Política

Jôve sobe em pesquisa e consegue empate técnico com Luiz

Vereadora cresce na intenção de votos dos eleitores de Piripiri

Política 28 de maro de 2016 07:03h

        
        Números demonstram empate técnico entre os dois primeiros colocados

Foi realizada pesquisa entre os eleitores do município de Piripiri para avaliar a intenção de votos com relação ao pleito de 2016 para prefeito. A pesquisa feita pelo Instituto BrVox aconteceu no dia 29 de fevereiro, registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) com o número PI-00012/2016. Foram entrevistados 300 eleitores, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 5,66%.

No levantamento espontâneo, o ex-prefeito Luiz Menezes (PMDB) aparece com 28,67% na intenção de votos, apenas pouco mais de quatro pontos percentuais de diferença de Jôve Oliveira (PTB), com 24%. Em terceiro lugar Socorro Mesquita (PP) com 5,33% das intenções.
      
Na pesquisa estimulada Luiz Menezes (PMDB) está com 35,67% das intenções de voto, mantendo a pequena diferença de quatro pontos de Jôve Oliveira (PTB), com 31,67% dos votos. Socorro Mesquita (PP) continua em terceiro lugar com 12,33% das intenções de voto.

     
Na última pesquisa realizada pelo Instituto BrVox, Luiz Menezes aparecia com 37 pontos e Jôve Oliveira com 22. Pelos números atuais, o ex-prefeito, ex-deputado e líder político caiu nove pontos e a vereadora subiu dois, diminuindo a diferença para apenas quatro pontos, demonstrando agora empate técnico, segundo a margem de erro que é de 5,66%.

  

O que se pode observar é a tendência de crescimento da vereadora e radialista Jôve Oliveira, mesmo confrontando com nomes de políticos que já ocuparam cargos no executivo municipal e até no legislativo estadual. No caso, Jôve mesmo sem nunca ter exercido cargo no executivo, desponta como uma nova liderança política. E isso vem sendo demonstrado nas duas vitórias consecutivas para o cargo de vereadora e consolidado nas últimas eleições de 2014, quando a jovem obteve quase 16 mil votos para deputada federal, obtendo a primeira suplência. 

Java Jato: WD e outros piauienses estariam em lista de propina da Odebretht

O nome do governador está em uma anotação feita à mão.

Política Redação Piripiri 24 de maro de 2016 09:17h

Dos 200 políticos citados na lista da Odebrecht quatro são do Piauí: o governador Wellington Dias (PT), o prefeito de Teresina Firmino Filho (PSDB), o senador Ciro Nogueira (PP) e o deputado federal Heráclito Fortes (PSB). A lista foi divulgada pelo blog do jornalista Fernando Rodrigues, do Uol.

Pela documentação, não é possível afirmar se são doações legais ou feitas por meio de caixa 2 de campanha eleitoral. Os documentos foram apreendidos na residência do presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa da Silva Junior, que foi na 23ª fase da Operação Lava Jato.

As planilhas mostram que alguns dos conhecidos políticos, tanto da situação como de oposição, suspeitos de receberem propina da empreiteira, possuem apelidos. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), por exemplo, é chamado de “Atleta”, o ex-presidente José Sarney (PMDB), de “Escritor”. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), é chamado de “Carangueijo”, o ministro Jaques Wagner, chefe do Gabinete Pessoal da presidente Dilma Rousseff, é o “Passivo”.

Dos políticos do Piauí citados, o único que tem um apelido, segundo consta na planilha, é o senador Ciro Nogueira. É chamado de “Nervosinho”. Confira como se explica cada um dos piauienses citados:

Wellington Dias

O nome de Wellington Dias, eleito em 2014, aparece de caneta vermelha, como se tivesse recebido o valor de R$ 300 mil em doação. Ele nega e diz “estranhar” pois o Piauí nunca teve relação com a Odebrecht. O governador aproveita para dizer que sua prestação de contas está disponível no site da Justiça Eleitoral, provando que tal empreiteira nunca doou à sua campanha.

Veja nota: “O governador Wellington Dias informa que não recebeu nenhuma doação da empresa Odebrecht e que estranha seu nome na lista que foi divulgada, onde estava escrito, inclusive, de caneta. Ele ressalta que, quando governador, o Estado nunca teve relação com tal empreiteira e que nunca a empresa, ou alguma de suas subsidiárias, realizou obras no Piauí durante seu governo. Para mostrar transparência, o governador disponibiliza, ainda, a lista completa de seus doadores de campanha, que é pública e também está disponibilizada no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O governador aguardará o andamento das investigações e o esclarecimento de todos os fatos”

Firmino Filho

Já o nome do prefeito de Teresina, eleito em 2012, aparece mais de uma vez. Algumas também escrita a mão, de caneta. Seriam valores de R$ 150, 350 e 500 mil. Firmino nega recebimento qualquer que seja da Odebrecht. Diz que todas as doações estão em sua prestação de contas no site da Justiça Eleitoral. A maior parte das doações de Firmino vieram do PSDB Nacional. Veja nota do prefeito da capital piauiense:

“Em relação à lista divulgada pela imprensa nacional onde figura nosso nome – em atenção a retidão  que sempre nortearam nossas ações – cumpre esclarecer o seguinte:
Não recebemos valores sob qualquer forma da Construtora Odebrecht. Reafirmamos, portanto, que a referida empresa não consta na relação de doadores da campanha de 2012;
A referida construtora nunca teve obras ou relação contratual no âmbito da Prefeitura de Teresina em nossas gestões;
Todas as contribuições recebidas pelo comitê de campanha nas eleições de 2012 foram contabilizadas e entregues a Justiça Eleitoral de acordo com a legislação vigente;
A prestação de contas referente à campanha eleitoral de 2012, que se encontra disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de fácil consulta aberta, fora auditada e aprovada pelo TRE – PI;
Estamos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos, se necessário.
Continuamos tranquilos e firmes trabalhando em favor da cidade e, apoiamos todas as investigações levadas à cabo pela Justiça brasileira – Firmino da Silveira Soares Filho”.

Heráclito Fortes

O deputado federal Heráclito Fortes foi eleito em 2014 e admite que sim, que recebeu doação da Odebrecht. O nome do parlamentar inclusive aparece numa planilha amarela com informação de CNPJ e conta corrente da Caixa Econômica. Valor de R$ 80 mil. Segundo ele a doação consta na sua prestação de contas e foi feita legalmente.

