Cada Falso

FOGOS DE ARTIFÍCIO: tem gente cega, surda e muda!

E pensa que todos os outros também são.

Cada Falso Willekens Van Dorth 06 de setembro de 2016 19:12h

APESAR do Código Eleitoral; 

APESAR da Portaria TSE nº 04/2016; 

APESAR da Resolução TSE nº 23.457/2015; 

APESAR dos artigos 251 e 253 do Código Penal Brasileiro; 

APESAR dos artigos 21, I, 112 e seus cinco parágrafos e do artigo 240, III, todos do Decreto Federal nº 3.365/2000; 

APESAR dos artigos 28, parágrafo único, e 42 da Lei de Contravenções Penais; 

APESAR do artigo 54 da Lei Federal nº 9605/1998; 

APESAR do artigo 225 da Constituição Federal; 

APESAR do uso indiscriminado de fogos de artifício em áreas urbanas e rurais gerarem inegáveis desconfortos à população, à fauna silvestre, à flora nativa e aos animais domésticos; 

APESAR dos fogos de artifícios provocarem queimadas, principalmente no período mais quente e seco do ano, causando danos ao meio ambiente; 

APESAR de não termos Corpo de Bombeiros e nem Brigadas de Incêndio; 

APESAR do uso de fogos de artifício não trazerem nenhum benefício à democracia, à livre escolha de candidatos e propostas...  O uso e abuso indiscriminado de fogos de artifício além de não ajudar, atrapalha e muito o processo eleitoral porque trás danos à cidade, aos cidadãos, à fauna, à flora e aos animais domésticos.

TEM CANDIDAT@ QUE NÃO QUER ABRIR MÃO DE USAR E ABUSAR DESSE DANO À SOCIEDADE, ÀS PESSOAS, AOS ANIMAIS DOMÉSTICOS E AO MEIO AMBIENTE! 

É CONQUISTA OU CAÇA? ENTÃO VAMOS CASSÁ-L@S!

Willekens Van Dorth

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É com grande pesar... fica o peso... 

PIRIPIRI: dossiê sobre dez “personalidades” da cidade

Documento envolve ao todo pelo menos cem pessoas, a maioria forasteiras

Cada Falso Willekens Van Dorth 04 de janeiro de 2016 10:17h

         

Políticos com mandato e sem mandato, empresários, policiais militares e civis, novos ricos e playboys: essa é a lista de nomes que compõe talvez o maior cadastro sobre personalidades, atuações, vida pessoal, íntima, pública, profissional e financeira, além de ações delituosas e até criminosas em Piripiri e cidades vizinhas.

Toda essa documentação mostra que Piripiri virou um centro de inteligência do crime organizado, com nível de hierarquia, gerentes e grupos voltados para ações específicas. Possuem tentáculos em pelo menos dez cidades vizinhas, com ações criminosas em todas elas. Não é à toa o aumento vertiginoso de venda de drogas, furtos, roubos, arrombamentos a comércios, agências lotéricas, correios e bancos em toda essa região.

O documento sobre dez “personalidades” envolve ao todo pelo menos cem pessoas e apresenta uma emaranhada teia de ligações perigosas entre comércio, política, polícia, compra de votos, nepotismo, uso de instituições públicas, negócios ilícitos, contrabando, sonegação de impostos municipais, estaduais e federais, enriquecimento ilícito, riqueza “sem causa”, “laranjas”, lavagem de dinheiro, venda de drogas, armas, corrupção de servidores públicos, homicídios, latrocínios, execuções, acertos de contas, arrombamentos, furtos e roubos, prostituição e até a vida íntima, privada, sexual e traições conjugais.

Todo o material em papel, áudio e imagens está digitalizado: documentos pessoais, contratos, fichas policiais, processos judiciais, convênios, compra e venda de imóveis e veículos, recibos, promissórias, documentos de “gaveta” que não podem e nem foram registrados, fotografias, vídeos e áudios. Tudo salvo nas “nuvens”, que se refere a locais na Internet, em que você pode salvar todo tipo de informação e acessar facilmente esse material usando um computador, telefone, TV ou outro dispositivo com conexão à Internet.

