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Caminhão carregado de "cebolas" tomba na BR 222 em Piripiri

Acidente aconteceu no Km 69 da BR 222 em Piripiri

Infotech Dheyno Firmino 22 de maio de 2015 09:41h

Equipe de uma empresa que faz fiscalização na BR 222 registrou em fotos de um acidente que aconteceu por volta de 1h da manhã desta quarta feira (20) na BR 222 altura do Km 69 próximo a entrada do povoado Formosa.

O acidente ocorreu quando por algum motivo o caminhão de placa OIP 9652 da cidade de Tianguá CE, transportando uma carga de "cebolas" vindo de Teresina, PI tombou, saindo da pista parando fora do acostamento. 

Segundo informações, não foi identificado o nome do motorista e que o mesmo não teve ferimentos graves. Ainda assim, a carga do caminhão que ficou espalhada no local foi saqueada por populares que passaram pelo local conforme mostram as fotos.

Fotos: Acelino Dias 


Documento mostra tudo o que você já fez no Facebook

...saiba como baixar!

Infotech Dheyno Firmino 20 de maio de 2015 10:20h

O Facebook é uma das poucas empresas que poderia disputar de igual para igual com o Google se houvesse uma competição que premiasse quem possui mais informações dos internautas. Como mostramos aqui no Olhar Digital, a gigante de buscas sabe uma porção de coisas sobre a sua vida; agora passamos para a rede social criada por Mark Zuckerberg.

Ao acessar as configurações do Facebook, qualquer usuário pode baixar um arquivo que contém todas as informações presentes na rede a seu respeito. Basta acessar este link, informar a senha e esperar até que o arquivo .zip seja preparado, o que por aqui levou menos de uma hora. Chega um e-mail com o link para download do arquivo, que pode variar de tamanho e aqui veio com 96,3 MB.

Você encontrará neste perfil links para informações de contato (seu e dos amigos), tudo o que foi postado no seu mural, as fotos, vídeos, amigos, todas as mensagens, cutucadas, eventos, configurações gerais e de segurança, publicidades, dispositivos móveis, locais visitados e pesquisas respondidas.

Um dos tópicos mais perturbadores talvez seja o das publicidades, que, assim como ocorre no Google, mostra o que o Facebook pensa sobre você. São vários assuntos listados como tags que representam áreas de interesse que giram em torno do usuário - e que podem ser tão certeiras quanto malucas, porque algumas são assustadoramente corretas enquanto outras não têm nada a ver com você.

O registro de mensagens também é curioso, porque vai até onde for possível resgatar conversas. É preciso ressaltar que nem tudo o que você já conversou pelo Facebook é mantido na rede, em alguns casos o site apaga as conversas mais velhas. Já o mural mostra tudo, desde o começo das suas atividades no Facebook.

A lista de amigos mostra quem você já excluiu, quem pediu para ser seu amigo e a quem você enviou solicitação, além das pessoas que te seguem. Enquanto isso, a área de eventos revela tanto os que tiverem sido marcados como aceitos, “talvez”, não aceitos e até mesmo os que não tenham sido respondidos.

Fonte: Olhar Digital

Incomodado com o WhatsApp?

Veja 5 dicas para amenizar "chatices".

Infotech Dheyno Firmino 14 de maio de 2015 08:52h

O WhatsApp é o app mais popular do país -- e o excesso de conversas, de imagens e de vídeos recebidos pode irritar algumas pessoas. A boa notícia é que o aplicativo tem recursos que permitem ao usuário amenizar incômodos diversos causados pela própria ferramenta e pelo seu grupo de amigos.


Veja abaixo cinco dicas para fazer com que o WhatsApp incomode menos:

Saiba como tornar sua vida no WhatsApp mais saudável

  • Reprodução

    1. Impeça download de mídia automático

    O salvamento automático de fotos e vídeos pode incomodar bastante, além de ocupar espaço da memória do smartphone. Para desativar a função, basta acessar as "Configurações". Depois é só desmarcar a opção "Salvamento Automático de Mídia", que fica localizada nos "Ajustes de Conversa". (http://zip.net/blqlsW)Foto: Reprodução
  • Reprodução

    2. Silencie grupos

    Muitas vezes fazemos parte de grupos que incomodam bastante. É possível bloqueá-los, sem a necessidade de sair deles. O processo é feito nas configurações da conversa, na aba "Silenciar". O usuário pode escolher entre períodos diversos, como oito horas, uma semana, um ano. (http://zip.net/bsq40L)Foto: Reprodução
  • Reprodução

    3. Selecione status

    No WhatsApp, é possível alterar seu status. O usuário pode colocar alguns padrões (como: ocupado, disponível, dormindo, não posso atender). Se preferir, é possível personalizar e escrever o que quiser. O processo é feito por meio das configurações do app. (http://uol.com/bcffrq)Foto: Reprodução
  • Reprodução

    4. Bloqueie contatos

    Se um contato está importunando por não parar de enviar mensagens, talvez a melhor opção seja bloqueá-lo. Com a função ativada, você não receberá mais mensagens do número. Ela pode ser ativada nas configurações da janela de conversa. Basta clicar na opção "Bloquear". (http://zip.net/bqq5Cm)Foto: Reprodução
  • Reprodução

    5. Desative a confirmação de leitura

    A função garante maior privacidade ao usuário. Ela evita as setas azuis, que indicam aos contatos que você visualizou as mensagens. A alteração é feita nas configurações do app, na categoria "Privacidade". Para desativar a função basta desmarcar a opção "Confirmação de leitura". (http://uol.com/bsfdxq e http://uol.com/bsfdxq)Foto: Reprodução
Fonte: Bol Tecnologia

Apple Watch deve chegar ao Brasil em julho custando entre R$ 1.799 e R$ 98.000

O Apple Watch começou a ser entregue hoje em nove países do mundo...

Infotech Dheyno Firmino 27 de abril de 2015 10:28h

Apple Watch começou a ser entregue hoje em nove países do mundo, e, como de costume em lançamentos da Apple, o Brasil não está na lista inicial. Tudo bem, um dia o relógio inteligente da Apple deve chegar aqui. Mas quando? E o mais importante, por quanto?

Se um artigo do MacMagazine estiver certo (e eles costumam estar, já que adiantaram os preços do iPhone 6 no fim do ano passado, por exemplo), então já temos uma ideia de quanto será necessário gastar para ter esse reloginho por aqui. E também a partir de quando, claro — o Apple Watch deve chegar em julho custando a partir de R$ 1.799 em sua versão mais barata. A mais cara, por sua vez, pode ficar perto das centenas de milhares de reais. Uau.

>>> Apple Watch: tudo o que você precisa saber
>>> Apple Watch tem 18 h de autonomia e custa US$ 10.000 na versão em ouro
>>> O que os primeiros reviews dizem sobre o Apple Watch: promissor, mas ainda falho

Lá fora, o Apple Watch mais barato custa US$ 350. Esse modelo chegaria aqui por R$ 1.799. É um preço razoável — afinal, os gadgets da Apple sempre foram caros por aqui e estão a cada dia mais caros.

Troque a pulseira e veja o preço subir — alguns modelos ainda ficam na casa dos 3, 4, 5, até 6 mil reais. Os mais “premium”, por sua vez, custam a partir de R$ 50.000 chegando a até R$ 98.000. Noventa e oito mil reais por um gadget! Acho que podemos dizer com segurança que ninguém por aqui vai desembolsar tanta grana por um Apple Watch?