A assessoria do parlamentar informa o seguinte: “A planilha mostra o CNPJ, ou seja, é doação oficial, tudo dentro do que determina a lei, inclusive está na prestação de contas encaminhada à Justiça Eleitoral, portanto, não há irregularidade”.

Ciro Nogueira

O nome de Ciro aparece com o apelido “Nervosinho”. A assessoria do senador ainda não encaminhou esclarecimento e nem o próprio Ciro Nogueira comentou sobre o assunto à imprensa.

Com informações do O Olho / Fernando Rodrigues - Uol

Impedido de tomar posse, Lula atuará como ministro informal

Política Redação Piripiri 21 de maro de 2016 12:21h

Mesmo impedido de assumir um posto no governo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi escalado pela presidente Dilma Rousseff para exercer informalmente a partir desta segunda-feira (21) a articulação política do Palácio do Planalto, função típica do chefe da Casa Civil.

Com um prazo exíguo de pouco mais de uma semana, o dirigente petista desembarcará em Brasília para capitanear uma estratégia que impeça o rompimento do PMDB com o governo federal.

A cúpula nacional do partido marcou para o dia 29 de março reunião para tomar uma decisão oficial sobre o assunto. Com o agravamento da crise política, sobretudo com a divulgação de gravações entre Lula e Dilma, o Palácio do Planalto reconhece que as chances de desembarque do PMDB cresceram.

Para um auxiliar presidencial, não é possível neste momento "perder tempo" esperando por uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a posse do petista, a qual deverá ficar apenas para depois do feriado.

O momento, segundo o auxiliar, exige uma "operação forte" e uma "ofensiva direcionada" para evitar que aumentem consideravelmente as chances de abertura do processo de impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados.

A decisão de escalar Lula, segundo auxiliares da presidente, tem como objetivo ainda reafirmar versão de que o petista aceitou assumir a Casa Civil não para se proteger de uma eventual prisão, mas para tentar recuperar as condições de governabilidade de sua sucessora no Planalto.

OFENSIVA

Além da conversa com Dilma, o petista pretende se reunir no início desta semana com o vice-presidente Michel Temer, com quem falou por telefone na quinta (17), e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

A ofensiva, segundo assessores presidenciais, pode incluir até uma conversa de Lula com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adversário de Dilma e responsável pelo acolhimento do pedido de impeachment.

Em conversas reservadas, Temer avalia que a entrada de Lula ajuda na articulação política, mas o vice tem dúvidas se isso será suficiente para evitar um desembarque do PMDB, sobretudo com o agravamento da crise política.

O peemedebista tem reclamado que a presidente não o recebe mais e demonstrou irritação com a decisão do Planalto de nomear para a Secretaria de Aviação Civil o deputado federal Mauro Lopes (PMDB-MG), mesmo com decisão do partido de proibir filiados de assumirem cargos no governo até decisão oficial sobre o desembarque.

CARGOS E EMENDAS

Em outra frente, o governo cogita aumentar o espaço do PMDB em cargos de segundo e terceiro escalões e agilizar a liberação de emendas parlamentares. Até 16 de março, por exemplo, a maior parte das verbas foi direcionada para Saúde e Turismo, pastas comandadas pelo partido.

Dilma também marcou novo encontro com os seis ministros peemedebistas. Na reunião de coordenação política desta segunda-feira, a petista fará apelo para que os ministros aumentem a pressão sobre suas bancadas na Câmara e no Senado para evitar o impeachment.

Folha de S. Paulo

URGENTE: avião com vice-governadora, senador Ciro e deputados sofre acidente

Segundo informações os ocupantes tiveram apenas ferimentos leves

Política 18 de maro de 2016 17:47h

     

Uma aeronave onde viajava o senador Ciro Nogueira (PP), a vice-governadora Margarete Coelho (PP), o deputado estadual Hélio Isaías (PP) e o deputado federal Mainha (SDD) precisou fazer um pouso forçado no município de Oeiras, distante 283 km de Teresina.

O senador e o deputado foram levados para uma Unidade de Pronto Atendimento da cidade, apenas com alguns ferimentos.

Segundo a assessoria de imprensa do senador, intensas chuvas provocaram o acidente com o avião que transportava o presidente do Partido Progressista (PP/PI), senador Ciro Nogueira, na tarde desta sexta-feira (18/3), de Teresina para Oeiras.

Segundo as primeiras informações, o senador estava acompanhado da vice-governadora, Margarete Coelho, e do fotógrafo Raulino Neto, mas todos estão bem.

"Foi um acidente muito sério, que assustou a todos, mas Deus esteve presente o tempo todo e foi o que nos salvou", disse o senador Ciro Nogueira, que é presidente do diretório nacional do Partido Progressista.

Fonte: portalodia.com

"Não é à toa ou simplesmente por interesse pessoal que se larga uma sigla partidária como o PT, após anos e anos de luta ajudando a construir e fortalecer esse partido! Certamente, temos razões muito fortes para sair. E uma delas é poder olhar de cabeça erguida para nossos eleitores, companheiros, e militantes, convicto de que neste mar de lamas e perseguições, instaurados no nosso município, não pactuamos com esquemas de corrupção, assédio, ou coação de companheiros para galgar vantagens políticas! Saímos do PT convictos da missão cumprida! E estamos ingressando em um outro partido com ideologia socialista forte, onde poderemos continuar lutando em defesa dos menos favorecidos objetivando minimizar as desigualdades sociais e continuar contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa Cidade, do nosso Estado e do nosso País através dos Governos de Dilma e Wellington Dias, honrados com apoio recebido da Deputada Federal Rejane Dias, a quem somos imensamente gratos, pela compreensão e pelo apoio, que tem dado em prol do desenvolvimento educacional do nosso Estado, especialmente da nossa região, e conseqüentemente para o fortalecimento do nosso mandato. Neste sentido agradeço às manifestações de apoio e convido nossos amigos a ingressar nos juntos no PCdoB! Partido no qual estamos sendo muito bem acolhidos, e do qual defenderemos as bandeiras", disse Reynolds.

Assessoria do vereador Reynolds.

Multidão protesta contra Lula em ministério e fecha via em frente ao Planalto

Ex-presidente foi anunciado como ministro da Casa Civil nesta quarta.

