ser um movimento permanente e que contempla a saúde integral do homem. A proposta do Instituto Lado a Lado pela Vida, que coordena a ação, é mobilizar a população masculina e seus responsáveis diretos, no caso de crianças e adolescentes, para conhecerem mais sobre sua saúde, em diferentes fases da vida.

Na página da campanha, o instituto disponibilizou uma lista das doenças que mais afetam a saúde masculina, seja na infância, na adolescência, na fase adulta e na terceira idade. Ao clicar em cada uma delas, é possível encontrar informações sobre diagnóstico, fatores de risco, prevenção, sintomas e tratamento. 

Na infância, as doenças citadas incluem fimose, infecção urinária e prostatite (inflamação da próstata). Já entre adolescentes, a lista destaca arritmia cardíaca, doenças sexualmente transmissíveis e ejaculação precoce. Na fase adulta, aparecem doenças como cálculo urinário e diversos tipos de câncer. Por fim, na terceira idade, integram a lista diabetes, disfunção erétil e hipertensão arterial.

“Por meio da informação, junte-se a nós na conscientização dos cuidados com a saúde e mudança de hábitos, da importância do diagnóstico precoce e adesão ao tratamento”, propõe o Instituto Lado a Lado pela Vida.

Sobre o Novembro Azul

Criada em 2011, a campanha, originalmente, visa orientar a população masculina sobre o câncer de próstata. A doença figura como o segundo tipo de câncer mais comum entre homens, com mais de 13 mil mortes anuais – uma a cada 40 minutos. Mais de 61 mil novos casos devem ser registrados no país em 2016, segundo o Instituto Nacional do Câncer.

Durante todo o mês de novembro, serão realizadas atividades de orientação sobre o câncer de próstata e a saúde do homem e ações para estimular a atividade física. Haverá distribuição de material informativo e prédios serão iluminados na cor azul – entre eles, o Viaduto do Chá, em São Paulo, e o Congresso Nacional, em Brasília.

Um dos destaques da programação é o II Fórum Ser Homem no Brasil, marcado para a próxima segunda-feira (7). Com apoio do Senado Federal, o evento vai reunir profissionais de saúde, parlamentares, governantes, representantes do Ministério da Saúde e população em geral para debater a prevenção e o combate ao câncer de próstata e outros tipos de câncer, como de pênis e testículo.

Nas redes sociais, a campanha vai tratar da saúde integral do homem e usará as hashtags #novembroazul , #denovembroanovembroazul , #menospreconceito e #maisvida. A programação completa do Novembro Azul pode ser conferida no site do instituto.

Agencia Brasil

Piauí é Estado com mais mortes por AVC no Brasil.

O estado registra 69 óbitos a cada 100 mil habitantes.

Saúde Redação Piripiri 30 de outubro de 2016 10:55h

No ranking nacional, o Piauí é proporcionalmente o Estado que lidera o número de mortes por Acidente Vascular Cerebral, apresentando 69 óbitos por grupo de 100 mil habitantes. Os dados foram divulgados neste sábado (29) durante o Simpósio Piauiense de Doenças Cerebrovasculares – AVC em foco, evento criado para tentar apresentar formas de prevenção ao AVC, assim como informar sobre seus diversos aspectos. Convidados renomados abordaram o tema.

O neurocirurgião Benjamin Vale explicou ao Jornal Cidade Verde deste sábado (29), como é causado o Acidente. “Ele faz o extravasamento de sangue, aumenta a pressão dentro do crânio, leva ao cérebro, mata a célula e a região que aquela célula iria comandar no corpo fica sem comando e aí você apresenta o déficit, se você pegou a área da fala, você fica sem fala, se pegou a área de movimento do braço, você pode ficar sem movimento no braço". 

Um dos desafios para fazer com que as ocorrências de AVC diminuam, é montar a Rede de Atenção à doença cérebro vascular. “O benefício é a saúde das pessoas e a Rede, você vai desde a Atenção Básica, que é a prevenção ao acesso para você ter estruturas que possa atender as pessoas com a qualidade, com devido direito que elas têm, e a ação é onde temos nas estruturas, capacitação para tratar o paciente quando o evento acontece”, explicou o neurocirurgião. 