Segue abaixo a lista dos modelos e preços do Apple Watch. No site oficial do relógio você pode conferir fotos de cada um desses aparelhos. A funcionalidade de todos é a mesma, e o que diferencia o preço é basicamente seu acabamento e pulseira.

Watch Sport (38 mm): R$ 1.799 (nos EUA, US$ 349)
Watch Sport (42 mm): R$ 2.099 (nos EUA, US$ 399)
Watch com pulseira esportiva (38 mm): R$ 2.999 (nos EUA, US$ 549)
Watch com pulseira esportiva (42 mm): R$ 3.199 (nos EUA, US$ 599)
Watch com pulseira clássica/milanês (38 mm): R$ 3.499 (nos EUA, US$ 649)
Watch com pulseira clássica/milanês (42 mm): R$ 3.799 (nos EUA, US$ 699)
Watch com pulseira de fecho moderno (38 mm): R$ 4.099 (nos EUA, US$ 749)
Watch com pulseira de couro (42 mm): R$ 3.799 (nos EUA, US$ 699)
Watch com pulseira de elos (38 mm): R$ 5.199 (nos EUA, US$ 949)
Watch com pulseira de elos (42 mm): R$ 5.499 (nos EUA, US$ 999)
Watch com pulseira preta de elos (38 mm): R$ 5.799 (nos EUA, US$ 1.049)
Watch com pulseira preta de elos (42 mm): R$ 6.199 (nos EUA, US$ 1.099)
Watch Edition com pulseira esportiva (38 mm): R$ 52.000 (nos EUA, US$ 10.000)
Watch Edition com pulseira esportiva (42 mm): R$ 56.000 (nos EUA, US$ 12.000)
Watch Edition com pulseira de fecho clássico (42 mm): R$ 85.000 (US$ 15.000)
Watch Edition com pulseira de fecho moderno (38 mm): R$ 98.000 (US$ 17.000)

O Apple Watch ainda não foi homologado pela Anatel e, se a Apple realmente pretender lançá-lo por aqui até julho, então não deve demorar muito para a nossa agência reguladora liberar as vendas dele. [MacMagazine via Tecnoblog]

Fonte: GIZMODO Brasil

Até que ponto você é refém das tecnologias e internet?

Vale apena ficar conectado 24h por dia? O que isso pode lhe trazer de bom?

Infotech Dheyno Firmino 14 de abril de 2015 15:52h

A imagem da discórdia (Fonte da imagem: Reprodução/How To Geek)

Bom, hoje por acaso vi este vídeo abaixo sobre uma moça que passa pelas ruas de uma cidade de "mão dada" com uma criança que aparentemente deve ter uns 3 a 4 anos. Ao longo do vídeo a moça acaba soltando a mão da criança, visto que a interação com seu smartphone é mais interessante que prende sua atenção fazendo com que ela não perceba por um instante a ausência da criança.

Fazendo uma reflexão sobre o vídeo, hoje as pessoas estão tão preocupadas em estarem conectadas com seu smartphone que muitas vezes não se dão conta de quem está do seu lado. Se você vai à um restaurante, bar, lá estão as pessoas sentado à mesa todos com seus telefones modernos na mão teclando com outras pessoas e que esquecem de conversarem entre si. Relatos de pessoas em suas casas, cada um com o celular na mão, conectado a internet, aproximando as pessoas que estão longe e distanciando as que estão perto.

Aí eu faço uma alusão a imagem desta matéria, estamos todos nos tornando zumbis reféns da tecnologia ou apenas uma mera ficção da imagem? Reflita! 

E o vídeo abaixo? Vale apena ficar conectado a ponto de se vê refém da tecnologia? Com o passar do tempo andando pelas ruas a menininha é vista no meio da rua correndo o risco de ser atropelada, tudo isso, por conta da distração que a moça teve com ela.

O vídeo ainda traz uma mensagem "Um dia sem internet" para que você possa refletir como anda a sua vida diante da internet.

E Mais... Segundo o site http://portaldotransito.com.br/ o risco de acidente ao usar o celular é 400% maior. Veja na íntegra a matéria Clique aqui!

Mandar mensagem quando está dirigindo é ainda mais perigoso, concluiu outra pesquisa internacional, do Laboratório Britânico de Pesquisas de Transito. Tem o mesmo efeito no motorista que o álcool ou drogas. Isso porque desvia o foco de atenção do motorista e ocupa parte de sua capacidade neurossensorial, explica Guimarães. A chance de colisão aumenta em até 23 vezes durante a digitação da mensagem, que diminui em 35% as condições de reação do motorista comprovou a pesquisa. Além de retirar a mão do volante, o motorista desvia toda a sua atenção para o aparelho.

Saiba mais sobre a história da referida imagem do zumbi nesta matéria. Clique aqui!

Texto: Dheyno Firmino

Fonte da imagem: Tecmundo

Fonte do vídeo: haberinbizden.com

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Cocuklariniz yaninizdayken gözlerinizi acin interneti degil...!MUTLAKA IZLEYIN LÜTFEN!

Posted by haberinbizden.com on Sexta, 13 de fevereiro de 2015


Mudando de assunto! Caminhão sai da pista e tomba no acostamento na BR 343 PI

PRF interdita BR 343 e causa congestionamento no Km 243

Infotech Dheyno Firmino 07 de abril de 2015 16:45h

Por volta das 4h da manhã de hoje (07) um caminhão  de placas MMF 3118, São Miguel do Oeste -SC, com bau refrigerado, sai da pista e tomba do lado do acostamento na BR 343 km 243 no Piauí. 

Segundo relato do motorista, um animal atravessou de repente de um lado para o outro da pista ocasionando o desvio, não conseguindo retornar à pista. 

O motorista que não teve seu nome divulgado, não sofreu ferimentos No entanto no início da tarde, começa uma operação com o apoio da Polícia Rodoviária Federal que fechou ambos os lados da BR para que dois veículos guincho e um munk fizessem a retirada do caminhão que ficou preso entre o acostamento e algumas árvores no local do acidente. 

A tentativa durou cerca de 40 minutos, não obtendo sucesso e ocasionando um grande congestionamento de veículos que trafegavam nos dois sentidos da BR.

No engarrafamento haviam duas ambulâncias. Sem obter êxito, a polícia liberou um lado da via para que as ambulâncias junto com os demais veículos passassem. Até às 15h, não tivemos informações sobre a operação para retirada do caminhão do local.  



Smartphones dobráveis podem ser lançados em 2016, diz fonte.

Ainda deve demorar para as empresas começarem a comercializar esses produtos...

Infotech Dheyno Firmino 31 de maro de 2015 09:09h

São Paulo - Smartphones dobráveis podem ser lançados em 2016, de acordo com uma fonte anônima próxima à Samsung, que foi entrevistada pela Business Korea, na semana passada.

"A indústria acredita que a comercialização de Smartphones dobráveis será possível em 2016", afirmou a fonte.

Tanto a Samsung quanto a LG já apresentaram conceitos de aparelhos com telas curvadas, que usam tecnologia OLED, sendo, respectivamente, o Galaxy Round e o G Flex. Este último chegou recentemente à sua segunda geração no mercado brasileiro, enquanto o produto da Samsung não chegou a ser lançado por aqui.

A mesma reportagem informa também que telas transparentes chegarão em breve aos smartphones.