Política Redação Piripiri 16 de maro de 2016 21:56h

Manifestantes contrários à nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como chefe da Casa Civil protestaram fechando todas as faixas do Eixo Monumental, em frente ao Palácio do Planalto, no fim da tarde desta quarta-feira (16). Por volta das 18h15, a PM chegou a disparar gás de pimenta para evitar confronto entre o grupo e partipantes de um ato em favor do petista. Um homem foi detido e solto em seguida por suspeita de explodir uma bomba caseira próximo à sede do Executivo.

Cerca de 5,5 mil pessoas estavam no local por volta das 21h10, segundo a Polícia Militar. Os organizadores disseram que 6 mil participavam do ato.

Motoristas passavam pelo local fazendo "buzinaço". O grupo favorável a Lula se posicionou do outro lado da rua. Membros do Batalhão da Guarda Presidencial reforçaram a vigilância do palácio.

De acordo com o major da Polícia Militar Juliano Farias, que comandava a segurança durante o ato, também foi preciso apartar uma discussão entre uma mulher que apoiava o governo e um grupo contrário.

O protesto começou por volta das 17h, com cerca de cem pessoas em frente ao Planalto. O protesto foi organizado pelas redes sociais. Às 18h30 eram 300 participantes, de acordo com a Comunicação da PM – o aumento ocorreu por causa do fim do expediente de trabalho na capital. A corporação informou ter deslocado efetivo de 50 homens para garantir a segurança.

Pouco antes das 20h30, a PM informou que o trânsito no Eixo Monumental, no sentido Congresso Nacional, era desviado na Alameda dos Estados.

Os policiais fizeram um cordão para separar os manifestantes. Os PMs se posicionaram em uma área próxima ao acesso lateral do palácio. Um grupo de pessoas que trabalham no Planalto (servidores e membros da imprensa) saiu do prédio para acompanhar o ato.

Com gritos de "Lula ladrão, seu lugar é na prisão", manifestantes estenderam uma faixa que chama a presidente Dilma Rousseff de mentirosa. Eles também exibiram faixas com dizeres como "O Brasil não é do PT" e "Lula na cadeia. Buzine".

O protesto teve a participação de parlamentares. O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) foi vaiado por manifestantes. Outro membro da Câmara Federal que esteve no protesto foi Jair Bolsonaro (PP-RJ), que levou assessores ao ato. Os deputados deixaram o local logo no começo do ato.

A presidente Dilma e o ex-presidente não estavam no Planalto durante a manifestação. A chefe do Executivo deixou o palácio por volta das 18h. Lula deixou Brasília durante a tarde, em direção a São Paulo.

"Nós mandamos fazer três faixas de última hora, assim que saiu a indicação do Lula", afirmou a internacionalista Paola Comin, que foi para a frente do Palácio do Planalto protestar contra a nomeação de Lula para a Casa Civil

Para o produtor cultural Márcio Apolinário, a maioria dos manifestantes antigovernistas é formada por assessores parlamentardes e "pessoas inconformadas com a derrota na eleição". "Ele [Lula] tem a experiência da gestão pra ajudar a articular a governar e ajudar o país a sair dessa crise."

Lula ministro
O anúncio da nomeação de Lula como ministro da Casa Civil aconteceu no início da tarde. o Planalto emitiu uma nota informando que o ex-presidente vai substituir Jacques Wagner.

"A Presidenta da República, Dilma Rousseff, informa que o ministro de Estado Chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, deixará a pasta e assumirá a chefia do Gabinete Pessoal da Presidência da República. Assumirá o cargo de Ministro de Estado Chefe da Casa Civil o ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva", diz trecho.

Jaques Wagner manterá o status de ministro, apesar de estar sendo transferido para o cargo de chefe de gabinete da Presidência, que, até então, não era considerado uma vaga de primeiro escalão. Com isso, Wagner manterá o foro privilegiado.

No mesmo  comunicado, a Presidência anunciou a ida do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) para o comando da Secretaria de Aviação Civil, que estava, desde dezembro, sob uma chefia interina.

Depois do anúncio, a presidente chamou uma entrevista coletiva. Ela afirmou que o ex-presidente terá "os poderes necessários" para ajudar o país como novo ministro-chefe da Casa Civil. Ela fez a afirmação ao ser questionada sobre a possibilidade de Lula vir a se tornar um "superministro" e ter "superpoderes".

Segundo Dilma, um dos motivos para que o ex-presidente Lula tenha sido convidado para integrar o ministério é o compromisso dele com a estabilidade fiscal e o controle da inflação.

Dilma afirmou que esse compromisso não é "meramente retórico" e, segundo disse, "se expressa numa situação muito significativa que é atuação ao longo dos oito anos do governo dele".

Com informações do G1.com/UOL Notícias

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Lula aceita convite de Dilma e vira ministro da Casa Civil

O cargo é equivalente a uma espécie de primeiro-ministro do Brasil

Política Redação Piripiri 16 de maro de 2016 12:12h

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou nesta quarta-feira (16) como novo ministro da Casa Civil, no lugar de Jaques Wagner. A informação foi divulgada por José Guimarães, líder do governo na Câmara, pelo Twitter.

O cargo é equivalente a uma espécie de primeiro-ministro do Brasil, articulando o funcionamento interno do governo.

Lula foi a Brasília nesta terça para alinhar os últimos detalhes da negociação, que se arrastou desde a semana passada. A posição que o ex-presidente ocuparia, inclusive, foi um impasse entre Casa Civil e Secretaria de Governo.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Lula estava resistente a aceitar o convite, mas teria mudado de ideia após as manifestações de domingo (13), que mostraram a necessidade de ele assumir uma posição no governo.

Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, Lula só retornaria ao governo com garantias de que a política econômica mudará. O ex-presidente só vê saída para a crise com uma reconexão entre Dilma e a base social do PT, que se mostra insatisfeita com pautas como a reforma da Previdência e com corte de gastos sociais.

AS ACUSAÇÕES

Em meio a um turbilhão de acusações, Lula assume status de ministro e garante foro privilegiado nas investigações de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica das quais foi denunciado por pelo Ministério Público de São Paulo e, paralelamente, nas apurações da Operação Lava Jato que verificam a legalidade de repasses de empreiteiras ao Instituto Lula e à LILS, sua empresa de palestras.

Ambos os processos haviam sido encaminhados ao juiz federal Sérgio Moro, que julga todos os crimes relativos a vantagens ilícitas obtidas pelo esquema de corrupção da Petrobras. Os advogados de Lula chegaram a informar ontem (14) que recorreriam da decisão da juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, que encaminhou à Curitiba a denúncia do MP do estado.

