Notas Musicais

Filme sobre conflitos na faixa de Gaza será dirigido por Brasileiro

José Padilha comandará as filmagens

Notas Musicais Thiago Lustosa 12 de fevereiro de 2016 18:33h

José Padilha confirmou ao Deadline que dirigirá Entebbe, um longa baseado em fatos reais sobre o conflito entre Israel e Palestina. O brasileiro trabalhará em parceria com o roteirista britânico de71: Esquecido em Belfast, Greg Burke.

A trama é baseada em uma missão de resgate realizada em 1976, quando quatro sequestradores — dois palestinos e dois alemães — salvaram dezenas de prisioneiros palestinos com o desvio de um um voo para Entebbe, em Uganda. Com viés documental, Padilha contará a história a partir dos diversos pontos de vista dos personagens dentro do avião, mostrando as discussões entre a própria tripulação sobre o salvamento e as questões políticas por trás dele.

A produtora StudioCanal, responsável pela realização do longa, é parceira antiga de Padilha, já co-financiou o reboot de Robocop e fez parte da produção de Tropa de Elite. Neste ano, o diretor ainda se divide com a segunad temporada de Narcos, série sobre o narcotraficante Pablo Escobar. 


MacGyver vem aí em forma de filme

Uma das séries de maior sucesso no fim dos anos 80'

Notas Musicais Thiago Lustosa 05 de fevereiro de 2016 20:15h

A Lionsgate anunciou que fará um filme baseado na série MacGyver (via The Wrap). Jon Feltheimer, executivo do estúdio, disse que o longa será uma parceria com o canal CBS, que encomendou o episódio-piloto de uma série esta semana.

“Estou honrado em anunciar nessa manhã que estamos em parceria com a CBS para reinventar a franquia MacGyver para um filme e para a TV”. Neal Moritz, da franquia Velozes e Furiosos, vai produzir ao lado do criado da série Lee David Zlotoff.

A série original, sucesso nos anos 1980, conhecida como Profissão: Perigo no Brasil, acompanhava as aventuras de Angus MacGyver (então vivido por Richard Dean Anderson), um agente secreto que não usava armas e resolvia seus problemas na base do improviso, com conceitos científicos e materiais comuns.


O que esperar do novo disco da banda Megadeth

Primeiro disco com Kiko Loureiro

Notas Musicais Thiago Lustosa 29 de janeiro de 2016 19:00h

Que surpresa boa o novo álbum do Megadeth. Dystopia – o 15º disco da banda – soa como uma bem-vinda volta às raízes: é agressivo, é rápido, é nervoso. Ou, pelo menos, mais nervoso que Super Collider ou Endgame.

Com a chegada de Kiko Loureiro, que fez do Angra um dos grupos brasileiros mais populares dos anos 1990, o Megadeth ganhou um grande presente: ele já é um dos guitarristas mais criativos e refinados que a banda já teve, e seu estilo se integrou de forma muito natural ao som dos caras.

Outro novo integrante é Chris Adler, baterista que, logo à primeira audição, já deixa claro que é um dos grandes responsáveis pelo punch renovado e corpo do disco. Na faixa título, esbanja técnica de bumbo e ajuda a cozinha da banda a se manter nos trilhos impecavelmente.


Óbvio que nada disso serviria se as ideias (os riffs e os vocais) de Dave Mustaine não fossem boas o suficiente. Nenhuma técnica instrumental consegue salvar uma ideia fraca de melodia, de harmonia, de música e o líder do Megadeth se mostra em plena forma quando apresenta "Death From Within" ou "Post American World", duas das mais tensas e interessantes faixas do novo disco, com aqueles riffs criativos, cheios de reviravoltas.

"Poisonous Shadows" também impressiona pela orquestra que cria uma atmosfera sinistra, "Lying In State" é um soco no estômago de tão pesada e "Foreign Policy" é um fechamento inusitado, como se a banda parasse pra respirar, e ainda assim, em outro mood, soa enérgica e conceitual.

Dystopia agrada porque tem foco. O disco é eletrizante mas não é aleatório. Mustaine é bom de ideias e parece estar novamente em um de seus excelentes momentos criativos, trazendo uma temática uniforme para o álbum e embalando-a com rock pesado e excelente do começo ao fim.


Por FELIPE COTTA

Série House of Cards é renovada para quinta temporada

Um das séries mais vista no EUA

Notas Musicais Thiago Lustosa 29 de janeiro de 2016 18:48h

A série política House of Cards foi renovada pela Netflix e terá, no mínimo, mais uma temporada. Além da quarta leva de episódios – cujo lançamento está marcado para o próximo mês de março –, a produção ganhará continuidade em 2017, com o quinto ano da história de Frank Underwood.

O anúncio da Netflix, entretanto, trouxe uma baixa: a saída de um dos produtores da série, Beau Willimon. “Depois de cinco anos e quatro temporadas, chegou a hora de eu seguir em frente com outros projetos”, disse ele em comunicado, elogiando os dois atores protagonistas de House of Cards, Kevin Spacey e Robin Wright.