"O desenvolvimento da tecnologia de um display que cria um espaço virtual no vidro já teve a fase de criação completada, e até mesmo um protótipo promocional já está disponível", teria dito ao site um exectivo sênior da LG, concorrente direta da Samsung na Coreia do Sul, país natal de ambas as empresas.

Um exemplo é o painel usado no filme Máquina do Tempo (2002), quando os personagens vão para o futuro e se encontram com um guia de museu virtual. Algumas montadoras de veículos também utilizam essa técnica para mostrar informações de condução ao motorista.

"Contudo, ainda vai levar algum tempo até que o produto se seja vendido devido à produção em massa de acordo com demanda e oferta estáveis."

Essas telas transparentes podem criar imagens que podem ser vistas quanto você olha através do vidro. Por ora, a tecnologia é usada em aeronaves comerciais, aviões de combate e também em outdoors.

Fonte: Exame.com

Seu Android demora para carregar?

Veja como recarregá-lo mais rápido!

Infotech Dheyno Firmino 18 de maro de 2015 16:30h

O smartphone Android nem sempre carrega tão rápido quanto o usuário gostaria, mas existem algumas dicas que podem ajudar a acelerar esse processo. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista para você não perder mais tempo do que o necessário para ficar com a carga da bateria completa. Seja um top de linha ou um celular mais simples, veja cinco truques simples que vão fazer seu smart carregar mais rápido.

Carregador Vicia Destaque (Foto: TechTudo)

Confira a lista de dicas para acelerar o processo de carregamento do Android (Foto: TechTudo)

1. Ligar o modo avião

Parte do gasto de energia vem das conexões Wi-Fi e 3G que ficam funcionando no smartphone mesmo quanto você não está navegando na Internet. Por isso, vale colocar o dispositivo em “Modo Avião” na hora de recarregá-lo, isso vai ajudar a acelerar o processo. Dessa forma são desativadas as conexões com a Internet e além disso o smart não gasta carga recebendo mensagens, atualizações de apps ou outras funções.

Para ativar o modo avião no seu Android, basta acessar as “Configurações” do aparelho e tocar em “Modo Offline” ou “Modo Avião”, dependendo da interface do smart.

Ative o Modo Avião para carregar o celular Android mais rápido (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Ative o Modo Avião para carregar o celular Android mais rápido (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

2. Preferir a tomada

Para carregar o celular Android mais rápido, prefira sempre conectar diretamente na tomada do que em uma porta USB. Isso porque a taxa de transferência de energia para carregar o smart é bem maior quando ele está plugado na tomada, e isso deixa o processo mais rápido. Para isso, você precisa de um adaptador, que normalmente já vem com o aparelho. Para ter uma ideia, o processo pode levar menos da metade do tempo quando comparado com o USB do computador.

Carregar o celular na tomada é bem mais rápido do que no USB (Foto: Barbara Mannara/TechTudo)

Carregar o celular na tomada é bem mais rápido do que no USB (Foto: Barbara Mannara/TechTudo)

3. Fechar aplicativos antes de carregar

Quando for colocar o celular para carregar, vale fechar todos os aplicativos que estão sendo executados em plano de fundo ou abertos no sistema. Isso ajuda a economizar a bateria do telefone e acelera o processo de carregamento, já que menos energia será gasta nesse tempo. Existem alguns apps que ajudam a gerenciar essa função, e fecham apps de forma simples, como o RAM Booster.

4. Desligar o aparelho

Uma das grandes diferenças no tempo de carregamento do smartphone pode ser observada quando o usuário simplesmente desliga o aparelho. O processo fica bem mais eficaz, já que praticamente toda a energia transferida é dedicada para recarregar seu Android, sem gastos desnecessários com as diversas funcionalidades do aparelho. Portanto, ter uma bateria completa na menor faixa de tempo, junte duas dicas: desligue o celular e plugue na tomada. Pronto, o processo vai ser bem mais ágil assim.

Desligue o celular caso precise dele carregado rapidamente (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

Desligue o celular caso precise dele carregado rapidamente (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)

5. Não ficar acendendo a tela

Está esperando uma ligação ou mensagem que impossibilita desligar o celular enquanto carrega? Então a principal dica é fechar todos os programas em segundo plano e deixar o celular carregando sem mexer nele durante o processo. Pode não parecer, mas isso faz muita diferença, já que o display é um dos recursos que mais gasta energia nos smartphones. 

Deixe o celular carregar sem acender a tela (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

Deixe o celular carregar sem acender a tela (Foto: Isadora Díaz/TechTudo)

Pronto. Agora basta aproveitar as dicas e combiná-las para carregar o seu Android mais rápido.

Fonte: Techtudo

Como montar uma rede wi-fi eficaz

conheça algumas das inúmeras novidades que os roteadores wireless estão ganhando

Infotech Dheyno Firmino 10 de maro de 2015 11:34h

Principal componente de uma rede sem fio, os roteadores wi-fi estão sofrendo uma verdadeira revolução nos últimos anos. Maior velocidade na transferência de dados, capacidade de funcionar em duas frequências e maior área de cobertura, são apenas algumas das inúmeras novidades que os roteadores wireless estão ganhando.  Neste post, conheça o que há de mais moderno na tecnologia.

AC – Evolução das redes A, B, G e N, as redes wi-fi do tipo AC podem chegar a mais de 1300 Mbps de transferência. Por operar apenas em 5Ghz, os roteadores compatíveis com a tecnologia AC, em ambientes sem obstáculos, conseguem cobrir uma distância menor em relação aos modelos de 2.4GHz. Em contrapartida, ele possui uma transmissão mais inteligente reforçando o sinal em locais onde os dispositivos estão conectados. Esta tecnologia é conhecida como Beamforming.

Vale ressaltar que para usufruir de todo o potencial dos roteadores do tipo AC, apesar da grande maioria dos modelos também ser compatível com as redes B, G e N, é preciso que o dispositivo que irá se conectar (como um gadget ou PC) também seja compatível com as redes do tipo AC.

Dual Band – O grande tormento para os que moram em condomínios é que apesar de estarem em um apartamento pequeno, ao instalar um roteador wi-fi o sinal é instável. Isto pode ocorrer por conta de várias redes de vizinhos estarem interferindo na transmissão de sinal. Além disso, aparelhos eletrônicos, como um telefone sem fio ou micro-ondas, também podem influenciar na qualidade no sinal wi-fi.

Hoje no mercado existem os aparelhos do tipo Dual Band, que funcionam tanto na frequência de 2.4GHz quanto 5GHz. Os modelos deste tipo são mais caros, mas os usuários podem usufruir da qualidade proporcionada pelas duas frequências, além de diminuir a interferência de redes externas.

Nuvem privada – Se sua família é grande e gosta de assistir filmes e séries pelo computador ou se você precisa guardar informações confidenciais, alguns modelos de roteadores wireless permitem a criação de uma rede privada, que pode ser usada como backup ou compartilhamento de arquivos. Pela porta USB disponível no roteador, o usuário conecta um HD externo ou pendrive e pode salvar e ter acesso a esses dados, mesmo que a internet esteja desabilitada. Alguns modelos que permitem a criação de uma nuvem privada: TimeCapsule, da Apple, e DIR-868L, da D-Link.

