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Aviões do futuro terão até asa dobrável

Aviões do futuro terão até asa dobrável

Noticias Gerais Notícias Gerais 25 de janeiro de 2014 11:16h

Novos materiais, mais tecnologia e menos passageiros. É mais ou menos essa a receita dos novos superaviões que vão dominar os ares nos próximos anos, liderados por Boeing e Airbus - as companhias que já detém a maior fatia do mercado aéreo.

Nesse sentido, o consórcio formado por França, Alemanha, Espanha e Inglaterra, que produz o Airbus, saiu na frente do rival americano. Sua mais aguardada nova cria, a família A-350, já está sendo testada nos ares desde o ano passado e, se tudo der certo, deve ter a primeira leva de entregas realizada ainda no primeiro semestre de 2014.

Porém, em termos de inovação, a Boeing parece ter um pacote mais consistente, como a extraordinária tecnologia que permite ao modelo 777x - a ser lançado comercialmente apenas em 2020 - dobrar as asas.

A asa dobrável é muito mais que um detalhe: o tamanho-padrão de envergadura dos aeroportos do mundo é de 65 m, seis a menos que a distância entre as asas do superavião projetado pelos engenheiros da Boeing totalmente em computadores - outra inovação, já que a construção de protótipos é dispensável.

Novos compostos

Novos compostos de alumínio e de titânio são comuns aos dois projetos. Com isso, as empresas conseguiram fabricar aparelhos mais leves - e leveza, na aviação é fundamental, porque significa dinheiro. Menos peso, menos consumo de combustível, o calcanhar de Aquiles do negócio. Os novos materiais também asseguram cabines mais

imunes ao barulho.

A Boeing prepara ainda a versão 10 de seu 787 Dreamliner, verdadeiro pesadelo para a companhia desde que um defeito na fiação da bateria descoberto em 2012 fez o avião ficar no chão no mundo todo - a FAA, agência que regulamenta o transporte aéreo nos EUA, só reabilitaria o modelo em abril do ano passado. O 787-10 foi lançado em junho de 2013, mas só deve chegar às companhias aéreas em 2018.

Menos capacidade

Uma outra tendência dos aviões do futuro é ter capacidade para menos passageiros. Modelos como o Airbus A-380, o maior em operação no planeta e que pode levar até 550 pessoas, são um transtorno para as operações de embarque e desembarque em aeroportos, além de não constituírem a média do mercado da aviação. De agora em diante, acredita-se - e este é o caso tanto do A-350 quanto do 777x - em aeronaves para no máximo 380 pessoas.

Cidadeverde.com

Feito em Teresina, jogo levará batalhas entre cangaceiros e volantes ao PC

Feito em Teresina, jogo levará batalhas entre cangaceiros e volantes ao PC

Noticias Gerais Notícias Gerais 24 de janeiro de 2014 11:50h

Em 2011, Erick Passos voltou dos EUA, onde foi cursar Doutorado em Computação no MIT (Massachusetts Institute of Technology), com uma ideia na cabeça: fundar, com alguns amigos, um estúdio de produção de jogos. Em plena Teresina, no Piauí, nasceu a Sertão Games, que pelo nome já mostrava no que levaria a sério a ideia de criar jogos com uma identidade brasileira.

Três anos depois, cerca de 25 pessoas estão envolvidas na produção do mais ambicioso projeto da produtora, o "Cangaço", um híbrido de estratégia e RPG que retrata os conflitos entre os cangaceiros e os temidos volantes. Atualmente em fase de testes, o jogo será lançado no 1º semestre em versões para PC e Mac - além da plataforma Linux.

Embora a ideia de usar a temática do cangaço soe simpática, o mercado conta uma historia diferente: fracassos de outrora como "Erinia" e "Capoeira Legends", o primeiro baseados no folclore, deixaram a impressão de que utilizar a cultura brasileira não conta muito na hora do vamos ver. Erick discorda: "Por mais que exista uma resistência a jogos nacionais no mercado, acreditamos que isso se dá mais pela baixa qualidade das produções do que pela temática em si".

A Sertão Games sabe que escolheu o caminho mais difícil, mas confia no potencial de “Cangaço”, que vai ter três campanhas single-player, modo multiplayer, arte 3D com texturas pintadas à mão e, claro, trilha sonora típica. Com uma produção tão elaborada, “Cangaço” não será um jogo “freemium”, mas ainda não tem preço definido: “Será um valor adequado e bem dimensionado para o mercado”, conta. Quem comprar terá acesso gratuito a eventuais conteúdos adicionais lançados pela empresa.

De Teresina à Portland

A maior parte da equipe de produção está concentrada em Teresina, onde a criação de jogos ainda engatinha, sem muito histórico. Não que falte mão-de-obra: “Existem ótimos desenvolvedores e artistas [na cidade], que precisavam apenas de um empurrão”, diz Erick. O executivo conta ainda que o surgimento da Sertão serviu de estímulo para o mercado local, que hoje já conta outros projetos e cursos na área de games. O clima é tão bom que, em 2015, a cidade será sede do SBGames, simpósio destinado a produtores e pesquisadores de jogos no Brasil.

Mesmo assim parte da equipe se espalha por outros locais, como Rio de Janeiro, Petrópolis e Portland (EUA). “Apesar de termos o núcleo principal do desenvolvimento em Teresina, buscamos o apoio de alguns profissionais em determinadas áreas para completar as competências necessárias para um projeto desse tamanho”, explica. Dentre os “forasteiros” estão dubladores e um consultor especializado em cangaço.