No texto, Willimon acrescenta que está “extremamente orgulhoso” do que a série se tornou, desejando “sucesso contínuo” e garantindo que deixa a produção “nas mãos de uma equipe muito capacitada”. A Netflix também agradeceu o produtor por ter “construído uma série fascinante e aclamada pela crítica, estabelecendo seu lugar na história da produção televisiva.”

A quarta temporada de House of Cards chega à Netflix no dia 4 de março, destacando a campanha do personagem Frank Underwood à presidência dos Estados Unidos. O curioso do quarto ano do drama político é que ele será exibido no mesmo ano da eleição presidencial norte-americana. Na terceira temporada – lançada em 2015 –, o enredo mostrou a ascensão do protagonista em sua busca pelo poder.

Baseada em uma minissérie de 1990 da rede britânica BBC, House of Cards foi lançada em 2013 na Netflix. Estrelada por Spacey e Robin Wright – como Claire, esposa de Underwood –, estima-se que a série tenha se tornado o produto com maior audiência dentro das produções da empresa, ao lado de Orange Is The New Black.


O reencontro do elenco de Friends

A reunião que todos os fãs desejam pode acontecer

Notas Musicais Thiago Lustosa 26 de janeiro de 2016 18:38h

O elenco da celebrada série Friends se reuniu no último domingo, 24, para a gravação de um programa especial do canal norte-americano NBC. O encontro foi registrado em foto publicada no Instagram pela atriz Kaley Cuoco, e contou também com atores de The Big Bang Theory .

Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc e David Schwimmer estiveram presentes na aguardada reunião do elenco de Friends. A única ausência foi a de Matthew Perry, intérprete de Chandler na série, que não pôde ir por ter uma peça em cartaz em Londres. Perry deve participar do programa em um vídeo gravado.

A foto foi tirada no set de gravações do especial da NBC, uma homenagem a um dos diretores da sitcom, James Burrows, de 75 anos. Considerado uma lenda da comédia na TV norte-americana, Burrows dirigiu recentemente o 1000º episódio de série na NBC (sendo 15 deles de Friends). Entre os trabalhos dele estão colaborações em produções como The Big Bang TheoryTaxiCheers,FrasierMike & Molly e Will & Grace, entre outras.

Agendado para ser exibido em 21 de fevereiro, nos Estados Unidos, o programa contará também com atores de The Big Bang Theory, como Jim Parsons, Simon Helberg e Johnny Galecki, além de Kaley, que estão na foto publicada no Instagram. Veja abaixo o registro do reencontro do elenco deFriends na gravação do especial da NBC


Novo disco do Pet Shop Boys sai em Abril

Som sempre original e autentico

Notas Musicais Thiago Lustosa 21 de janeiro de 2016 20:14h

A dupla Pet Shop Boys acaba de anunciar seu novo álbum: ele se chamará "Super" e seu lançamento está agendado para o dia 01 de abril. Junto ao anúncio, veio a imagem que acompanha esta nota. Não ficou claro se essa será a capa do disco.



"Super" contará com 12 faixas, listadas abaixo, e a produção é assinada por Stuart Price (Madonna, The Killers, Keane). O disco foi gravado parte em Londres e parte em Berlin.

Neil Tennant e Chris Lowe liberaram um teaser para antecipar o disco e também anunciar uma série de shows que recebeu o nome de "Inner Sanctum" - quatro shows que acontecem em julho no London's Royal Opera House para divulgar "Super".

Conheça o repertório de "Super":

01. Happiness
02. The Pop Kids
03. Twenty-something
04. Groovy
05. The dictator decides
06. Pazzo!
07. Inner sanctum
08. Undertow
09. Sad robot world
10. Say it to me
11. Burn
12. Into thin air

Friends reunidos, notícia para deixar qualquer fã feliz

Otimismo para uma possível volta da série seria viável também

Notas Musicais Thiago Lustosa 13 de janeiro de 2016 18:51h

A espera dos fãs valeu a pena. O elenco de Friends finalmente se reunirá em um especial de duas horas da emissora americana NBC.

O especial será realizado em tributo ao diretor James Burrows para celebrar seus milésimo episódio dirigido - sendo 15 deles de Friends. A exibição acontece nos EUA em 21 de fevereiro.

De acordo com o TV Line, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, David Schwimmer, Matt LeBlanc e Matthew Perry marcarão presença no especial que também reunirá elencos de séries como Will & Grace e Taxi.

Essa será a primeira vez que o elenco completo se reúne na televisão, porém não a primeira tentativa. A falta de tempo dos atores é um fator que sempre pesou contra a reunião. Aniston recentemente estrelou Quero Matar Meu Chefe 2, enquanto LeBlanc, Cox, Schwimmer, Kudrow e Perry continuam na TV em Episodes, Cougar Town, American Crime Story, BoJack Horseman e The Odd Couple, respectivamente.

Friends teve 236 episódios ao longo de suas dez temporadas, que foram exibidas originalmente nos EUA entre setembro de 1994 e maio de 2004.