Esse “dossiê” pode ser visualizado por qualquer aparelho de acesso à internet, de qualquer lugar, desde que possua a senha e o programa para leitura, uma vez que todo o acervo está criptografado. Toda a alimentação do banco de dados é feita em Piripiri, muito embora por questões de segurança, pessoas em Brasília tenham acesso ao acervo, sem no entanto poder alterar ou deletar os dados. Os nomes “cabeças” constantes nesse dossiê fazem parte também da lista dos primeiros suspeitas em caso de qualquer ameaça contra os responsáveis por todo esse material, até porque há prova robustas contra muitos crimes.

E como a informação sobre esse dossiê vazou? Todo segredo tem sua chave... toda chave tem seu segredo... e todo segredo um dia é revelado!

O maior problema de guardar tanta informação sigilosa e bombástica nas nuvens é a possibilidade de uma chuva... de mandados de prisão, buscas e apreensões, o que já vem acontecendo. Agora é aguardar exonerações e cassações! Inclusive vitórias e derrotas eleitorais. São Pedro tem a chave do céu, mas não da cadeia!

Willekens Van Dorth

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"Suspeitos de um crime perfeito. Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos."

AEDES: um país inteiro refém de um mosquito

Políticos são os maiores males dos brasileiros

Cada Falso Willekens Van Dorth 16 de dezembro de 2015 08:40h

       

A falta de políticas públicas em ações básicas de saúde e prevenção nos colocou em uma situação calamitosa: um mosquito deixando todo o país doente, seja com febre amarela, dengue clássica e hemorrágica, chikungunya e zika; seja pelo medo e vulnerabilidade em que nos encontramos.

O Aedes aegypti (aēdēs do grego "odioso" eægypti do latim "do Egito"), proveniente do continente africano, é uma referência a seu papel como transmissor de doenças perigosas para o homem.

E para piorar, o zika vírus é o responsável pela microcefalia em fetos. Quase 200 casos foram confirmados e outros mais de dois mil casos de má formação estão sob investigação. A microcefalia é uma doença em que a cabeça e o cérebro são menores que o normal para a sua idade, influenciando o desenvolvimento mental. Podemos ter uma geração de crianças totalmente dependentes para comer, se mover e fazer suas necessidades.

O controle do Aedes aegypti é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, em média de 80 a 100. O ovo desse inseto pode permanecer por até um ano em estado de latência na natureza, antes de eclodir e dar origem a um novo ser. Uma vez imersos em água, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o mosquito adulto. Como em quase todos os outros mosquitos, somente as fêmeas se alimentam de sangue para a maturação de seus ovos e pica durante o dia, ao amanhecer e ao entardecer; os machos se alimentam apenas de substâncias vegetais e açucaradas.

Aedes aegypti foi introduzido na América do Sul através de barcos provenientes da África. No Brasil, o mosquito havia sido erradicado na década de 1950. Entretanto, nas décadas de 1960 e 1970, voltou a colonizar esse país, vindo dos países vizinhos que não conseguiram a total erradicação. E hoje domina todo  nosso território.

Qual o melhor combate contra esse inseto? Com práticas simples, limpando praças e logradouros públicos, removendo água parada, mantendo limpos terrenos e jardins. Simples!

Mas a omissão, principalmente dos gestores municipais, em não agir com ações básicas de saúde pública, na prevenção, no controle fitossanitário em locais que tenham focos do mosquito, na falta campanhas de conscientização e de educação, na falta de fiscalização, de penalização de proprietários de imóveis que são verdadeiros criadouros de insetos, em não fazer cumprir legislação municipal que obriga esses donos de imóveis a mantê-los limpos, sem entulho, sem lixo, com muro e calçada.

Sem ações eficientes e eficazes direcionadas para os criadouros, nenhuma outra atitude nos livrará desse mal.

Willekens Van Dorth

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Quando um mosquito nos derruba, passou da hora de derrubar muitos políticos.

BRASÍLIA: capital da $ORTE

Sete razões para apostar na Capital do Brasil

Cada Falso Willekens Van Dorth 30 de novembro de 2015 11:01h

       

01 - Em novembro de 2015 o maior prêmio do ano da Mega-Sena no valor de 205 milhões de reais do concurso nº 1764 saiu para uma aposta feita em Brasília-DF.