Agora Lula entra em um novo escopo de julgamento, pois políticos com cargo no governo tem prerrogativa de foro, sendo encaminhados, portanto, ao Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Teori Zavascki. O governo nega qualquer relação entre a posse de Lula e a tentativa de blindá-lo.

Na 24ª fase da Lava Jato, Lula foi conduzido coercitivamente a depor aos procuradores do Paraná, como investigação de um suposto recebimento de vantagens indevidas pagas ao ex-presidente. Em nota, o MPF estava convencido de que Lula era beneficiado do esquema da Petrobras, mas queria saber sua ciência no caso.

O objetivo da condução foi destrinchar os ganhos da LILS Palestras e do Instituto Lula, controladas pelo petista. Entre 2011 e 2014, ambas teriam recebido R$ 30 milhões, boa parte repassado por empreiteiras com participação já comprovada no âmbito da operação.

De acordo com o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, cerca de 60% das doações ao Instituto Lula e 47% dos rendimentos com palestras foram feitas por Camargo Corrêa, Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC, Andrade Gutierrez e OAS.

OAS e Odebrecht, além de serem doadoras, seriam as responsáveis pelas altas cifras despendidas nas reformas no tríplex do Guarujá e do sítio em Atibaia. Pesa sobre ambos os imóveis a suspeita de que se trata de pagamento de favorecimentos ilícitos e, consequentemente, lavagem dinheiro.

Os imóveis também são mote de investigação do MP paulista. Os promotores Cássio Roberto Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Araújo chegaram a pedir a prisão preventiva do ex-presidente sustentando a garantia de aplicação da lei penal, “pois sabidamente possui poder de ex-presidente da República, o que torna sua possibilidade de evasão extremamente simples.”

Ainda de acordo com os promotores, Lula e seus apoiadores fazem “manobras violentas”, “com defesa pública e apoio até mesmo da Presidente da República, medidas que somente têm por objetivo blindar o denunciado – erigindo-o a patamar de cidadão “acima da lei”, algo inaceitável no Estado Democrático de Direito brasileiro, pois é inadmissível permitir-se o tumulto do estado normal de trâmite das investigações e do vindouro processo crime”.

Ambas as ações, porém, foram amplamente criticadas por juristas de várias instâncias, em virtude do modus operandi do MP, dizendo que a prisão seria injustificada e a condução substituível por uma intimação para depor.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, outro motivo para a demora no anúncio foram os estudos do governo e advogados do ex-presidente para que não houvesse empecilho jurídico para a posse, já que Lula é alvo da Lava Jato e Dilma poderia ser acusada de obstruir a Justiça.

Tornou-se pública também hoje (15) a íntegra da delação do senador Delcídio do Amaral. O ex-presidente é acusado por Delcídio de ter agido para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, na Lava Jato, e do publicitário Marcos Valério, no caso do mensalão.

De acordo com o documento da delação, o senador disse aos procuradores da Lava Jato que Lula lhe "pediu expressamente" para "ajudar" o pecuarista José Carlos Bumlai, pois ele poderia ser implicado em uma delação de Cerveró.

A OPOSIÇÃO

Segundo o Estadão, a oposição já vinha preparando uma ação de impugnação contra Lula, caso ele aceitasse o cargo de ministro.

A junta jurídica do DEM redigiu uma ação popular a ser protocolada pelo partido na Justiça Federal por desvio de finalidade para gerar uma liminar que suspenda a nomeação.

"Achamos que é um escárnio a nomeação do ex-presidente Lula apenas com a finalidade de blindá-lo", afirmou ao jornal o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM).


Bomba!! STF aceitou o acordo de delação de Delcídio que cita Dilma, Lula e Aécio

Atualmente, são ao menos 40 parlamentares e ministros investigados na Corte

Política Redação Piripiri 15 de maro de 2016 12:28h

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou nesta terça-feira (15) a delação premiada firmada entre o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para colaborar com as investigações da Operação Lava Jato.

A homologação confere validade jurídica ao acordo, atestando que ele cumpre regras estabelecidas em lei. A partir desse ato, a PGR poderá separar fatos narrados pelo senador, em depoimentos já prestados, que levantam suspeitas sobre crimes e pessoas neles supostamente envolvidas.

Com o material, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir novas investigações ao STF – no caso de suspeitas sobre autoridades com o chamado foro privilegiado – ou anexar elementos a inquéritos já em andamento.

Atualmente, são ao menos 40 parlamentares e ministros investigados na Corte, junto com outras 32 pessoas sem prerrogativa de foro também alvo de diligências.

Em acordos de colaboração premiada, uma pessoa investigada confessa seus crimes e aponta envolvimento de outras pessoas, apresentando meios para a polícia e o Ministério Público coletarem provas. Em troca, pode obter redução de pena caso condenada pela Justiça.

Pelas regras, o delator não pode mentir e precisa dar o caminho para as provas que comprovem suas declarações.

Fim do sigilo
No despacho em que homologou a delação do senador afastado do PT, Teori Zavascki também determinou o fim do segredo de Justiça dos depoimentos concedidos por Delcídio do Amaral. Com isso, o teor da delação deverá ser tornado público nos próximos dias.

Várias partes da delação, no entanto, foram reveladas nas últimas semanas pela revista "Istoé", envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente Dilma Rousseff, além de políticos do PMDB e ex-ministros de governo.

Acusações contra Dilma
Na edição desta semana, a revista afirma que a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, braço-direito de Dilma até 2010, teria sido a principal operadora de um desvio de R$ 45 milhões de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, para campanhas do PT e do PMDB.

Segundo a reportagem, no acordo de colaboração, Delcídio conta que Erenice Guerra e os ex-ministros Silas Rondeau, do governo Lula, e Antonio Palloci, dos governos Lula e Dilma, movimentaram cerca de R$ 25 bilhões e desviaram pelo menos R$ 45 milhões dos cofres públicos diretamente para as campanhas eleitorais do PT e do PMDB em 2010 e 2014.

O senador explica, segundo a revista, que os desvios da usina vieram tanto do pacote de obras civis, que consumiram cerca de R$ 19 bilhões, como da compra de equipamentos, que chegou a R$ 4,5 bilhões. Em todas as etapas do processo teria havido superfaturamento.

No início do mês, "IstoÉ" revelou outro trecho em que Delcidio contou que Dilma agiu para manter na Petrobras os diretores envolvidos no esquema de corrupção na estatal e que atuou para interferir no andamento da Operação Lava Jato.