Crítica do novo Rocky, Creed: Nascido Para Lutar

Rocky um lutador, sempre emocionante

Notas Musicais Thiago Lustosa 12 de janeiro de 2016 18:53h

Mais uma continuação de Rocky, Um Lutador, desta vez com o filho bastardo de seu maior rival e amigo, Apollo “Doutrinador” Creed, como protagonista, e o próprio Garanhão Italiano surgindo como seu treinador. A premissa não indica absolutamente nada além de uma picaretagem para tentar injetar sobrevida em uma “franquia” (já que o papo são produtos…) que deu seu último sopro já há uma década, com o surpreendente Rocky Balboa. Uma tremenda bobagem, certo? Então alguém explica como Creed: Nascido Para Lutar se tornou este pequeno milagre: não só uma continuação digna, mas também um recomeço emocionante para a série, surgindo não só como seu melhor filme desde o original, que ganhou o Oscar de melhor filme, direção e montagem em 1976, como também palco para dois excelentes atores darem seu melhor.

A resposta tem nome: Ryan Coogler. O diretor do modesto Fruitvale Station, que em 2013 expôs com coragem um episódio sórdido e trágico de violência policial nos Estados Unidos, fez em Creed uma homenagem, um reboot e uma verdadeira carta de amor ao longa que lançou a carreira de Sylvester Stallone, fruto de uma época em que autores mandavam no jogo do cinemão. Coogler se apressou em não reinventar a roda, mas em retomar o tema do sujeito de poucas oportunidades, mas com muita fibra e toda a raiva do mundo em seus punhos, que se depara com a chance de deixar sua marca. Creed é, em muitas maneiras, uma refilmagem do próprio Rocky. Mas é também elegante e esperto para se destacar como um animal de vida própria


No foco de tudo está Adonis Johnson (Michael B. Jordan, melhor a cada novo filme), fruto de um caso extra-conjugal do campeão Apollo – este, morto no ringue em um combate com o boxeador russo Ivan Drago (o que vimos em Rocky IV, de 1985). Com a morte de sua mãe, Adonis, ou Donny, passa a infância e parte da adolescência em lares adotivos ou institutos para menores infratores. É onde ele é encontrado pela viúva de Apollo, Mary Anne, (interpretada aqui por Phylicia Rashad), que lhe oferece uma nova chance da nova. Corta para anos depois, Donny mora em Los Angeles, mora na mansão de Mary Anne e trabalha em uma empresa no mercado financeiro. Mas treina e luta, sozinho, em combates do outro lado da fronteira com o México. O peso do nome Creed é arrebatador, e ele não é levado a sério a) por ser filho de quem é e b) ao ser tomado por alguém que não leva a sério a vida de lutador; só quer, de alguma forma, conhecer o pai morto antes de ele nascer. É o gatilho que o faz deixar L.A. em direção à Filadélfia, em busca de talvez a única pessoa que entenda a tempestade em sua cabeça – e com quem ele quer treinar.

É quando entra em cena o MVP de Coogler na partida. A essa altura, é difícil dizer onde começa Rocky Balboa e onde termina Sylvester Stallone. Há tanto do ator no personagem, e as relações não raro também se confundem no “mundo real”, que não é fácil apontar onde está a performance, e não a persona. Mas ela está lá, e aos poucos Sly mostra que, embaixo do herói de ação, do sujeito musculoso, do astro, ainda existe um artista comprometido, sim, com a história e com o personagem, e não com a máquina que gira em torno dele. E o personagem está exatamente onde o deixamos em Rocky Balboa: tocando uma vida modesta, contente com as glórias do passado, honrando seus mortos (ele ainda é dono do restaurante que leva o nome de sua ex-mulher, Adrian), vivendo seus dias. Quando Donny o conhece e se apresenta, a surpresa aos poucos dá espaço ao incômodo (a princípio ele não quer saber de treinar o jovem Creed), e depois a uma fagulha que há muito ele não sentia. Stallone surge fragilizado, carregando o peso de décadas em seu corpo, e cada passo seu como Rocky não surge como um ator em busca de repetir uma cartilha, e sim em aceitar os anos e encontrar novas formas de apresentar um velho conhecido. O fato de ele conseguir, e com louvor, é o bastante para perdoar todos os pecados pregressos de Sly (talvez não Pare! Senão Mamãe Atira….).


Se Michael B. Jordan é o centro pulsante de Creed, a jovem guarda ansiosa para explodir, Sylvester Stallone é seu coração, uma lembrança constante e confortável de que o filme faz parte de um legado. Ele vai além: seu Rocky traz à mente em pouco mais de duas horas de filme que a série pode ter se desviado de sua concepção original e, como o ator, tornou-se um produto gigante, embalado em filmes-evento cada vez com menos sentimento. Se Rocky Balboa corrigiu o curso,Creed é um recomeço honrado e orgulhoso, que não tem a menor vergonha em seguir os beats de Rocky, Um Lutador (existe a namorada relutante, agora uma cantora que aos poucos perde a audição, defendida por Tessa Thompson; um dos protagonistas precisa combater, fora dos ringues, um inimigo que não pode ser visto; a trama gira em torno da luta de um amador contra o campeão do mundo que precisa de boa publicidade), ao mesmo que cria identidade própria.