02 - Antes, em outubro desse mesmo ano (2015), uma aposta feita na capital federal levou mais de R$ 47 milhões.

03 - Em 2012, um dos vencedores da Mega-Sena fez a aposta na Lotérica da Corujinha, no Lago Sul, e dividiu o prêmio de R$ R$ 14.192.091,41 com mais um apostador, de Estrela do Norte (SP).

04 - Em 2011, com aposta feita na Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília, o sortudo levou sozinho o prêmio total de R$ 177 milhões da Mega da Virada.

05 - Já em 2010, houve dois apostadores vencedores da capital federal. Em agosto, outro brasiliense foi um dos quatro ganhadores do prêmio de R$ 72 milhões e levou R$ 18 milhões. No início do ano, em janeiro, um apostador do DF levou sozinho o prêmio de R$ 14 milhões.

06 - Ainda em 2010, com apenas uma aposta na Loteria União, em Brazlândia-DF, um brasiliense foi um dos quatro grandes ganhadores da Mega da Virada. Ele e os outros acertadores (dois de São Paulo e um de Mato Grosso) dividiram o prêmio de R$ 263 milhões. Cada um recebeu R$ 65 milhões.

07 - Em 2009, na primeira edição do prêmio da Mega da Virada, a aposta sorteada foi feita na lotérica da Rodoviária Interestadual de Brasília e os vencedores levaram R$ 72 milhões.

Willekens Van Dorth

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Às vezes a sorte é mais forte que a lei das probabilidades.

CASO GONZAGA: antecipando os laudos papiloscópico e toxicológico

O primeiro laudo saiu como "morte natural". Você acredita nisso?

Cada Falso Willekens Van Dorth 03 de novembro de 2015 15:18h

        

Pois bem: um mês antes da Polícia Civil informar oficialmente a causa da morte, já havíamos publicado que o laudo sairia como morte natural. E... bingo: Acertamos! 

Agora antecipamos os dois últimos laudos: o papiloscópico não localizou impressões digitais na moto... nem as digitais do próprio Luiz Gonzaga Mendes de Sousa. Acho que ele pilotava a moto levitando sobre ela, sem nem 'triscar' na moto; 

E o laudo toxicológico onde nenhuma substância foi encontrada. Só não sei como a Polícia vai explicar a causa do Gonzaga ter vomitado tanto antes de ser sequestrado, quando estava a sós em companhia de uma mulher casada e ela foi a última pessoa a estar com ele, a vê-lo com vida, inclusive presenciando a crise de vômitos... causada por...? E o marido dela? Por que não foi ouvido? Ele é mais do que uma simples testemunha...

Com relação ao sigilo telefônico, é tão sigiloso que nem a própria polícia soube decifrar!

A pergunta que não quer calar: quem fez isso com o Gonzaga da Farmácia? Aliás, quem mandou fazer?

Willekens Van Dorth

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A luta contra o crime organizado é muito difícil, porque o crime é organizado, mas todo o restante não é.

PROFESSOR: a luz do mundo

Todo dia é dia, toda hora é hora

Cada Falso Willekens Van Dorth 15 de outubro de 2015 11:56h

15 de outubro: Feliz dia do Professor!


Willekens Van Dorth

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"A primeira fase do saber, é amar os nossos professores."
Erasmo

SOBRE A PUBLICAÇÃO DAS FOTOS DO CASO GONZAGA DA FARMÁCIA

Tão grande quanto a dor da perda é a dor de ver, não as imagens, mas a injustiça

Cada Falso Willekens Van Dorth 05 de outubro de 2015 20:38h

       

A publicação da imagem do corpo do tio Gonzaga é para mostrar a incoerência do posicionamento da perícia e chamar atenção para o caso, para que não caia no descaso, como tantos outros casos. Por acaso, eu sou a família também. 

Eu encontrei o corpo do meu tio. Eu o reconheci. Eu me dediquei todos os dias o dia todo, nesses dez dias, fazendo buscas em estradas, matagais, casas abandonadas, às vezes pedindo o auxílio da Polícia, incansavelmente, até chegar no corpo. 