Uma dessas ações, segundo o senador, foi a nomeação para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) do ministro Marcelo Navarro, que se teria se comprometido a votar, em julgamentos no tribunal, pela soltura de empreiteiros já denunciados pela Lava Jato.
Delcídio ainda afirma, que, como presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Dilma sabia que havia um esquema de superfaturamento por trás da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

Segundo ele, Dilma teria atuado para que Nestor Cerveró, ex-diretor da estatal e um dos presos na Lava Jato, fosse mantido na direção da Petrobras. A presidente, segundo o senador, indicou Cerveró para a diretoria financeira da BR Distribuidora.

Delcídio descreveu ainda uma operação de caixa dois na campanha de Dilma em 2010 feita pelo doleiro Adir Assad, também preso na Lava Jato.

Segundo o senador, o esquema seria descoberto pela CPI dos Bingos, mas o governo conseguiu barrar a investigação dos parlamentares.

As acusações contra Lula
Ainda de acordo com a revista, Delcídio afirmou que Lula tinha conhecimento do esquema de corrupção da Petrobras, que agiu pessoalmente para barrar as investigações da Lava Jato e que seria o mandante do pagamento para tentar comprar o silêncio de testemunhas.

O ex-presidente, segundo Delcídio, foi o mandante dos pagamentos que o senador ofereceu à família de Cerveró e que resultaram na prisão do senador, em novembro.
De acordo com Delcídio, Lula pediu “expressamente” para que ele ajudasse o pecuarista José Carlos Bumlai, porque estaria implicado nas delações do lobista Fernando Baiano e de Cerveró.

O senador afirma, segundo a revista, que Lula não queria que Cerveró mencionasse o esquema de Bumlai na compra de sondas superfaturadas feitas pela estatal.

Na delação, Delcídio diz que intermediaria o pagamento à família de Cerveró com dinheiro fornecido por Bumlai.

O senador também afirma, de acordo com a publicação, que em 2006 Lula e o ex-ministro da Fazenda e da Casa CivilAntonio Palocci teriam articulado um pagamento ao publicitário Marcos Valério para que ele não dissesse o que sabia durante o processo do mensalão.

De acordo com o parlamentar, Valério exigiu R$ 200 milhões para se calar na CPI dos Correios, e Lula teria cedido. Palocci, conforme o depoimento, assumiu a tarefa de negociar o pagamento.

Com informações do G1.com

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Governo ofereceu dinheiro para Delcídio não fizesse delação, conversa foi gravada.

Lula deve assumir ministério, mas exige mudança na economia

Ex-presidente pode ocupar Casa Civil ou Secretaria de Governo

Política Redação Piripiri 15 de maro de 2016 09:06h

Interlocutores do Palácio do Planalto informaram na noite desta segunda-feira que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajará a Brasília, nesta terça ou quarta-feira, para discutir com a presidente Dilma Rousseff a melhor forma de assumir uma pasta do chamado núcleo duro do governo: a Casa Civil, ocupada por Jaques Wagner, ou o ministério da Secretaria de Governo, comandada por Ricardo Berzoini. A decisão de Lula de avançar na discussão sobre sua participação direta no governo, ganhando foro privilegiado, acontece no mesmo dia em que a juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira mandou o processo de Lula para o juiz Sérgio Moro, na Operação Lava-Jato. Lula vai apresentar condicionantes para entrar no governo. Uma delas é a mudança da política econômica. A condição não passa por troca do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, mas por uma política mais frouxa de ajuste e que seria "mais focada na retomada do crescimento".

O mais provável é que Lula deve aceitar comandar a Secretaria de Governo, onde assumiria a articulação anti-impeachment. Embora seja mais forte, a Casa Civil tem atribuições mais burocráticas.

Desde cedo o ministro Jaques Wagner anunciou que o Planalto aguardava a resposta do ex-presidente Lula. A dificuldade é convencer a opinião pública de que Lula está indo para o entorno de Dilma para ajudá-la, e não para fugir de Moro, que tem sido muito rigoroso no comando das investigações da Lava-Jato.

BANCADA FAZ APELO

A bancada do PT na Câmara deve fazer ainda um apelo para que Lula aceite assumir um ministério. A revelação foi feita pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), que esteve com o ex-presidente nesta segunda-feira para convidá-lo para se reunir com os parlamentares na quarta-feira, em Brasília.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, também defendeu que Lula assuma um ministério.

— Acho que é natural (a bancada fazer o apelo). A gente sente isso não só na bancada, mas na base aliada também — disse o parlamentar.

Mais cedo, Rui Falcão usou uma rede social para convocar militantes para o ato em defesa do ex-presidente, marcado para sexta-feira, dia 18. A CUT também convocou a militância para os atos de sexta-feira. Em texto divulgado hoje nas redes sociais, a CUT disse que “o desprezo aos partidos políticos leva à ditadura do Judiciário, ao fascismo” e que “sem partidos políticos não há democracia. E o alvo sempre será a classe trabalhadora”.

— A minha opinião é que ele (Lula) deveria ir (para o governo), independentemente dos protestos. Mas é uma decisão difícil, que tem que ser muito pensada. Ele que vai tomar a decisão — afirmou Falcão.

O Globo

Manifestações de hoje superam as Diretas Já de 1984.

Foi o maior protesto da história do Brasil até agora.

Política Redação Piripiri 13 de maro de 2016 21:16h

Manifestantes se reuniram neste domingo (13) na Avenida Paulista, em São Paulo, para protestar e pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Este foi o primeiro ato contra o governo federal este ano, e o maior em número de pessoas desde 2015, de acordo com  estimativas da Polícia Militar (PM), dos organizadores e do Instituto Datafolha.

Segundo balanço do Datafolha, o protesto reuniu 500 mil pessoas. O Instituto divulgou que a manifestação em São Paulo foi o maior protesto na história da cidade. O ato nas Diretas Já, em 1984, reuniu 400 mil pessoas. Já o maior protesto anti-Dilma, até então, teve 210 mil pessoas em março de 2015, segundo o Datafolha.

Já para a Polícia Militar (PM), o ato contra a presidente neste domingo reuniu 1,4 milhão de pessoas na capital paulista. Este é o maior número de participantes em São Paulo desde a reeleição de Dilma Rousseff

No período das 15h às 16h30, foram registradas 228 mil pessoas chegando a região, somente pelas estações de Metrô da Avenida Paulista, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP). Nas outras cidades do estado, os protestos reuniram 400 mil pessoas, segundo a PM.