Creed é, de ponta a ponta, um espetáculo. Um dos grandes dons de Ryan Coogler como contador de histórias é justamente não esquecer que está no comando de um filme feito para emocionar, para proporcionar a dose certa de drama humano com entretenimento de primeira – bom para a Marvel, que o deve colocar na direção dePantera Negra. Quando Creed engata uma segunda e coloca seu protagonista no ringue, é quase impossível ficar impassível, na poltrona, e não acompanhar os combates como se fossem lutas de verdade. O primeiro é um primor de narrativa e adrenalina, conduzido em um plano sequência que se desenrola em alguns minutos de respiração suspensa. Já o clímax do longa é êxtase puro, uma sensação que o cinema recente só proporcionou mesmo com o novo Star WarsCreed tinha tudo para dar errado, mas termina transformando tragédia em triunfo. Dos dois lados da tela


Por Roberto Sadovski

Linkin Park no estúdio para lançamento em 2016

Banda divulgou no Instagram de Chester no estúdio

Notas Musicais Thiago Lustosa 06 de janeiro de 2016 20:35h

O Linkin Park está trabalhando em um novo álbum. Em sua conta no Instagram, a banda postou uma foto do vocalista Chester Bennington no estúdio, com a frase: "De volta ao trabalho esta semana". 

Hunting Party, o último disco do grupo, foi lançado em 2014. No ano passado, a banda foi a principal atração musical da Blizzco


Os 8 Odiados, novo filme do diretor Tarantino

Crítica completa do filme

Notas Musicais Thiago Lustosa 06 de janeiro de 2016 20:19h

Quentin Tarantino gosta de dizer que vai parar de dirigir depois de dez filmes, o que força ainda mais uma tendência do público e da crítica de enxergar seus longas dentro do contexto de sua obra. Nesse sentido autorista, Os 8 Odiados (The Hateful Eight, 2015) é interessante porque marca tanto um passo para trás como outro adiante.

Para trás porque, embora comece com um sinistro e estrondoso tema de Ennio Morricone sugerindo um faroeste de travessia com um clímax apoteótico, Os 8 Odiados está mais próximo do filme de câmara que marcou a estreia de Tarantino como diretor, Cães de Aluguel. Este seu novo western funciona como um longo "impasse mexicano" entremeado por vaivéns no tempo, como o longa de 1992. De qualquer forma, o clímax apoteótico continua lá - talvez Tarantino nunca abra mão dele.

A trama se passa alguns anos depois do fim da Guerra da Secessão; as feridas dos Confederados, mais abertas do que nunca. Embora o oficial John Ruth (Kurt Russell) seja o personagem que faz a trama andar, ao levar a fugitiva de justiça Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh) para ser enforcada em Red Rock, é o Major Marquis Warren (Samuel L. Jackson) o verdadeiro protagonista. O militar negro ainda goza da vitória diante dos escravagistas na guerra, e mostra sempre, para quem quiser ver, a carta que ele recebeu de Abraham Lincoln, supostamente um confidente seu de correspondências.

Quando esses personagens se reúnem a outros tantos numa noite, num armazém, para se refugiar de uma tempestade de neve a caminho de Red Rock, é o Major Marquis - na voz ao mesmo tempo sarcástica e grave de Jackson, o melhor intérprete dos monólogos rebuscados de Tarantino - que se torna o centro da ação, ao redor de quem orbitam figuras-símbolos da formação da identidade do país, do velho colono sulista ao imigrante mexicano. É como se a carta do presidente outorgasse ao major o protagonismo na refundação.

Se todo faroeste americano trata da construção dessa identidade, de levar a ordem aonde não havia civilização (e Django Livre, também com suas cartas assinadas, e com seu zigue-zague hipnótico entre o legalismo e o vigilantismo, não era exceção), Os 8 Odiados problematiza a função da violência como motor dessa construção.

Porque o "impasse mexicano" é como a parábola bíblica do pecado original: basta que um dos envolvidos, com sua arma apontada aleatoriamente, dê o primeiro disparo, dê aquela mordida gostosa na maçã, para que a possibilidade primeira de um acordo fique definitivamente impossibilitada. Desse ato surge um outro acordo, porém, porque adquirir uma consciência do pecado pode ser, para o homem, tanto uma emancipação quanto uma nova responsabilidade.


Esse é o passo adiante que Tarantino dá em Os 8 Odiados, numa caminhada que notadamente vem sendo trilhada à medida em que seus filmes de vingança ficam mais complexos. Se a violência começa comicamente cartunesca (no olho roxo de Daisy que parece desenhado a mão) e passa pela catarse gore (produzida pelo supervisor de efeitos de Walking Dead, Greg Nicotero, velho colaborador de Tarantino), porque afinal de contas o cineasta problematiza a violência sem deixar de usá-la primeiramente como válvula de escape, a impressão que fica, ao fim, é a da melancolia.