Wi-fi sem apagão

Roteador – o fator financeiro conta na hora de escolher um roteador, mas também tenha em mente alguns pontos. Se você mora em uma casa ou em locais com poucas interferências por perto, dê preferência para os roteadores de 2.4Ghz. Se você quer usufruir de uma maior velocidade de transferência de dados (lembre-se que isto é velocidade de transferência da própria rede, a velocidade da internet depende do seu provedor), dê preferência aos modelos de 5GHz. Agora se o dinheiro não for o problema, a melhor opção é escolher os roteadores mais modernos, do tipo Dual Band. Escolha também marcas reconhecidas, como Linksys, TP-Link e D-Link.

Localização – para uma melhor emissão de sinal wireless, dê preferência para colocar o roteador em locais centrais da casa, como um corredor que dá acesso a sala e aos quartos. Outra dica importante é colocar o roteador em locais altos, como em uma prateleira ou até mesmo na parede, pois a propagação do sinal é melhor.

Repetidor – quando a casa é muito grande, ou tem muitos obstáculos, como paredes ou aquários, a incidência de apagões de sinal em certos lugares é mais frequente.  Para isto não ocorrer, uma boa solução é configurar repetidores de sinal ao longo da casa. Isto pode ser feito por um roteador wi-fi sem uso que você tem guardado em casa ou por pequenos dispositivos próprios para este fim. O repetidor TL-WA850RE, da TP-Link, possui fácil configuração e precisa apenas ser ligado em uma tomada para funcionar. Para uma maior eficácia, lembre-se de colocar o repetidor em um local onde ainda tenha o sinal wi-fi.

Recentemente, a Philips anunciou o lançamento do KX-PRW110, um telefone sem fio capaz de expandir o sinal wi-fi. O aparelho, que já está disponível no Brasil por cerca de R$ 500, também permite que smartphones utilizem a linha telefônica para fazer chamadas.

Segurança – Manter uma rede segura é importante para evitar que hackers tenham acesso a dados confidenciais dos dispositivos conectados. Por isso, escolha sempre aparelhos, seja roteador ou repetidor, compatível com a tecnologia WPA.  Este tipo de criptografia dificulta a invasão da rede por parte de terceiros.

O futuro das redes wi-fi

Enquanto você está lendo este texto, milhares de engenheiros estão trabalhando para dar um novo passo na transferência de dados por wi-fi. Uma nova tecnologia tem sido apontada com a próxima sucessora das redes do tipo AC. Chamada de WiGig, as redes deste tipo poderiam transferir arquivos na velocidade incrível de 5Gbps. Grandes empresas como a Sony, Samsung e Qualcomm, já sinalizaram que devem lançar produtos compatíveis com a nova tecnologia nos próximos anos.

Outra tecnologia promissora que está em desenvolvimento é o wi-fi aware. Criada pela Wi-Fi Alliance, o novo protocolo irá permitir que dispositivos próximos troquem informações mesmo sem estar ligados à internet. A tecnologia poderia ser aplicada em diversas ocasiões, como em uma estação de trem, onde a administradora do transporte poderia enviar detalhes sobre a partida dos trens aos dispositivos automaticamente, quando o usuário permitisse.

Número surpreende

Com a popularização de gadgets, como smartphones e tablets, a oferta de redes wi-fi no mundo aumentou consideravelmente. O site iPass mantém um mapa com o número de redes disponíveis por continente. Só de redes residenciais já existem mais de 40 milhões em todo o planeta.  Desde 2013, os números de redes wi-fi cresceram 271%. Se você ficou curioso, pode dar uma olhada no mapa completo aqui.

Fonte: PSafe Blog

Lightning promete carregamentos mais rápidos e práticos

A Apple desenvolveu um conector que será compatível com todos os dispositivos...

Infotech Dheyno Firmino 10 de maro de 2015 11:31h

A Apple desenvolveu um conector que será compatível com todos os dispositivos da empresa lançados após o iPhone 5. Trata-se do Lightning, que chega para substituir o seu antecessor, o conector Dock de 30 pinos. Com esta tecnologia, a empresa pretende que aconteçam algumas melhorias, especialmente no desenvolvimento de acessórios de outras marcas.

Segundo sites especializados, a Apple lançou especificações (ainda em desenvolvimento) para que empresas participantes do programa MFi (Made for iPad/iPhone/iPod) consigam utilizar a parte fêmea do conector em seus produtos e detalhou os benefícios que ele pode oferecer como alternativas do mercado, como micro-USB, por exemplo.

Um dos objetivos da Apple é que seja criada uma série de acessórios que adotem esta tecnologia, deixando assim o micro-USB para trás de vez. E neste conjunto de acessórios a empresa pretende ver incluídos desde controladores de jogos, auriculares, colunas, docks, a muitos outros acessórios.

Como funciona a ferramenta

Especificamente, o Lightning vai fornecer a possibilidade de recarregamento mais prático. Mas, como funcionaria? Simples, bastaria pegar o cabo, conectar o USB no computador, o Lightning no produto e esperar até o carregamento completo. Segundo a Apple, a tecnologia é capaz de recarregar um acessório desses de forma mais rápida que o micro-USB.

Outra medida da Apple para esta tecnologia é que os acessórios apenas podem incluir uma porta Lightning. Com isso, a empresa pretende diminuir o consumo de bateria e também potenciais interferências, reduzindo assim o número de conexões simultâneas.

Diante da nova ferramenta, quem poderá se beneficiar com esta rapidez serão os acessórios com baterias internas maiores.

Os fãs de tecnologia, contudo, terão que esperar um pouco. Atualmente o Lightning está disponível em quantidade de amostras apenas para fins de desenvolvimento, o que significa que qualquer produto que esteja sendo desenvolvido terá de ser testado com as especificações finais da Apple antes de chegar ao mercado.

Fonte: PSafe BLog

Ainda sobre a suspensão do Whatsapp pelo Juiz do Piauí

Especialistas classificam suspensão do WhatsApp como 'ilegal e autoritária'

Infotech Dheyno Firmino 26 de fevereiro de 2015 12:06h

A ação que exige a suspensão do aplicativo WhatsApp em todo o Brasil na tentativa de obrigar a empresa a cumprir determinações judiciais sigilosas de 2013 foi classificada por profissionais especializados no Marco Civil da Internet como "ilegal", além de "extremista" e  "autoritária".

A decisão do juiz Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI), que corre em segredo de justiça, foi encaminhada aos provedores de infraestrutura (backbones, ou seja, os serviços que conectam o Brasil à internet) e aos provedores de conexão (operadoras de telefonia móvel, entre outras) no dia 11 de fevereiro, mas só se tornou pública na última quarta-feira (25), com o vazamento do documento na internet.

De acordo com a sentença, os provedores seriam obrigados a suspender em um prazo de 24 horas os domínios whatsapp.net e whatsapp.com. O serviço, no entanto, não chegou a ser interrompido porque os provedores teriam entrado com recurso na Justiça contra a decisão de Correia.

"Não é que o juiz esteja errado em querer punir o WhatsApp por não cumprir determinações legais", explicou Celina Beatriz, pesquisadora do ITSrio.org (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro). Segundo ela, o problema está na escolha da punição, que não está amparada pelo Marco Civil da Internet,sancionado pela presidente Dilma Rousseffe em abril de 2014. "A legislação prevê sanções, mas não a interrupção dos serviços."

Para Ronaldo Lemos, professor da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, essa é claramente uma interpretação equivocada do Marco Civil. "Quando se observa as sanções prevista na legislação, não há a opção de suspensão dos serviços. Está descrita a suspensão do processamento de dados pessoais por parte do usuário, que no caso cortaria o fluxo de recurso de um site, mas não os serviços", explica ele, que disse que a medida esbarra no princípio constitucional de liberdade de expressão e comunicação e que afeta milhões de usuários. "Além disso, viola a Convenção Americana de Direitos Humanos, que é muito clara ao banir qualquer espécie de censura prévia nos países que integram essa rede, o que inclui o Brasil."