Para viabilizar tamanha estrutura, que não é nada modesta para os padrões nacionais, a Sertão Games possui um sócio investidor e, além disso, conseguiu apoio via financiamento de Sebrae e Finep, como um projeto do PAPPE (Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas). “Esse financiamento garante a produção completa, lançamento e pós-lançamento do jogo”.

Trocando em miúdos, “Cangaço” custou R$ 200 mil, cifra capaz de garantir a produção do jogo e uma parte em investimento de marketing. O retorno financeiro provavelmente não virá só do mercado local: “É possível o jogo gerar bons resultados apenas no Brasil, mas naturalmente vamos buscar o mercado externo também, até porque é uma das nossas maiores missões: exportar um produto com base na nossa referência cultural”.

Claro que a Sertão Games espera que “Cangaço” seja bem-sucedido e ande com as próprias pernas, viabilizando a continuidade da franquia após o lançamento. Dentre os planos estão um jogo de cartas, uma versão de colecionador, uma nova campanha para download, camisetas, bonés, bonecos etc.

“Cangaço” será vendido por download em sites como Nuuvem e GoG. Além disso, a Sertão vai tentar emplacar o jogo no Steam, através do Greenlight, mas apenas quando a versão internacional estiver finalizada.

Há estudos sobre levar o jogo aos tablets, mas o modelo de negócios dominante na plataforma, o famoso “free-to-play”, não se encaixa na proposta de “Cangaço”. Seria preciso uma adaptação: “Caso a opção se mostre interessante e possamos explorar um modelo de negócio dentro do que planejamos”.

UOL.com

Idoso com deficiência mental é morto pela PM durante abordagem no PI

Idoso com deficiência mental é morto pela PM durante abordagem no PI

Noticias Gerais Notícias Gerais 24 de janeiro de 2014 09:23h

O idoso com deficiência mental identificado como Vicente França, 73 anos, foi morto com um tiro no peito disparado por um policial militar durante uma abordagem no município de Monsenhor Gil, localizado a 56 Km de Teresina. O caso aconteceu por volta das 19h dessa quinta-feira (24) e gerou revolta na população da cidade.

Segundo o capitão Franco Pereira, do 3º Batalhão de Água Branca, dois policiais civil e militar foram cumprir ordem de prisão contra o idoso, que teria sido acusado por uma moradora de furto de caixa de mercadoria quando ela estava no ponto de ônibus. "Testemunhas relataram que durante a voz de prisão, a vítima estava muito agitada e por não ter entendido a ordem do policial, teria pego um pedaço de madeira para se defender. O policial militar chegou a ameaçar o idoso efetuando dois disparos no chão e o deficiente reagiu tentando lhe agredir, foi quando ele efetuou o terceiro tiro contra o peito da vítima", relatou.

Uma testemunha, que não quis ter o nome revelado, contou que o militar era novo na cidade, mas que logo após o primeiro disparo foi avisado pelos vizinhos e até pelo policial civil de que o idoso tinha deficiência mental. "Estavámos sentados na calçada quando os policiais chegaram e ao perceber a confusão tentamos conversar com o PM, mas ele chegou a dizer que duvidava da doença da vítima e começou a atirar", revelou.

Ainda de acordo com o morador, um dos disparos quase atingiu a mulher do deficiente, que também é idosa e estava sentada na porta de casa no momento da abordagem. Ele lembrou que após atirar contra Vicente França, o policial ficou nervoso, chegou a colocar as mãos na cabeça e falou não acreditar no que tinha feito. "Temendo a reação dos moradores ele entrou na viatura e fugiu. A vítima chegou a ser socorrida, mas faleceu ao chegar no hospital da cidade", contou.


Após o ocorrido, uma multidão de pessoas se aglomeraram em frente a casa do idoso na Rua Cedro e em frente ao hospital. Policiais da Força Tática e polícias dos municípios vizinhos foram acionados para conter a população. Em entrevista ao G1, o irmão da vítima, Fernando França, declarou querer justiça e criticou a ação do policial. "A polícia existe para nos dá segurança e não matar pessoas inocentes, especialmente quem não tem direito de defesa como meu irmão. Todo mundo aqui na cidade conhecia ele, sabia do seu problema e vem um policial despreparado tirar a vida do meu irmão", destacou.

O subcomandante do interior, Valter Nunes Leite, informou que o caso está sendo investigado pela Polícia Militar e diligências estão sendo feitas para a captura do policial. O Instituto Médico Legal de Teresina também foi acionado.

G1.com

Avó e neto sobrevivem a atropelamento em GO, assista o vídeo

Avó e neto sobrevivem a atropelamento em GO

Noticias Gerais Notícias Gerais 23 de janeiro de 2014 11:16h


Uma avó e um neto sobreviveram milagrosamente a um duplo atropelamento em Goiás. Apesar da gravidade do acidente, ambos escaparam com ferimentos leves. O flagrante foi registrado por câmeras de segurança.

As vítimas caminhavam pela calçada quando foram surpreendidas. Um carro branco, que estava parado, atropela a mulher e a criança após ser atingido por outro veiculo dirigido por um homem que alegou ter perdido o controle da direção após uma colisão anterior. 

As rodas do automóvel passam duas vezes por cima do menino, inclusive, na segunda vez, sobre a cabeça. A idosa também tem os pés e as pernas esmagados. Mesmo assim, sofreu apenas ferimentos leves. Já o neto, inexplicavelmente, consegue levantar-se ileso e caminhar sem aparentar dificuldade. Os dois foram socorridos e passam bem.

Band.com