É uma melancolia parecida com aquela de Kill Bill, um épico de destruição que termina, depois de quatro horas, com um casal que só consegue lamentar o caminho que trilhou. O choro de desabafo da Noiva ao fim de Kill Bill já deveria servir de evidência, há uma década, para quem ainda acha que Tarantino recorre à violência em seus filmes de forma inconsequente. A diferença em Os 8 Odiados é que, à medida em que se aproxima da sua prometida aposentadoria, Tarantino começa a sentir a tentação do relato testamental, de legar o Grande Filme sobre sua visão de mundo e sobre seu país. O perigo da grandiloquência é o único que de fato ameaça seu oitavo longa.

No fim, talvez esse filme-resumo nunca venha, pela própria natureza cinefílica do diretor, cultor de gêneros acima de tudo. De qualquer forma, Os 8 Odiados não é esse Grande Filme, mas, dentro daquele que talvez seja o banho de sangue mais desregrado na obra do diretor, ao som de Morricone, há tanto um tom de lamento quanto um de consumação.

Por Marcelo Hessel

Primeira imagem de Dr Estranho que estreia em 2016

Mais um herói marvel no cinema ano que vem

Notas Musicais Thiago Lustosa 29 de dezembro de 2015 18:42h

O site da Entertainment Weekly revelou nesta segunda, 28, que a capa da próxima edição da revista norte-americana terá Benedict Cumberbatch (Sherlock) caracterizado como Doutor Estranho. A imagem (acima), à propósito, é a primeira do ator na pele do super-herói ao qual ele dará vida no filme autointitulado.

O astro britânico de Sherlock e O Jogo da Imitação surge como o Doutor Stephen Vincent Strange, personagem da Marvel criado por Stan Lee e Steve Ditko no início dos anos 1960. O Doutor Estranho é um neurocirurgião que, após um acidente de carro, é obrigado a deixar de exercer a profissão.

Ao se aprofundar nas artes místicas, ele se torna o Mago Supremo, responsável por proteger a Terra. O filme, contudo, não mostrará a origem do super-herói. De acordo com a Variety, a Marvel planeja integrar o Doutor Estranho em uma das sequências de Os Vingadores.

Com lançamento previsto para 4 de novembro de 2016, Doutor Estranho tem direção de Scott Derrickson (O Exorcismo de Emily Rose) e roteiro de Jon Spaihts (Prometheus). O elenco ainda conta com nomes como Chiwetel Ejiofor (Doze Anos de Escrevidão), Tilda Swinton (O Grande Hotel Budapeste) e Rachel McAdams (True Detective).


Discografia dos Beatles é liberada para streaming

Fãs podem baixar em sites especializados em venda de músicas on-line

Notas Musicais Thiago Lustosa 23 de dezembro de 2015 20:49h

O Natal chegou mais cedo para os fãs dos Beatles. Na manhã desta quarta, 23, foi anunciado que o catálogo da banda finalmente chegará à era do streaming à 0h de hoje para amanhã (no horário local de cada país). Deezer, Spotify, Apple Music, Tidal, Amazon Music, Microsoft Groove, Napster/Rhapsody, Slacker Radio e Google Play passarão a contar com os 17 discos de estúdio dos Fab Four. São 224 músicas, de 13 álbuns de estúdio e mais algumas coletâneas, dentre elas The Beatles 1962 – 1966The Beatles 1967 – 1970 e 1.

O material, até então, estavam disponível apenas no iTunes, que passou a oferece-los há cinco anos. Tradicionalmente, as canções da banda demoram para chegar à novas formas de consumo de música (embora o trabalho solo dos 4 integrantes da banda já tivesse abraçado a causa do streaming).

Faz algum tempo que circulavam boatos de que havia uma negociação para liberar as faixas para streaming, mas esperava-se que alguma dessas nove empresas fechasse um acordo de exclusividade, o que não aconteceu.

Recentemente, muitos artistas passaram a se manifestar contra a venda de música através desses serviços. Adele, por exemplo, declarou em entrevista para a revista Time que considera esta forma de consumir música “descartável”. “Eu acredito que a música deve ser um evento."


Primeiras imagens de Inferno, filme baseado em livro de Dan Brown

Mesmo personagem de Ton Hanks nos filmes anteriores

Notas Musicais Thiago Lustosa 23 de dezembro de 2015 20:40h

Tom Hanks e Ron Howard, o astro e o diretor de outros dois filmes que adaptam as obras do escritor Dan Brown para o cinema, estão de volta em suas respectivas funções para levar às telonasInferno, a nova aventura do professor de simbologia de Harvard Robert Langdon assinada por Brown. Nesta quarta, 23, as primeiras imagens de Hanks como Langon foram reveladas. Nas imagens, também podemos ver Felicity Jones (A Teoria de Tudo) como a doutora Sienna Brooks.

Inferno continua as aventuras do simbologista, que acorda em um hospital italiano com amnésia e, com a ajuda da médica vivida por Felicity, tenta recuperar a memória e impedir a disseminação de uma praga globalmente.

Completam o elenco Irrfan Khan, Ben Foster, Omar Sy e Sidse Babett Knudsen. O filme chegará aos cinemas em outubro de 2016. O roteiro é de David Koepp, que assinou Anjos e Demônios, também uma adaptação de livro de Dan Brown.