A porta-voz da Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos, Carla Zambelli, no entanto, disse que o número de manifestantes passou de dois milhões de pessoas. Segundo ela, a aliança reúne 40 movimentos que participaram do ato.

O número é o mesmo divulgado por Fernando Holiday, um dos coordenadores nacionais do Movimento Brasil Livre (MBL) e Acácio Dorta, outro líder do grupo. Já o movimento Vem Pra Rua contabilizou 2,5 milhões de pessoas na Avenida Paulista, segundo o porta-voz do grupo, Rogério Chequer.

Antes do início do protesto na Paulista, um grupo realizou uma manifestação de apoio ao governo federal em frente ao prédio onde mora o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Segundo a Guarda Municipal, cerca de 450 pessoas participaram do ato, que terminou por volta de 14h. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que organizou o ato, disse que 600 pessoas participaram da manifestação.

O grupo se concentrou na Avenida Prestes Maia, no bairro Nova Petrópolis. Uma das faixas da pista está interditada e a Polícia Militar acompanha o protesto, que segue pacífico. Os manifestantes usam camisetas com os nomes de Lula e da presidente Dilma Rousseff.
Pela manhã, Lula desceu de seu apartamento para conversar com os manifestantes.

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RACHA NO PT: vereador Reynolds Benicio anuncia sua saída do Partido

Anúncio foi feito na tribuna da Câmara Municipal de Piripiri

Política 11 de maro de 2016 14:44h

    

O vereador Reynolds Benicio comunicou sua saída do Partido dos Trabalhadores de Piripiri na noite desta quinta, 10/03, durante discurso na Câmara Municipal, devendo se filiar ao PCdoB nos próximos dias.

Reynolds Benício ocupou o cargo de Secretário de Infraestrutura no início da gestão atual de Odival Andrade, tendo se desligado do cargo e do grupo político do prefeito.

Nas últimas eleições Reynolds foi candidato ao cargo de deputado estadual mas não contou com o apoio do seu próprio partido, o PT.

Com esses desgastes ficou cada vez mais difícil a convivência dentro da sigla, culminando com a saída do parlamentar do PT.

Do total de R$ 62,6 milhões que a construtora Andrade Gutierrez doou para as agremiações em 2014, os tucanos ficaram com R$ 24,1 milhões --sendo 23,9 milhões para o diretório nacional e R$ 200 mil para o partido no Maranhão.

Foram feitos 113 repasses à campanha do candidatoAécio Neves, num total aproximado de R$ 12 milhões, segundo dados da prestação de contas entregue ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), divulgados na reportagem de Carlos Madeiro.

O PT ficou em 2° lugar entre os beneficiários, com R$ 14,68 milhões recebidos. A presidente Dilma Rousseff recebeu quatro doações oficiais, num valor total de R$ 20 milhões. O PMDB foi beneficiado com R$ 11,4 milhões em doações oficiais.


Ministério Público pede prisão preventiva de Lula

Ex-presidente foi denunciado por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica

Política 10 de maro de 2016 18:13h

      

Na denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua mulher e seu filho Fábio Luiz Lula da Silva protocolada nesta quarta-feira (9) o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do ex-presidente. Além de Lula também foi pedida a prisão preventiva do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, e de outros dois investigados do caso Bancoop.

É a primeira vez que o Ministério Público pede a prisão do ex-presidente, acusado de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica ao supostamente ocultar a propriedade do tríplex - oficialmente registrado em nome da OAS.

Nesta tarde, em entrevista a jornalistas, o promotor Cássio Conserino, um dos responsáveis pela denúncia, evitou responder se havia pedido a medida cautelar contra o petista. "Só vamos falar sobre a denúncia", disse.

Na denúncia de 102 páginas assinada por Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Moraes de Araújo a Promotoria detalha as suspeitas levantadas ao longo das investigações que ouviram mais de 20 testemunhas, incluindo engenheiros responsáveis por reformas no imóvel e até zeladores do edifício Solaris.

Na última sexta-feira (4), a 24ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada na residência de Lula e na sede do Instituto Lula, quando o ex-presidente foi conduzido coercitivamente para a sede da Polícia Federal:

   
Fonte: ultimosegundo

Dilma oferece ministério para Lula ter foro privilegiado e escapar da Lava Jato

Mas ex-presidente estaria resistente à idéia.

Política Redação Piripiri 09 de maro de 2016 09:15h

Dilma Rousseff aceitou oferecer um de seus ministérios para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para evitar que ele seja preso na Lava Jato por uma decisão do juiz Sergio Moro. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Ministros próximos de Dilma e de Lula tentaram convencer o ex-presidente a aceitar a oferta. Lula prestou depoimento à Polícia Federal na sexta-feira passada (9) em uma operação que foi considerada "exagerada" e "desnecessária" pela base aliada do governo e pelo PT.

Segundo a reportagem, há fortes temores na cúpula do governo de que as investigações possam tentar levar Lula à prisão, especialmente após sua condução coercitiva na última sexta-feira (4). 

Ainda segundo a Folha, Dilma encontrou Lula apenas três dias após visitá-lo em São Bernardo do Campo (SP), porque "a ficha dela caiu", segundo um integrante do Palácio do Planalto. "Ela se convenceu que, depois de pegarem Lula, tentarão pegá-la"

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, o ex-presidente estaria resistente à nomeação sob o argumento de que isso passaria a impressão de confissão de culpa. A eventual indicação foi debatida em reunião entre Lula, Dilma e ministros no Palácio da Alvorada na terça-feira (8) à noite.

Caso Lula assuma o comando de alguma pasta, o STF (Supremo Tribunal Federal) teria que autorizar um eventual pedido de prisão do ex-presidente. Desta maneira, ele não ficaria nas mãos de Moro. 

“Aumentou no PT a pressão para que Lula assuma um ministério, para tentar também esboçar uma reação do governo às arbitrariedades que estão ocorrendo”, disse um amigo do ex-presidente.

Mesmo com as recentes pressões, a confiança de Lula parece inabalável. A interlocutores, o petista teria dito: “a partir de agora, se me prenderem, eu viro herói. Se me matarem, viro mártir. E, se me deixarem solto, viro presidente de novo”.