"É uma medida extrema que atinge indiscriminada a liberdade de todo um país. Está muito mais atrelada às tomadas de decisões de países autoritários, tais como a Rússia e a China", acrescentou Celina, que afirmou que, para punir a empresa norte-americana, o juiz deveria ter aplicado uma multa ou até mesmo entrado com um pedido de indenização.

E é justamente por classificar a decisão como "frágil" que Gisele Arantes, especialista em direito digital e sócia do escritório de advocacia Assis e Mendes, disse acreditar que a suspensão tende a ser facilmente derrubada por uma liminar. "Independente dos detalhes da ação, em todos os casos, uma decisão desse porte é rigorosa ao extremo. Há outras formas de alcançar o aplicativo. Acho que essa decisão vai ser derrubada."

Ainda assim Gisele disse que não se surpreenderia com a concretização da sentença. Segundo ela, caso similar já aconteceu no Brasil, em 2007, quando a apresentadora Daniela Cicarelli tirou o YouTube do ar temporariamente ao mover um processo contra o Google por um vídeo em que aparecia transando com seu namorado na praia.

Mas, com o Marco Civil, Celina espera que o episódio não venha a se repetir. "Se isso se tornar realidade estaremos nos igualando aos países com controle absoluto da informação. E, se isso vir acontecer, será aberto um precedente para minar o nosso estado democrático de direito." 

"Isso não é um alarme falso. Apesar das dificuldades técnicas da implementação dessa decisão, não é algo impossível de ser executado. É uma decisão muito séria e grave que tem muita chance de ser executada", afirmou Lemos, que disse acreditar que a medida pode, no futuro, gerar alguma sanção ao país por não estar cumprindo a Convenção Americana de Direitos Humanos. "Abre uma vulnerabilidade para o país e para o setor de telecomunicações." 

Em nota, o SindiTeleBrasil --a entidade que representa as empresas de telecomunicações no país-- disse que o setor recebeu com surpresa a decisão do juiz Luiz Moura Correia. Segundo o órgão, a medida pode causar "um enorme prejuízo a milhões de brasileiros que usam os serviços, essenciais em muitos casos para o dia a dia das pessoas, inclusive no trabalho".  A medida, como definiu o SindiTeleBrasil, é desproporcional.

"Para conseguir informações de um número reduzido de pessoas, negadas pela proprietária do Whatsapp, decidiu-se suspender o serviço em todo o País. E para isso, exigir a aplicação dessa medida das prestadoras de telecomunicações, que não têm nenhuma relação com o serviço."

A reportagem tentou contato tanto com o juiz Luiz de Moura Correia como com o WhatsApp, mas não recebeu nenhum retorno. 

Fonte: UOL Tecnologia

Procon vai à Justiça contra fim da velocidade reduzida na internet móvel

Após o Ministério da Justiça, agora é a vez do Procon cobrar das operadoras!

Infotech Dheyno Firmino 26 de fevereiro de 2015 12:00h

Após o Ministério da Justiça cobrar explicações das operadoras sobre a atitude de cortar a internet ao término da franquia em vez de reduzir a velocidade da conexão, como vinham fazendo, chegou a vez de o Procon se manifestar.

A unidade do órgão no Rio de Janeiro entrou com uma ação na Justiça contra Claro, Oi, Tim e Vivo pedindo uma liminar que garanta o acesso à rede com velocidade reduzida.

O Procon tomou a iniciativa, segundo a Folha de S.Paulo, por entender que as operadoras alteraram os acordos que mantêm com os clientes de forma unilateral, o que vai contra determinações da Constituição e do Código de Defesa do Consumidor.

As operadoras só poderiam efetuar a migração para o novo modelo ao término dos contratos atuais. Caso descumpram o pedido, o Procon pede que seja aplicada multa diária de R$ 50 mil.

Claro, Tim e Vivo disseram à Folha que não foram notificadas sobre a ação, enquanto a Oi respondeu à reportagem que não comenta casos judiciais em andamento.

Fonte: Olhar Digital

Juiz manda suspender acesso ao WhatsApp em todo o Brasil

Aplicativo se negou a dar informações para a polícia, disse delegado geral.

Infotech Dheyno Firmino 26 de fevereiro de 2015 11:56h

Um juiz de Teresina, no Piauí, determinou que operadoras de telefonia bloqueiem o acesso dos clientes ao WhatsApp. A informação foi publicada nesta quarta-feira, 25, pela Época e confirmada pelo UOL.

O responsável pela decisão é o juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina. Em ofício vazado, ele ordena no ofício que uma operadora “suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial”, em até 24 horas e em todo o território nacional, o acesso aos serviços oferecidos pelo WhatsApp.

Alerta ainda que a empresa tem obrigação de "garantir a suspensão do tráfego de informações de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores da aplicação de trocada de mensagens multi-plataforma denominada Whatsapp, em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional”.

Como tudo corre em segredo de Justiça, não é possível saber quais são os problemas envolvendo o aplicativo. A decisão saiu em 11 de fevereiro e as operadoras receberam, no dia 19, um ofício do delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer, do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí.

No trecho do documento divulgado pela Época não é possível ver o nome da operadora, mas o Meio Bit afirma que ele foi enviado à Vivo. "Note que a ordem não cita a empresa nominalmente no texto, provavelmente só no cabeçalho, o que faz levantar a suspeita de que não só a Vivo recebeu o documento”, especulava o site que, segundo o UOL, acertou.

O Núcleo de Inteligência informou ao portal que a ordem é consequência de uma série de ocasiões em que o WhatsApp foi citado judicialmente mas ignorou a Justiça. "As referidas decisões tiveram início em 2013, mas até a presente data os responsáveis pelo Whatsapp não acataram as ordens judiciais. Portanto, um mandado judicial foi encaminhado aos provedores de infraestrutura (Backbones, ou seja, os serviços que conectam o Brasil à Internet) e aos provedores de conexão (operadoras de telefonia móvel, entre outras)", escreve o UOL, segundo o qual os problemas datam de 2013 e têm como base legal o Marco Civil da Internet.

Fonte: Olhar Digital

De grão em grão..Furar fila, colar na prova e sentar em assentos reservados são

...alguns atos que tornam o país mais corrupto, afirmam especialistas.

Infotech Dheyno Firmino 09 de fevereiro de 2015 15:44h

Furar fila, colar na prova e sentar em assentos reservados são alguns atos que tornam o país mais corrupto, afirmam especialistas.

Aprender é mudar posturas. Essa foi uma lição dos gregos, especificamente de Platão. Mas, no País do “jeitinho”, levante a mão quem nunca furou fila? Ou colou na prova? Pois estas são algumas das dez posturas que entram na campanha intitulada “Pequenas Corrupções - Diga Não”, lançada pela Controladoria-Geral da União (CGU) na rede social Facebook. O Órgão do Governo Federal, que é responsável por fiscalizar o patrimônio público, veiculou uma imagem com dez mensagens, que focam em atitudes antiéticas, ou ilegais, do cotidiano da sociedade brasileira.