David Gilmour no Brasil, que não seja a ultima vez

Resumo da apresentação do Pink Floyd Gilmour em São Paulo

Notas Musicais Thiago Lustosa 15 de dezembro de 2015 18:56h

Depois do emocionante show realizado na sexta-feira, David Gilmour repetiu a dose em São Paulo, no sábado, com mais uma apresentação digna de deixar qualquer pessoa, fã ou não, satisfeita.

Com exceção das cadeiras da área VIP, que saíram - transformando o espaço à frente do palco em pista premium - o show repetiu exatamente a mesma fórmula e até mesmo repertório do sábado.

Quando os relógios marcavam 21h09, as luzes do lotado Allianz Parque se apagaram, os músicos subiram ao palco e todos ouviram as primeiras sons de "5 AM", faixa de abertura de do mais recente álbum do guitarrista, "Rattle That Lock". É absolutamente impossível não se arrepiar com o primeiro bend que David arranca de sua Fender. Certeiro, preciso, melódico e emocionante, que inclusive sempre foram os adjetivos que permearam a carreira do músico. A impressão é que, depois dessa primeira nota, é que o público se da conta de estar vendo de perto um das maiores lendas da história do rock.

Aos que se acostumaram aos shows em estádio - com dois ou três telões, pirotecnia e afins - podem se sentir frustrados com o único telão localizado atrás do palco. Mas os fãs de Pink Floyd, maioria absoluta do público, se deleitaram, já que o tal telão circular é uma das grandes marcas registradas da lendária banda inglesa.


Embora seja notório e natural que os momentos de maior delírio aconteçam durante as músicas de sua ex-banda, Gilmour também consegue levantar o público com suas canções mais recente: "Rattle that Lock" tem o refrão gritado pela plateia e "Faces of Stone" incendeia o estádio pela primeira inserção de saxofone do brasileiro João de Macedo Mello, que, apesar de seus apenas 20 anos, mostra muita segurança e competência durante todas suas participações.

E então, já com o violão em mãos, Glmour dá boa noite e toca as primeiras notas de "Wish You Were Here", o que causa uma avalanche de emoções (basta uma simples olhada para os lados para ver homens e mulheres de todas as idades derramando lágrimas). "A Boat Lies Waiting" e "The Blue" conduzem o show até chegar a sequência floydiana de clássicos "Money", "Us and Them". Depois "In Any Tongue", e então mais um clássico, "High Hopes", com belíssimos solos, finalizando a primeira parte do show.

Após pausa de aproximadamente 20 minutos, Gilmour presenteia os fãs de Syd Barret com "Astronomy Domine", que, com o auxílio do telão, nos transporta ao início de tudo: ao mais experimental, lisérgico e psicodélico Pink Floyd. Depois, a não menos esperada "Shine On You Crazy Diamond (I-V)", outro momento que emociona a todos. 

Para recuperar o fôlego, mais um Floyd, "Fat Old Sun", com uma bela iluminação alaranjada para caracterizar o Sol, seguida de três músicas da carreira solo do guitarrista: "On an Island", "The Girl in the Yellow" e "Today".

Fechando a segunda parte em grande estilo, mais duas pérolas: "Sorrow" e "Run Like Hell". Após breve pausa, a banda retorna para o bis, que tem os petardos "Time"/"Breathe (Reprise)" e "Comfortably Numb", acabando com o pouco de energia que restava aos praticamente hipnotizados e contentes fãs. Ao final, com o público deixando o estádio, é possível ouvir vários grupos comentando e desejando: que a primeira vez de Gilmour no Brasil não seja a última.


Por 

Marcel Jabbour

O centenário de Frank Sinatra

Cantor que não se define em palavras

Notas Musicais Thiago Lustosa 11 de dezembro de 2015 20:52h

Mais de 17 anos após sua morte e com a comemoração neste sábado (12) do centenário de seu nascimento, Frank Sinatra e seu legado musical continuam a ocupar um lugar único na cultura americana e mundial. Os eventos se multiplicam para prestar homenagens.

Um grande concerto em Las Vegas, incluindo Tony Bennett e Lady Gaga, outro no Lincoln Center, em Nova York, festas temáticas e a colocação de uma placa comemorativa em sua cidade natal de Hoboken, New Jersey: Francis Albert Sinatra está em toda parte.

Um box especial de quatro CDs, incluindo antigas gravações de rádio, foi lançado no final de novembro e pelo menos dez livros sobre Sinatra foram publicados este ano, explorando o mito deste personagem adorado de lado obscuro.

"Há apenas um Frank", afirma Sid Mark, apresentador do programa de rádio "Sounds of Sinatra", que emite há 59 anos apenas músicas de Sinatra.

O interesse dos ouvintes, contemporâneos de Sinatra ou não, ainda é "muito forte", diz o apresentador de rádio de 82 anos, que às vezes oferece maratonas de um fim de semana inteiro sem emitir o mesmo título duas vezes.