O neurologista Marx Barros falou sobre prevenção secundária, que são meios para evitar um segundo Acidente. “Temos que investigar os fatores de risco, as causas, como hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes, obesidade, para tratar isso e diminuir o risco de ter AVC novamente”.

Reconhecer os sinais e antecipar o socorro minimizam as sequelas do acidente e salvam vidas. Normalmente, o ataque vem acompanhado de tontura, dormência, formigamento ou dor de cabeça aguda e repentina. Além disso, o indicado é pedir para a pessoa sorrir. Se a boca tiver deformada, fique atento. Ou então, se ao pedir um abraço, a pessoa não conseguir levantar um dos braços, é outro sinal de que pode está tendo um AVC. Por fim, outra suspeita é a pessoa não conseguir cantar uma música, caso seja solicitada.


Com informações do Jornal Cidade Verde

Na Clínica CLINENFSJ Temos atendimento em Dermatologia e Estética

Av. Tomaz Rebelo, 555 centro de Piripiri. Fones: (86) 9 988 0174/ 9 9408 0193

Saúde Paiva Filho 25 de outubro de 2016 10:24h

Temos atendimento em Dermatologia e Estética • Dermatologia Clínica (espinhas, queda de cabelo, micose, hanseníase, manchas, câncer de pele), testes alérgicos. • Dermatologia Cirúrgica. • Pequena cirurgia. • Biópsia de pele. Estética • Botox • Preenchimentos • Peeling Químico • Microagulhamento • Tratamento de varizes • Tratamento de cicatrizes • Tratamento de queloides.


Piauí inicia Multivacinação na segunda-feira 19 e segue até 30 de setembro

O foco da campanha é para crianças de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos.

Saúde Redação Piripiri 16 de setembro de 2016 16:03h

A Campanha de Multivacinação no Piauí terá início no dia 19 de setembro e segue até o dia 30, sendo o Dia D no dia 24, seguindo calendário definido pelo Ministério da Saúde.

Este ano, a ação será voltada para menores de cinco anos, para crianças de nove anos e adolescentes de 10 a 15 anos incompletos. A coordenadora estadual de Imunização, Kassia Barros, reforça que “é importante que a população compareça às unidades de saúde levando as cadernetas de vacinação para que sejam avaliadas e atualizadas”.

Durante a campanha, estarão disponíveis as seguintes vacinas: hepatite A, hepatite B, tetraviral, pentavalente, rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), DTP (difteria, tétano e coqueluche) e poliomielite.

Além disso, a coordenadora chama atenção ainda para as crianças de 10 a menores de 15 anos, tendo em vista as baixas coberturas vacinais nessa faixa etária, principalmente em relação à vacina contra o HPV, que protege contra o câncer do colo do útero.

“A cobertura vacinal em todo o país está abaixo da média esperada. Por isso, pedimos que pais e responsáveis compareçam aos postos de saúde e levem as meninas para tomar a primeira dose, ou a segunda porque muitas tomam a primeira, mas não comparecem para tomar a segunda para estarem realmente protegidas”, finalizou Kassia Barros.

No dia 05 de setembro, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) realizou uma mobilização com profissionais de saúde de todo o Piauí para apresentação de informe técnico sobre a campanha e tabela de utilização das vacinas.

Mudanças no calendário

Em janeiro de 2016, o ministério promoveu alteração no esquema vacinal de quatro vacinas: poliomielite, HPV, meningocócica C (conjugada) e pneumocócica 10 valente. O Calendário Nacional de Vacinação tem alterações rotineiras e periódicas em função de mudança na situação epidemiológica, nas indicações das vacinas ou na incorporação de novas vacinas.