Entre as atitudes citadas pela CGU, estão as ações de falsificar carteirinha de estudante, roubar TV a cabo, comprar produtos piratas e tentar subornar o guarda de trânsito para evitar multas. “Cada qual faz a corrupção que pode fazer: deixar de pagar o imposto de renda, não respeitar os direitos trabalhistas da empregada doméstica, estacionar em lugar proibido, passar no sinal vermelho... Tudo isso é uma forma de tirar vantagem da situação”, analisa o professor de Sociologia da Universidade Federal do Ceará (UFC), André Haguete.


Entendendo corrupção como “tudo aquilo que vai contra a lei ou age a favor de interesses particulares em detrimento dos coletivos”, Haguete concorda que todas essas atitudes possam ser consideradas “corruptas”, mesmo que seja em pequena escala. Para o docente, o tema se relaciona com o “caráter de cada pessoa e uma ética cívica coletiva”.


Para a chefe da Assessoria de Comunicação Social da CGU, Thaisis Barboza, responsável pela concepção e criação da campanha, corrupção representa qualquer ato que gera algum benefício próprio, de forma indevida. “Furar fila não é o mesmo que desviar dinheiro público, mas entendemos que é uma forma de corrupção, mesmo que seja em um grau menor”, explica.


Thaisis ainda argumenta que esses pequenos atos são capazes de propagar atitudes mais graves e defende que: “se uma pessoa é capaz de subornar um policial, lá na frente, poderá ser capaz de subornar para ganhar uma licitação”.


Outros exemplos não escapam aos olhos. “Um condomínio colocou estacas de cimento na praia e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) ameaçou a iniciativa com uma multa. As pessoas decidiram pagar a multa e ir contra a lei, porque tem dinheiro para desobedece-la. E ai?”, afirma, citando uma história verídica.


O sociólogo também não esconde que “todos nós”, alguma vez na vida, já praticamos pelo menos alguma dessas “pequenas corrupções”. “Confesso que quando vou ao exterior sou até mais obediente do que no Brasil”, diz.


Na opinião do professor, a solução para atingir uma mudança efetiva de comportamento, poderia estar no ato de punir o indivíduo, já que “todo mundo sabe o que é proibido”. “Se houvesse uma multa de R$ 1.500 para não jogar lixo pela janela, ninguém faria isso”.

Fonte: O povo

Mudando o assunto! Abertas as pré-inscrições para o PARFOR/UESPI, novos cursos.

pré-inscrições para os cursos do Plano Nacional de Formação de Professores

Infotech Dheyno Firmino 05 de fevereiro de 2015 17:25h

Estão abertas até o próximo dia 13 de março as pré-inscrições para os cursos do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica da Universidade Estadual do Piauí –  PARFOR/UESPI. Para fazer a pré-inscrição, o professor, auxiliar ou monitor deve estar cadastrado no Educacenso e acessar a Plataforma Freire pelo linkhttp://freire.capes.gov.br. As inscrições estão abertas desde o último dia 20.

O Coordenador do Programa na UESPI, Prof. Raimundo Dutra, destaca que esse ano há algumas novidades quanto a oferta dos cursos. Na modalidade de 1ª licenciatura, em 2015 serão inclusos mais cinco municípios, que são Beneditinos, Água Branca, Anísio de Abreu, Castelo do Piauí e Buriti dos Lopes. “Agora são 30 municípios piauienses com o PARFOR/UESPI. A modalidade já existe em 25 cidades”, diz.

Para 2ª licenciatura, mais um curso integrará o Programa: o de Ciências Sociais. Hoje já são oferecidos os cursos de Matemática, Português, Inglês e Pedagogia. “Este último terá as vagas ofertadas agora, mas as aulas terão início apenas em 2016, por isso os professores devem realizar a pré-inscrição este ano”, alerta o Coordenador.

Há ainda mais uma novidade: está sendo inaugurado o curso de Formação Pedagógica. Este é destinado aos professores que são graduados em cursos de bacharelado e não possuem a formação completa para atuação em sala de aula. O curso tem duração de um ano e meio e habilita o profissional para a docência na educação básica.

Os cursos de 1ª licenciatura são oferecidos aos professores ou auxiliares que atuam na educação básica sem possuírem curso superior. Os cursos de 2ª licenciatura são destinados aos profissionais com formação em área diferente daquela em que atuam. Este ano, não há necessidade de que os profissionais – sejam professores, auxiliares, monitores ou intérprete de libras – estejam exercendo funções na rede pública, mas devem obrigatoriamente estar inscritos no Educacenso.

É importante destacar que a pré-inscrição não garante vaga e matrícula. Os pré-inscritos serão selecionados pela Plataforma Freire e submetidos ao processo de validação pelas Secretarias de Educação a qual estão vinculados. As pré-inscrições dos profissionais cadastrados no Educacenso nas funções Auxiliar/Assistente Educacional, Profissional/Monitor de Atividade Complementar irão compor o cadastro de reserva e suas matrículas somente serão efetivadas caso haja vagas remanescentes após a efetivação da matrícula dos profissionais cadastrados nas funções docentes e Intérpretes de Libras.

Veja abaixo o cronograma completo e o quadro de vagas:

Oferta de Vagas

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398

Já percebeu que seu perfil do Facebook pode está com vírus? Não?

...então veja essas dicas e saiba como excluir vírus de seu Facebook.

Infotech Dheyno Firmino 05 de fevereiro de 2015 09:18h

Percebeu que seus amigos estão sendo marcados em posts seus que não faz ideia de onde surgiram? Isso é um vírus. Com o PSafe Total você pode facilmente remover do seu PC, mas a sua conta do Facebook continuará infectada. Isso acontece porque o vírus se instala no browser como uma extensão e/ou no Facebook como um aplicativo com a sua permissão para postar em seu nome.

Sabe quando você loga em algum programa ou site com o seu login do Facebook e ele pergunta se pode acessar sua conta e publicar em seu nome? Então, o vírus acessa essa parte do seu perfil e se instala ali.

Para resolver e ficar totalmente livre dessa ameaça você deve seguir os passos abaixo. São bem fáceis.

No seu PC

Agende uma verificação com o PSafe Total para remover qualquer ameaça do seu computador. Qualquer vestígio na sua máquina será excluído, mas, como o vírus infecta também o browser e o Facebook, a remoção total fica inviabilizada pelo antivírus. Mas não há motivo para pânico, com mais dois passos você terá certeza que está livre dele.

No browser

É necessário excluir extensões (também podem ser chamados de complementos ou plug-ins) suspeitos do seu navegador. Se achar um que você não reconhece ou não lembra de ter instalado, exclua.

Eles costumam ser instalados junto com programas baixados da internet. Uma forma de evitar que isso ocorra é utilizar o browser PSafe Internet. Nele você tem acesso a uma loja com diversos programas que você pode baixar com a certeza de que não terão vírus. Caso já esteja infectado, siga os passos abaixo de acordo com o seu navegador.

Chrome

Clique no canto superior direito e escolha ‘Configurações’. Em seguida vá no canto superior esquerdo e clique em ‘Extensões’. Para excluir as suspeitas clique na lixeira no lado direito da extensão.

Firefox

Clique em ‘Firefox’ no canto superior esquerdo e em seguida em ‘Complementos’. Após identificar aqueles que são suspeitos vá até o botão direito e selecione ‘Nunca Ativar’.

Internet Explore

Clique no ícone de engrenagem no canto superior direito e em seguida em ‘Gerenciar Complementos’. Selecione a opção ‘Barras de Ferramentas e Extensões’ na lateral esquerda e veja a lista. Aqueles que você achar desconhecido ou suspeito, selecione e clique em ‘Desabilitar’.