Pesquisa

De acordo com levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado na quinta-feira (3), 68,2% dos entrevistados entendem que as acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são verdadeiras, enquanto 18,1% avaliam que se trata apenas de perseguição política. Os 13,7% restantes não souberam opinar.

Ainda assim, a maioria (63,1%) não acredita que Lula será preso ao final das investigações. Enquanto 23,7% acham que o petista será preso, 9,5% consideram essa possibilidade.


Folha de S. Paulo

PSD realiza encontro regional com a presença do ministro Kassab

Nesta segunda, 7 de março, na Assembléia Legislativa em Teresina

Política 06 de maro de 2016 17:50h

     

O PSD, Partido Social Democrático, realiza na próxima segunda-feira, dia 7 de março, o IV Encontro Regional, em Teresina. O evento acontecerá no Cine Teatro da Assembléia Legislativa do Piauí, das 9 às 13 horas.

O presidente estadual da sigla, deputado federal Júlio César, já confirmou a presença do presidente nacional licenciado, ministro das Cidades, Gilberto Kassab, do presidente em exercício, o deputado federal por São Paulo, Guilherme Campos, além de outras lideranças do partido de todo o Piauí.

Na oportunidade, o partido discutirá o seu fortalecimento com vistas nas eleições municipais deste ano, além de realizar filiações várias lideranças políticas. Hoje, o PSD se consolida como um dos maiores e mais bem articulados partidos do Estado.

       

Ex-presidente Lula é levado à força para prestar depoimento na Polícia Federal.

São mais de 40 mandados de busca e apreensão.

Política Redação Piripiri 04 de maro de 2016 07:21h

A Operação Lava Jato, que começou em março de 2014 e investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, chegou na 24ª fase nesta sexta-feira (4). Segundo a PF, a operação ocorre na casa do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, em São Bernardo do Campo, e em outros pontos em São Paulo, no Rio de Janeiro e na Bahia.

O ex-presidente é alvo de um dos mandados de condução coercitiva e será obrigado a prestar esclarecimentos, segundo a Polícia Federal.

A ação foi batizada de “Aletheia” e é uma referência a uma expressão grega que significa “busca da verdade”. Às 6h50, policiais estavam em frente ao Instituto Lula, em São Paulo.

Ao todo, foram expedidos 44 mandados judiciais, sendo 33 de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva - quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento.

De acordo com a PF, entre os crimes investigados nesta etapa estão corrupção e lavagem de dinheiro, entre outros praticados por diversas pessoas no contexto de esquema criminoso revelado e relacionado à Petrobras.

23ª fase
A 23ª fase, batizada de Acarajé, foi deflagrada no dia 22 de fevereiro e prendeu o marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Santana, além de mulher dele Monica Moura. João Santana e a mulher Mônica Moura são suspeitos de receber US$ 7,5 milhões em conta secreta no exterior. A PF suspeita que os recursos tenham origem no esquema de corrupção na Petrobras investigado na Lava Jato.

Ele é publicitário e foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff (PT) e da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2006.

Acarajé era o nome usado pelos suspeitos para se referirem ao dinheiro irregular. A PF suspeita que os recursos tenham origem no esquema de corrupção na Petrobras investigado na Operação Lava Jato. Uma das principais linhas de investigação são os repasses feitos pela Odebrecht ao marqueteiro.

A pedido da PF e do MPF, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na 1ª instância, decidiu converter a prisão temporária do casal para preventiva. Com isso, eles ficarão presos por tempo indeterminado.

G1.com / BandNews

Por 10 votos a 0, STF decide aceitar denúncia e Eduardo Cunha vira réu

Presidente da Câmara é primeiro réu da Operação Lava Jato no Supremo.

Política Redação Piripiri 03 de maro de 2016 18:04h

Por 10 votos a 0, o Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu nesta quinta-feira (3) denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB-RJ) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Ele é acusado de exigir e receber ao menos US$ 5 milhões em propina de um contrato do estaleiro Samsung Heavy Industries com a Petrobras. Com a decisão, Cunha passa a ser réu na primeira ação penal no Supremo originada das investigações da Operação Lava Jato.

Os ministros não decidiram se Cunha deve se afastar do comando da Câmara. Um pedido de Janot para que ele seja afastado da presidência e do mandato de deputado será julgado pelo Supremo em data ainda indefinida.

Antes mesmo de o Supremo concluir o julgamento, Cunha afirmou a jornalistas na Câmara que, ainda que virasse réu, ele pretendia permanecer na presidência da Casa.

“Efetivamente, eu tenho o exercício da função e continuarei exercendo”, enfatizou Cunha a repórteres ao deixar o plenário da Câmara no início da tarde desta quinta.

O presidente da Câmara argumentou ainda que não há provas contra ele e que está “absolutamente tranquilo” em relação ao caso. O peemedebista tem repetido que a aceitação da denúncia contra ele não significa condenação.

Leia a notícia completa clicando aqui

G1.com

O acordo de delação premiada feita pelo senador Delcídio Amaral (PT-MS) com a Procuradoria-Geral da República traz detalhes de como a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teriam tentado interferir na condução das investigações da Lava-Jato, segundo reportagem da revista “Isto É” publicada nesta quinta-feira. O senador foi preso no dia 25 de novembro, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) após ser acusado de atrapalhar as investigações da força-tarefa.

Delcídio vai responder as acusações contra ele na Operação Lava-Jato em prisão domiciliar e foi autorizado a trabalhar no Senado, mas com a obrigação de se recolher em casa à noite e em dias de folga.

O ministro Teori Zavascki decidirá se homologa ou não a delação, de acordo a publicação. O acordo só não teria sido fechado por conta de uma cláusula de confidencialidade de seis meses exigida por Delcídio, condição imposta pelo petista, mas não aceita por Zavascki, que devolveu o processo à Procuradoria-Geral da República. Segundo a reportagem, ele concedeu um prazo até a próxima semana para exclusão da exigência.

O governo reagiu às declarações de Delcídio por meio do ex-ministro da Justiça e novo titular da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, empossado nesta quinta-feira. Ele afirmou que o senador Delcídio Amaral (PT-MS) “não tem credibilidade” e “não tem primado por dizer a verdade”. Segundo Cardozo, a delação do ex-líder do governo no Senado seria uma retaliação.

De acordo com a revista, Delcído afirmou que Dilma sabia das irregularidades envolvendo a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e de que Lula comprou o silêncio de Marcos Valério, um dos principais operadores do Mensalão. O ex-presidente também teria, segundo relatos do senador divulgados pela publicação, “pleno conhecimento do propinoduto instalado na Petrobras” e agido pessoalmente para barrar as investigações.