Frank Sinatra seguiu o caminho traçado por um outro ícone americano, Bing Crosby, fazendo carreira no cinema ao mesmo tempo em que conquistava um público fiel graças a sua capacidade de estabelecer um laço forte com o público.

Mas "Ol' Blue Eyes", um outro de seus muitos sobrenomes, "tinha algo que Crosby não tinha: sex-appeal", diferencia Sid Mark. "Quando Frank subia no palco transmitia eletricidade. Isso era sentido até mesmo nas gravações".

Swing e genialidadeFrank Sinatra foi um dos primeiros cantores a dar especial importância ao marketing, ao ponto de capitalizar sua imagem de ítalo-americano de origem humilde, enquanto cuidava de sua aparência, sempre impecável.

Mas estes artifícios eram apenas um complemento para as qualidades musicais de Frank Sinatra, universalmente reconhecido, embora nunca tenha recebido formação tradicional e nascido com um tímpano perfurado.

Meticuloso, exigente ao extremo, o homem não escreveu nenhuma das músicas que o tornaram famoso, mas trabalhiou duro para dar uma interpretação inimitável a cada uma delas. Frequentemente associado com "big bands" no início de sua carreira, evoluiu para os grandes musicais e jazz.

Ícone do jazz
"Foi um dos maiores músicos de jazz que já viveu", considera David Finck, um baixista de jazz que trabalhou com estrelas do pop como Rod Stewart e George Michael, e que escreveu sobre Sinatra. "Ele provavelmente nunca disse que era um músico de jazz, mas o cara tinha mais swing que muitos saxofonistas que eu conheço", insiste.

Ele tinha genialidade, afirma, em seu entendimento do ritmo e da sua maneira de destacar musicalmente as palavras de suas canções, pressionando as consoantes e enfatizando certas palavras com a intuição.

Amado e odiado na cidade natal
Sábado, o ápice das comemorações do centenário de Frank Sinatra será em Hoboken, sua cidade natal. O cantor com a voz de ouro sempre manteve uma relação complexa com esta antiga cidade industrial às margens do Hudson, em frente à ilha de Manhattan.

Ele trouxe o presidente Ronald Reagan em 1984, mas sobre o resto, nunca investiu, financeiramente e humanamente, o que lhe valeu uma reputação mista em Hoboken.

A escolha da prefeitura de renomear uma das suas ruas Frank Sinatra Drive, em 1979, desencadeou uma controvérsia, lembra Robert Foster, diretor do Museu Histórico de Hoboken, que atualmente abriga uma exposição do cantor.

"As pessoas diziam, mas o que ele fez por Hoboken?", explica. Hoje, no entanto, os visitantes que visitam a exposição não se preocupam com essa polêmica, admite Robert Foster. "A alegria invade as pessoas quando ouvem sua música", diz ele, "e isso é tudo de que eles precisam", conclui.


Fonte France Presse


Marcelo D2 e seu mais novo DVD ao vivo

Icluíndo música feita para UFC

Notas Musicais Thiago Lustosa 08 de dezembro de 2015 20:29h

Marcelo D2 completa 20 anos de carreira com o lançamento do CD e DVD "Nada Pode Me Parar - Ao vivo". Gravado na Audio Club, em São Paulo, esse é o primeiro registro oficial ao vivo do músico em carreira solo.

Sem relação com o DVD ou com as comemorações de sua carreira, Marcelo D2 também gravou uma faixa para incentivar a torcida pelo lutador de UFC, José Aldo.

O DVD ao vivo

O show gravado pertencia à turnê de divulgação do disco "Nada Pode Me Parar", lançado em 2013, mas o repertório contou também com outras músicas da carreira de Marcelo, incluindo clássicos do Planet Hemp, ex-banda do artista que o projetou no cenário nacional.

O show conta com a direção de vídeo de Rafael Kent e o show teve participações Sain em "Eu já sabia", Thaide em "Eu tive um sonho", Shock, Batoré e Akira Presidente em "Fella", Bnegão em "Stab" e "Contexto" e Renato Venom em "CB (Sangue bom)".

"Nada Pode Me Parar - Ao vivo" chega às lojas físicas no dia 16 de dezembro e em formato digital o lançamento acontece no dia 18 do mesmo mês. 

Trilha sonora para UFC

Marcelo D2 gravou junto com Tony Mariano a canção "Campeão do Povo". A letra foi criada a partir de mensagens que fãs enviaram ao lutador José Aldo gravadas em uma cabine no último evento do UFC realizado em São Paulo.

A música foi uma encomenda feita à agência Pereira & O'Dell, para a luta que acontece no próximo dia 12 de dezembro. Um videoclipe, dirigido por Rafael Kent, foi gravado para a música. Ele traz imagens de vitórias de José Aldo e dos fãs, que se mesclam às cenas dos cantores no octógono.


Neil Peart anuncia aposentadoria das baquetas

Um dos melhores bateristas da história da música

Notas Musicais Thiago Lustosa 08 de dezembro de 2015 20:26h

No ano de 2015, o Rush realizou a turnê R40, que celebrou os 40 anos do ingresso do baterista Neil Peart no grupo. Durante a viagem, Alex Lifeson, guitarrista da banda, disse à Spin que aquela provavelmente seria a última excursão em larga escala do Rush, já que ele sofre de artrite psoriásica e Peart lida há anos com uma tendinite crônica.