Mudanças deste ano:

Poliomielite

O esquema vacinal contra a poliomielite passou a ser de três doses da vacina injetável – VIP (2, 4 e 6 meses) e mais duas doses de reforço com a vacina oral – VOP (gotinha). Até 2015, o esquema era de duas injetáveis (VIP) e três orais (VOP). A mudança está de acordo com a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e como parte do processo de erradicação mundial da pólio. Vale ressaltar que essa substituição não prejudica a proteção das crianças, que já ficam imunizadas com as três doses injetáveis.

HPV

O esquema vacinal passou de três para duas doses, com intervalo de seis meses entre elas. Os estudos recentes mostram que o esquema com duas doses apresenta uma resposta de anticorpos em meninas saudáveis de 9 a 14 anos não inferior quando comparada com a resposta imune de mulheres de 15 a 25 anos que receberam três doses. As mulheres vivendo com HIV entre 9 a 26 anos devem continuar recebendo o esquema de três doses.

Meningocócica

O reforço, que anteriormente era administrado aos 15 meses, passou a ser administrado aos 12 meses, preferencialmente, podendo ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo realizadas aos 3 e 5 meses.

Pneumocócica

Redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente. Passou a ser administrada em duas doses, aos 2 e 4 meses, com um reforço preferencialmente aos 12 meses, que pode ser recebido até os 4 anos. Essa recomendação também foi tomada em virtude dos estudos mostrarem que o esquema de duas doses mais um reforço tem a mesma efetividade do esquema três doses mais um reforço.

PNI

Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) distribui cerca de 300 milhões de imunobiológicos anualmente, dentre vacinas e soros, além de oferecer à população todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional de Vacinação. Nos últimos cinco anos, o orçamento do PNI cresceu mais de 140%, passando de R$ 1,2 bilhão, em 2010, para R$ 2,9 bilhões, em 2015.

Fonte: Com informações da Ccom


Piauí tem maior taxa de mortalidade por suicídio em todo o país

As tentativas são mais comum entre as mulheres.

Saúde Redação Piripiri 15 de setembro de 2016 09:35h

A Secretaria de Estado da Saúde realizou nesta quarta-feira (14) uma mobilização no sentido de envolver os profissionais de comunicação, saúde e sociedade em geral em relação ao suicídio, reforçando a campanha mundial de Prevenção ao Suicídio - Setembro Amarelo.

Dados no Piauí

O Piauí, segundo dados do Ministério da Saúde tem taxa bruta de mortalidade por suicídio superior em todo o Brasil e Nordeste durante o período de 2010 a 2014. De acordo com a pesquisa a faixa etária com maior número de óbitos por suicídio está entre 20 e 29 anos, com 365 casos entre os anos de 2010 a 2016.Dados absolutos mostram que Teresina é o município com maior número de óbitos por suicídio, seguido pelos municípios de Parnaíba e Picos.

Através da análise dos dados de 2016 (parciais até agosto), onde foram verificadas 521 tentativas de suicídio, o que corresponde a 19,9% do total. Os dados apresentados nesse Boletim evidenciam que, em termos de números absolutos, o número de óbitos por suicídio é maior no sexo masculino. No entanto, nas tentativas de suicídio, o sexo feminino apresenta um número maior quando comparado ao sexo masculino.

Secretaria de Estado da Saúde - PI

Contamos com seguintes profissionais:
Clinico geral - Drª Liliane Isaias
Clínico Geral e Médico do Trabalho - Dr. Carlos Braga
Clínico Geral - Dr. Vinícius Amador Amado de S. Costa
Cirurgião Geral - Dr. Mário Herman
Médico Gastro - Dr. Vinícius
Psicólogo - Dr. Marcelo Matos
Nutricionista - Drª. Ana Ezilda
Marque sua consulta no Laboratório PrevLab ou pelos fones: (86) 3276-2388


Drogarias do Piauí devem ter farmacêutico habilitado no estabelecimento

O Promotor de Justiça Nivaldo Ribeiro, coordenador do Procon, conduziu a reunião

Saúde Redação Piripiri 29 de julho de 2016 10:54h

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/PI) promoveu nessa quinta-feira (28/07) uma audiência para discussão das cláusulas de um acordo que deve assegurar a presença de farmacêuticos habilitados nos locais de comercialização de medicamentos.