Ainda de acordo com a reportagem, Delcídio foi detalhista em suas revelações, e afirmou que a Presidente da República teria tido papel decisivo na permanência dos diretores envolvidos no esquema de corrupção da Petrobras, utilizando sua influência e poder para impedir a punição. Ele mesmo diz, de acordo com a reportagem, ter participado de reuniões em que decisões ilegais foram combinadas a mando de Dilma e Lula.

Segundo o senador petista, Dilma teria tentado por três vezes interferir na Lava Jato, sempre com a ajuda do ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “É indiscutível e inegável a movimentação sistemática do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo e da própria presidente Dilma Rousseff no sentido de promover a soltura de réus presos na operação”, teria afirmado Delcídio na delação.

Numa das tenativas, segundo o senador teria afirmado na delação, a presidente Dilma contou com o envolvimento pessoal do petista. A reportagem traz um cópia do anexo da delação, na qual Delcídio diz que, diante do fracasso das duas manobras anteriores, entre elas o encontro em Portugal com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, “a solução” passava pela nomeação do desembargador Marcelo Navarro para o STJ. “Tal nomeação seria relevante para o governo”, pois o nomeado cuidaria dos “habeas corpus e recursos da Lava Jato no STJ”. Delcídio teria contado que esteve com Dilma no Palácio da Alvorada para uma conversa privada.

O senador realata uma conversa nos jardins do Alvorada na qual Dilma teria solicitado que ele, na condição de líder do governo, “conversasse como o desembargador Marcelo Navarro, a fim de que ele confirmasse o compromisso de soltura de Marcelo Odebrecht e Otávio Marques de Azevedo”, da Andrade Gutierrez. Delcídio então teria se encontrado com Navarro “no próprio Palácio do Planalto, no andar térreo, em uma pequena sala de espera”. Ele diz que a reunião pode ser comprovada pelas imagens das câmeras de segurança. Nela, de acordo com a delação de Delcídio, Navarro “ratificou seu compromisso, alegando inclusive que o dr. Falcão (presidente do STJ, Francisco Falcão) já o havia alertado sobre o assunto”.

O acerto, então, teria sido cumprido à risca. Em recente julgamento dos habeas corpus impetrados no STJ, Navarro, na condição de relator, votou pela soltura dos dois executivos, mas foi voto vencido em placar de 4 a 1.

Leia a reportagem completa clicando aqui

O Globo

O vereador Genival Sales (PT), presidente da Câmara de Piripiri, realizou na noite dessa quarta-feira, dia 24, reunião interna com amigos com objetivo de coletar propostas visando a sua pré-candidatura a prefeito de Piripiri, pelo Partido dos Trabalhadores (PT). De acordo com Genival Sales, várias propostas foram recebidas dos presentes à reunião, o que mostra o engajamento dos simpatizantes a sua pré-candidatura a prefeito de Piripiri. "Agradecemos ao apoio e comparecimento de todos", finalizou Genival.

A reunião contou com a participação de vereadores, suplentes de vereadores, presidentes de associações, professores, profissionais da saúde, dentre outros. 


E O DIREITO? Direito de resposta se transforma em debate

Tudo começou com uma entrevista do prefeito Odival Andrade

Política 24 de fevereiro de 2016 23:37h

    

     

Apesar da Constituição Federal assegurar em seu artigo 5º, V, o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem, o que se ouviu na edição do Jornal do Meio Dia da FM Cidade, na tarde de quarta, 24, foi esse direito se transformar em debate, e consequentemente, a negação do próprio direito.

O deputado estadual Marden Menezes, usando desse instituto garantido pela nossa Carta Magna, até tentou usá-lo, mas de forma sistemática e continuada foi sendo interrompido e questionado pela entrevistadora, a vereadora e radialista Jôve Oliveira. O que ficou claro foi a tentativa inútil da apresentadora em blindar o prefeito Odival Andrade, seu aliado, e motivador do direito de resposta.

A culpa é do prefeito

Tudo começou quando o atual prefeito concedeu entrevista ao dito jornal, na segunda, 22, onde citou por várias vezes o ex-prefeito Luiz Menezes, o deputado Marden Menezes, inclusive a família destes, segundo advogados do grupo político, de forma desrespeitosa, ensejando o uso do direito de resposta.

O programa jornalístico se transformou em um ringue de luta, com um debate acalourado, onde a menor preocupação foi garantir a efetivação do direito de resposta, de dar direito à fala e tornar claras as informações, o que é essencial em um estado democrático de direito e obrigação de um meio de comunicação público, como é o rádio, uma concessão estatal.

Apesar da bancada do Jornal do Meio Dia ser formada por três integrantes: Jota Júnior, Kiko Silva e Jôve Oliveira, apenas esta teve vez e voz na condução da suposta entrevista.

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Mas as “prévias” das eleições municipais não terminam aqui: na próxima sexta, 26, será a vez do ex-prefeito e pré-candidato Luiz Menezes também fazer uso do direito de resposta, ou pelo menos tentar, das ditas acusações feitas por Odival Andrade na FM Cidade. Resta saber se a “entrevistadora” continuará sendo a vereadora Jôve Oliveira, aliada do grupo político do atual prefeito e também pré-candidata ao cargo majoritário.

Pelo visto a novela ainda vai perdurar, pois muitos pedidos de direito de resposta já estão sendo protocolados pelo grupo político liderado por Luiz Menezes, tanto no Jornal do Meio Dia como no programa político de responsabilidade do prefeito Odival Andrade, levado ao ar pela mesma emissora aos sábados. inclusive com o pedido de réplica do programa desta quarta, 22, que acabou não acontecendo como deveria, com o devido "direito de resposta". E a gente que pensava que o horário eleitoral ainda ia demorar para começar!

Como o povo reagiu

Tanto nas redes sociais como nas conversas em rodas a pauta foi a “entrevista”, onde os piripirienses se manifestaram classificando de “vexatória”, não deixando de demonstrar a insatisfação com a administração municipal em protestos através de inúmeras postagens.    

    

Ouça a entrevista - Parte I

http://www.4shared.com/mp3/T7NNbZUvba/AUD-20160224-WA0044.html

Ouça a entrevista - Parte II

http://www.4shared.com/mp3/GJ_3V0cXce/AUD-20160224-WA0043.html

Áudio: Clemilton Silva