Apesar da declaração, Lifeson não eliminou a possibilidade de futuros projetos do grupo, como turnês menores e a criação de trilhas sonoras para o cinema. Ele também afirmou, contudo, que a decisão de continuar ou não seria tomada por Neil Peart, que, além de baterista, é o principal compositor do Rush.

Em uma entrevista à revista Drumhead Magazine, o baterista falou abertamente sobre o próprio futuro e, consequentemente, sobre os rumos de uma das maiores bandas de todos os tempo. “Minha filha Olivia me apresenta aos amigos da escola dele como ‘Meu pai é um baterista aposentado.’ Isso é verdade. E não me dói perceber isso, é como todos os atletas, há um momento no qual você sai do jogo. Eu prefiro me retirar a ter de enfrentar o que descrevemos em ‘Losing It’ (‘Mais triste ainda por vê-lo morrer, a nunca ter conhecido isso’)”, disse o músico.

Além dos problemas de saúde, Peart ainda contou que deseja passar mais tempo com a família. Após as trágicas mortes da primeira esposa Jacqueline Taylor e da filha Selena Taylor em 1998, o baterista se casou novamente em 2000. Em 2009, nasceu Olivia, filha de Neil Peart e da fotógrafa Carrie Nuttall. 


O rock e a arte de ser solidário, Pearl Jam e sua solidariedade com Minas

Banda americana doou quantia para famílias atingidas na tragédia de Mariana

Notas Musicais Thiago Lustosa 04 de dezembro de 2015 18:59h

O Pearl Jam tocou pela primeira vez em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, no dia 20 de novembro - quinze dias depois do rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco. 

O rompimento destruiu o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, além de afetar Águas Claras, Ponte do Gama, Paracatu e Pedras, e as cidades de Barra Longa e Rio Doce. Outras cidades na Região Leste de Minas Gerais e no Espírito Santo também foram atingidas.

E logo antes de tocar “Do The Evolution” o vocalista Eddie Vedder fez o seguinte discurso em português:

"Acidentes tiram vidas. Destroem rios. E ainda assim, eles conseguiram lucrar. Esperamos que eles sejam punidos. Duramente punidos. E cada vez mais punidos. Para que nunca esqueçam o triste desastre causado por eles"


Vedder também anunciou que o cachê recebido pela performance na capital mineira seria revertido em doações às vítimas, e agora o grupo revelou em seu Facebook que doaria 100 mil dólares - mais o que fosse doado pelos fãs no dia 1º de dezembro - através da Vitalogy Foundation, formada pelo grupo em 2006.

Junto com o anúncio foi publicada a montagem que ilustra esta nota, e de acordo com o post o valor arrecadado será repassado para beneficiários no Brasil ainda essa semana.


Site inglês crava retorno do Guns n' Roses em festivais para 2017

Há muito tempo esperado por fãs esse retorno

Notas Musicais Thiago Lustosa 04 de dezembro de 2015 18:50h

De acordo com  informações do NME, o Guns N' Roses deve ser o headliner de dois festivais no Reino Unido em 2017. Segundo o site, a banda deve tocar com sua formação original no Isle Of Wight e no Download Festival.

Por enquanto, ainda não há nada confirmado sobre a reunião da formação original do Guns, mas diversos músicos já falaram sobre o assunto - entre eles o próprio Duff McKagan. Nikki Sixx, baixista do Mötley Crue, foi além e disse que "todo mundo sabe" que o Guns original vai voltar.

Quando anunciou a trégua, Slash disse que era a hora de deixar toda a negatividade sumir, mas não confirmou nenhuma conversa sobre um revival. "Isso, infelizmente, não posso confirmar", falou. Em maio, ele disse que "nunca pode se dizer nunca" sobre uma volta dele à banda. Slash deixou o grupo em 1996 para seguir em carreira solo e investir em vários projetos individuais, entre eles o Slash's Snakepit, Velvet Revolver e o Kings of Chaos.


Personagem Rambo de Stalone ganhará série para TV

Personagem clássico de Stallone

Notas Musicais Thiago Lustosa 01 de dezembro de 2015 18:57h

De acordo com o Deadline, a Fox está trabalhando numa adaptação da história do veterano de guerra John Rambo, vivido por Sylvester Stallone nos cinemas, para a televião. O próprio Stallone está envolvido na produção como produtor-executivo.

O piloto será roteirizado por Jeb Stuart, de Duro de Matar e O Fugitivo, e explorará "a complexa relação entre Rambo e seu filho J.R, um ex-Fuzileiro Naval da Marinha".

Mais detalhes sobre a possível participação de Stallone como o icônico personagem não foram divulgados, mas espera-se que ele volte a viver o personagem. Com o desenvolvimento dessa série, o possível quinto filme da franquia volta para a geladeira e não tem previsão de produção.


Por VITOR GROSS