De acordo com o Sindicato dos Farmacêuticos do Piauí, a situação atual é crítica, pois as indicações prestadas por pessoas despreparadas representam perigo para a população. O presidente do sindicato, George Leão Araújo, argumenta que a administração errada de medicamentos pode facilmente causar a morte.

O Promotor de Justiça Nivaldo Ribeiro, coordenador do Procon, conduziu a reunião. A minuta do termo de ajustamento de conduta (TAC) está sendo avaliada pelo Conselho Regional de Farmácia, a Vigilância Sanitária Municipal, a Vigilância Sanitária Estadual, o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado e o Sindicato dos Farmacêuticos.

O objetivo do Ministério Público é fazer com que todas as farmácias e drogarias do Piauí se adaptem ao disposto na Lei n˚ 5.991/1973, segundo a qual deve permanecer, junto ao estabelecimento comercial, um profissional habilitado e registrado junto ao conselho regional.

A partir da assinatura do TAC, o Conselho Regional de Farmácia só poderá expedir o certificado de regularidade aos estabelecimentos que possuírem farmacêutico prestando assistência.

A Vigilância Sanitária deve adotar o mesmo procedimento, abstendo-se de expedir licença se a empresa não contar com um profissional habilitado em seus quadros de pessoal. Os demais órgãos interessados contribuirão para que a fiscalização seja intensificada.

O Conselho Regional de Farmácia disporá de 60 dias, a partir da assinatura do acordo, para apresentar a relação de estabelecimentos irregulares. Estes, por sua vez, serão notificados e instados a regularizar a situação, também dentro de um prazo de 60 dias.

Com informações do PROCON / PI

O Hospital Regional Chagas Rodrigues (HRCR) recebeu no início da noite dessa terça-feira, 28, mais uma ambulância que estará a serviço da população da região. A unidade móvel foi entregue pelo secretário de saúde do estado, Francisco Costa, com a presença da diretora do HRCR, Nádia Costa; do prefeito de Piripiri, Odival Andrade; do presidente da Câmara de Piripiri, Genival Sales; do secretário de saúde do município, Assis Andrade; da vereadora Jôve Oliveira, além de lideranças e profissionais da saúde.  

O presidente da Câmara de Piripiri Genival Sales disse que a nova ambulância vai beneficiar a população de toda a região. Ele agradeceu ao governo do estado pelo equipamento. “Essa ambulância vai ajudar a salvar muitas vidas”, assegurou. Na oportunidade Genival Sales fez a solicitação de uma nova ambulância para o HRCR.

A vereadora Jôve Oliveira disse que o objetivo do grupo de apoio ao governo do estado em Piripiri é cuidar das pessoas. A parlamentar agradeceu ao empenho dos funcionários do HRCR e ressaltou o trabalho realizado pela diretora Nádia Costa.

Já o prefeito Odival Andrade agradeceu a parceria do governo do estado com o município de Piripiri e anunciou a abertura da UPA de Piripiri no mês de julho, com apoio da Secretaria de Saúde do Piauí.

A diretora do HRCR, Nádia Costa, destacou a dedicação do secretário Assis Costa, do deputado Assis Carvalho e do governador Wellington Dias na realização das demandas de Piripiri. Para a diretora a nova ambulância será um equipamento a mais para a prestação de melhores serviços para a população.

De acordo com o Secretário Francisco Costa, o governo do estado tem intensificado investimentos em hospitais regionais para ampliar sua capacidade de atendimento com resolutividade.  “Mesmo diante da crise que enfrentamos, é possível realizar ações como esta, como é a entrega de ambulância”, disse o secretário. Costa disse ainda que com a abertura da UPA, o HRCR ficará para especialidades, deixando a urgência e emergência para a unidade de pronto atendimento. Ele lembrou também que no mês de julho estará sendo entregue a nova maternidade João Bandeira Monte que será um centro de parto normal humanizado, a primeira do interior do estado de acordo com as normas da Rede Cegonha.