No Facebook

Para retirar aplicativos maliciosos que possam estar instalados no seu Facebook você deve seguir os passos a seguir. É muito fácil.

Clique no ícone de cadeado no canto superior direito e em seguida em ‘Ver mais configurações’. No lado esquerdo você verá a opção ‘Aplicativos’, clique nela. Todos os aplicativos que estiverem ativos na sua rede irão aparecer. Se identificar algum suspeito ou que você não reconheça, clique em ‘Editar’ e, ao aparecer as informações dele, clique em ‘Remover aplicativo’.

Fonte: Blog PSafe

Usar rede Wi-Fi aberta oferece riscos aos usuários; veja como se proteger

Fique atento a essas dicas!

Infotech Dheyno Firmino 29 de janeiro de 2015 11:46h

                         

A venda de smartphones no Brasil não parou de crescer nos últimos anos. Com isso, mais pessoas passaram a estar conectadas com internet móvel. Por economia, muitas pessoas não veem a hora de conectar-se a uma rede Wi-Fi. No entanto, isso pode trazer riscos ao usuário, sobretudo em ambientes em que a conexão está aberta para todos.

Para ajudar os usuários a se protegerem, o UOL Tecnologia consultou especialistas no ramo para explicar quais os riscos de conectar-se a uma rede Wi-Fi desprotegida e quais cuidados as pessoas devem tomar para minimizar riscos:

Riscos de conectar-se a uma rede desprotegida

De acordo com especialistas consultados pela reportagem, o principal problema que pode ocorre ao acessar uma rede insegura é a interceptação de dados. Segundo Thiago Hyppolito, engenheiro de produtos da McAfee no Brasil, cibercriminosos costumam aproveitar falhas de seguranças (às vezes dos próprios roteadores, aparelhos que distribuem a internet) para bisbilhotar as atividades online dos usuários.

"A interceptação de dados não requer muito conhecimento de computação. Qualquer curioso acha um tutorial na rede ensinando isso", disse Hyppolito. "O atacante fica monitorando a rede a espera de transações bancárias ou de login em redes sociais."

Em função disso, ele não recomenda fazer atividades críticas que envolvam dados financeiros ou conexão a contas de e-mail.

Em computadores, um dos problemas mais simples é não configurar a rede Wi-Fi de forma apropriada. De acordo com Rodrigo Paiva, gerente de produto da D-Link (fabricante de roteadores), além da necessidade de senha, o usuário deve informar ao sistema operacional que está conectando-se a uma rede pública e que não quer compartilhar arquivos com outras pessoas.

Sem esse cuidado, o computador pode ser acessível por qualquer membro à rede.

No fim das contas, o importante é a pessoa ter a consciência de sua exposição, sugere Camillo Di Jorge, country manager da Eset, empresa de antivírus.

"O usuário deve ficar esperto sobre o tipo de informação que tem em mãos – como fotos íntimas ou arquivos da empresa – e o quanto isso é importante", alerta. "É necessário ter em mente sobre o que pode acontecer se essas informações caírem em mãos erradas."

O que o usuário deve prestar atenção

  • Mantenha o sistema operacional atualizado

Constantemente, os desenvolvedores dos principais sistemas móveis liberam atualizações, que consertam falhas de segurança. Por isso, é importante que os usuários estejam com a última versão disponível de seu sistema operacional e dos aplicativos instalados.

Os aplicativos, geralmente, exibem notificações sobre atualização. Já os sistemas, nem sempre. Para fazer update da plataforma, faça

No Android: Configurar > Sobre o telefone  > Atualização do sistema.

No Windows Phone: Configuração > Atualizações do telefone.

No iOS: Ajustes > Geral > Atualizações de software.

  • Evite conectar-se a redes sem senha

Uma rede com senha, além de limitar o acesso, oferece algum tipo de criptografia aos usuários. Com essa técnica, o tráfego na rede é todo codificado, para evitar que cibercriminosos monitorem o que está sendo feito, explica Thiago, da McAfee.

Há ainda casos de redes abertas, mas só liberam o acesso à internet após a digitação de uma senha. Nesses casos, assume-se que a empresa responsável oferece camadas de proteção ao usuário.

  • Utilize uma solução de antivírus

Ter o sistema atualizado ajuda. No entanto, uma solução antivírus insere mais uma barreira de segurança nos dados do usuário. Além disso, os programas disponíveis nas lojas de aplicativos contam com funções extras, como "localização do aparelho", "gerenciamento de aplicações", "firewall" e "backup".

  • Navega em redes abertas? Use VPN

Se houver um constante acesso a redes públicas, uma alternativa é contratar um serviço de VPN (Virtual Private Network). Com esse processo, o usuário cria uma espécie de "túnel" na internet, impedindo a intercepção de cibercriminosos e a proteção de dados trafegados na rede.

Apesar desse chamariz, as VPNs também são usadas para simular acesso feitos de outros países. Dessa forma, alguns usuários contratam serviços do tipo para, por exemplo, acessar o acervo de serviços de streaming que ainda não estão disponíveis no Brasil.

  • Verifique se a rede é, de fato, do estabelecimento onde você está

Uma tática comum de alguns atacantes é criar redes Wi-Fi próximas de estabelecimentos públicos. A ideia é tentar chamar a atenção do usuário com uma rede aberta e com nome semelhante à do local original. Após a pessoa efetuar o login, os cibercriminosos podem ter acesso facilmente às informações da vítima. 

Fonte: Bol Tecnologia


Você sabia? Carregador pode levar vírus para seu Smartphone!

Saiba se proteger com estas dicas...

Infotech Dheyno Firmino 28 de janeiro de 2015 15:54h

Já imaginou ter todos os dados do seu smartphone roubados por causa de um simples descuido na hora de colocar o dispositivo para carregar? Apesar de parecerem inofensivos, os carregadores de celulares podem servir como um meio para a transmissão de códigos maliciosos.

Especialistas ouvidos pelo UOL Tecnologia afirmam que, apesar desse tipo de infecção não ser comum, não é improvável que haja um aumento considerável desse tipo de transmissão de vírus em um curto espaço de tempo.

Há pelo menos duas formas em que o carregador pode servir como transmissor de vírus para o seu smartphone. Uma delas pelo uso do cabo USB em um dispositivo (computador, por exemplo) infectado. A outra é o uso de um "carregador alterado" capaz de instalar um 'malware' [software mal-intencionado] e roubar todas as informações armazenadas no celular. 

"Com o aumento do uso dos smartphones, bem como a ampliação de suas funcionalidades, que incluem até transações financeiras, esses dispositivos acabam despertando cada vez mais o interesse dos hackers", diz João Carlos Lopes, professor de Engenharia da Computação do Instituto Mauá Tecnologia.


Ainda que o caminho mais habitual para a transmissão de vírus para os smartphones seja ainstalação de aplicativos, para Lopes, o uso do carregador para infectar celulares já causa preocupação.

Segundo Lopes, já há estudos nos EUA que mostram essa tendência, ainda não muito habitual, de uso do carregador como um vetor de infecção em smartphones.

"O mesmo cabo que você carrega o celular também serve para a transferência de dados. Por isso é tecnicamente viável a instalação de vírus nesse simples processo", aponta Lopes.

Para interceptar e roubar dados, os criminosos podem instalar um dispositivo no carregador --que é capaz de instalar um código malicioso no smartphone--,  e transmitir os "dados roubados" quando o dispositivo estiver conectado à internet.  Segundo Lopes, essa é uma maneira "possível, mas não comum" de infectar um celular.

A maneira mais usual de transmissão de vírus pelos carregadores, como aponta Rovercy de Oliveira, especialista de segurança da informação da consultora Real Protect, é o uso do USB em computadores ou em qualquer outra fonte que pode estar infectada --propositalmente ou não.  


"Sede" por carregar celular em qualquer lugar expõe usuário

O smartphone é cada vez mais utilizado como mapa, jornal, diário, contador de passos, biblioteca --até mesmo como telefone, às vezes.Todas essas funções consomem a bateria do telefone, e cada vez mais os usuários procuram pontos de carregamento compartilhados, em locais como aeroportos, shoppings e estabelecimentos comerciais.

São esses os momentos em que o aparelho fica mais vulnerável a uma infecção feita por meio do carregador.  

"Vale lembrar que pode se tratar de um dispositivo [o ponto de carregamento por USB compartilhado] que pode estar contaminado com malware, você corre o risco de ter seus dados roubados", afirma Oliveira.

Dispositivos desconhecidos aumentam risco de infecção

O especialista diz que o mesmo perigo ameaça o usuário quando o celular é carregado em um computador que o usuário não conhece a procedência.

"O problema, nesse caso, não é bem o carregador, mas a maneira como se carrega o dispositivo", diz Oliveira. "Para comprovar a vulnerabilidade dos celulares, os organizadores de uma feira disponibilizaram plugs USB pelo espaço ocupado pelo evento, para que os participantes carregassem seus smartphones. Mas, ao conectar os dispositivos, os usuários eram alertados sobre uma ameaça. Mas esse tipo de alerta que não se repete no dia-a-dia".

Como afirma Lopes, para os leigos é "quase que imperceptível" notar a diferença de dispositivos maliciosos ou não. E, por esse mesmo motivo, o professor recomenda alguns cuidados básicos.

Precauções também destacadas por Oliveira: "Ainda que essas interceptações não sejam tão fáceis e não sejam praticadas por qualquer hacker, as maneiras de se proteger são extremamente simples que valem ser seguidas."

Confira sete dicas para proteger seu smartphone do "risco carregador"

1. Não menospreze os possíveis riscos
O maior problema, segundo especialista em segurança da informação, é as pessoas ignorarem os riscos e acreditarem que estão livres de qualquer tipo de invasão. "Nunca é demais ser prevenido", ressalta Oliveira.

2. Instale e mantenha atualizado um antivírus
Para se proteger de possíveis invasores, vale instalar e manter atualizado um antivírus. "Ainda que a proteção não seja 100%, é um recurso que tem se tornado cada vez mais necessário, desde que os celulares adotaram as funções de um computador", diz Oliveira. O usuário pode buscar aplicativos desse tipo --em versões gratuitas e pagas--, tanto para Android quanto para iOS.

3. Não compre carregadores "piratas" ou de procedência duvidosa
Na tentativa de economizar, muitos usuários acabam recorrendo aos "carregadores piratas". Mas, segundo Lopes, essa suposta economia pode acabar saindo ainda mais cara que o valor de um acessório original. "Além do risco de você pegar um vírus, há uma grande chance de o produto de procedência duvidosa afetar a saúde de seu aparelho."

Em nota, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) informou que possui regulações sobre certificação de baterias e carregadores (Resolução nº 481, de 10 de setembro de 2007 e Resolução nº 442, de 21 de julho de 2006) e que os acessórios que respeitam esses requisitos apresentam garantias aos usuários quanto ao desempenho elétrico. "A certificação é uma etapa necessária para que o equipamento obtenha a homologação da Agência. Sem a homologação, os produtos de certificação obrigatória não podem ser comercializados no país."

4. Evite pegar carregadores emprestados
"Um novo modelo de serviço que está se expandido no mercado é o empréstimo de carregadores em lugares públicos ou publicados --baladas ou em qualquer estabelecimento", afirma o professor da Mauá, que recomenda que os usuários se certifiquem que o acessório seja original. "Na dúvida, o melhor é ficar sem bateria, mas resguardar todos os seus dados", diz Lopes.

5. Certifique-se da procedência dos computadores que servirão de transmissão de energia
Evite plugar o seu celular via USB em computadores/tablets públicos ou em qualquer outro dispositivo que você desconheça a procedência. Certifique-se que o computador que servirá de transmissor de energia não esteja contaminado, e que ele tenha um antivírus instalado e atualizado. "Você até pode conhecer a procedência do computador, mas se houver um vírus instalado nele, certamente poderá infectar o seu celular", relatou Oliveira.

6. Faça a recarga com o celular desligado
Essa é a dica de ouro, como apontou o especialista em segurança da informação. "Com o celular desligado, você protege todas as informações que estão armazenadas no dispositivo e consegue carregar a bateria de uma maneira muito mais segura."

7. Se não for possível desligar o smartphone, opte por desligar a transferência de dados
Mesmo não sendo uma medida tão efetiva como desligar o smartphone, a opção de desativar a transferência de dados pode ser uma alternativa paliativa para aqueles usuários que não podem ficar com o celular desligado enquanto aguarda a carga ser completada.  "Um aplicativo malicioso pode ativar, sem que o usuário perceba, a transferência de dados. Por isso, essa não é a opção mais segura", explica Oliveira.

Fonte: Bol 


Google anuncia o fim do suporte ao Android Jelly Bean

Entenda os riscos do fim do suporte ao Android Jelly Bean

Infotech Dheyno Firmino 17 de janeiro de 2015 09:40h

Os usuários do Android Jelly Bean 4.3 e versões anteriores deixarão de receber oficialmente pela Google uma das atualizações de segurança mais importantes para o sistema. Estamos falando da ferramenta WebView, que fornece aos apps a capacidade de abrir sites internamente sem precisar direcionar para outros programas. 

Durante esta semana, a Google anunciou que deixará de fornecer oficialmente updates direcionados a essa plataforma. A grande questão é que a falta de manutenção de segurança nesse espaço eleva as possibilidades de invasões por hackers. Isso porque, assim como navegadores comuns, o WebView acaba sendo uma porta de entrada caso um invasor passe a explorar falhas nesse sistema.

Como essas brechas não serão mais corrigidas e identificadas pela Google, os dispositivos passam a ficar expostos a essas vulnerabilidades. No entanto, os desenvolvedores de softwares poderão criar atualizações constantes de segurança para localizar e proteger os usuários de possíveis falhas dentro dos seus aplicativos.

Com todo esse risco, uma dica superimportante para manter o seu dispositivo protegido é contar com um app de segurança instalado. O PSafe Total Android é uma opção segura e eficaz, que ajudará você a manter o seu smartphone a salvo de vírus e invasões.


Fonte: Blog Psafe

Retornando as atividades da Infotech

...depois de um tempo!

Infotech Dheyno Firmino 16 de janeiro de 2015 08:48h


Caro amigo visitante da nossa Infotech, saudações!

Depois de um tempo sem atividades em nossa coluna deste querido site Piripiri40graus que por sinal é tão prestigiada por todos vocês internautas, estamos de volta com muitas novidades e atualizações.
Obrigado você por aguardar pacientemente o nosso retorno e continue nos visitando no melhor site de notícias da nossa região, Piripiri40graus.com.
Seja sempre bem vindo!