Desrespeitosa e desnecessária, aliás, omissa, foi a demora da Justiça em decretar a quebra do sigilo telefônico. Por conta dessa inoperância, encontramos o corpo já em alto estado de decomposição, o que está dificultando e talvez até tornando sem efeito a resposta dos exames cadavéricos. 

Quer dizer que todos com certeza viram as imagens, receberam, compartilharam e comentaram... e até levaram adiante comentários maldosos... mas isso pode? O outro, ou os outros, é que não podem? Eu posso mas o outro não? 

Desrespeitoso é político corrupto ficha suja como aqui está cheio, que coloca outras pessoas para se candidatar no lugar porque não pode mais. 

Desrespeitoso é ser bandido, defender bandidos, assassinos, políticos corruptos... Sinceramente... Quem aqui pode falar de bom senso? Poucos! Pouquíssimos... Hipócritas!!!

Willekens Van Dorth

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Nem tudo o que parece é... mas tudo que é, parece!

GONZAGA: o mistério continua. Corpo já foi liberado pelo IML

Deverá chegar em poucas horas a Piripiri para sepultamento

Cada Falso Willekens Van Dorth 03 de outubro de 2015 09:14h

     

O corpo de Luiz Gonzaga Mendes de Sousa, o ¨Gonzaga da Farmácia" foi encaminhado para o IML em alto estado de decomposição. A perícia examina possíveis marcas de violência no corpo, mas não haviam marcas de perfuração por faca e nem por bala, e a parte dos órgãos internos: nos pulmões, se houve asfixia ou afogamento; estômago, fígado e rins se há evidências de envenenamento... Também nenhuma marca visível de fratura... Há de se dizer que o Gonzaga não bebia.

Por incrível que pareça a moto estava intacta, sem nenhuma avaria, e desligada, com a chave de ignição na posição "off", "desligada". E ele não estava de bruços como é comum nesses acidentes. Também é comum calçados saírem dos pés, o que não aconteceu. Também não há marcas de frenagem e derrapagem no asfalto e nem marcas de impacto no pneu da moto e nem na roda. O corpo estava ao lado da moto e não à frente, como também é comum em acidentes. O capacete estava ao lado do corpo e não na cabeça e nem arremessado à distância. Também não estava de óculos, como sempre.

Roupas (calça e camisa), sapatos  e capacete intactos, nenhuma parte rasgada, destruída ou ralada como acontece em casos de acidente com moto...

Carteira, documentos, dinheiro e celular do Gonzaga estavam nos bolsos, intactos...

Corpo e moto vermelha a dois metros do acostamento da BR 222, em um declive leve, que em caso de acidente não causaria a morte de uma pessoa,  à esquerda, do lado da torre da Embratel, em um ponto visível, que qualquer pessoa perceberia se o corpo estivesse lá todos esses dias. Haviam trabalhadores na torre esses dias, que tem uma visão ampla, e não viram nada. Na margem direita existe casa habitada que por todo esse tempo não percebeu nada e nem o mal cheiro que ontem estava insuportável.

Pessoas costumam fazer caminhada no local e praticar ciclismo e nunca viram ou sentiram nada. Não houve incidência de urubus e nem marcas da ação dessas aves no corpo. A Polícia esteve na área, na margem direita da BR, dias antes.

Fomos o primeiro a chegar ao local, junto com a equipe da Rádio FM Cidade de Piripiri e com a vereadora Jôve Oliveira, .. e fui eu, sobrinho da vítima, que reconheci o corpo, registrei as primeiras imagens e percebi todas essas evidências...

No local já aconteceu várias ¨desovas¨de corpos ao longo dos anos. Ou seja...

Agora é aguardar o resultado da perícia no corpo e da quebra do sigilo telefônico, que o Judiciário demorou tanto a decretar. Segundo eu soube por fonte da segurança pública, podemos ter muitas surpresas...

O IML já fez os exames de praxe, recolheu material para pesquisa posterior e o corpo virá ainda hoje, em poucas horas, para Piripiri, onde ocorrerá o sepultamento.

Willekens Van Dorth

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Tantas perguntas a serem respondidas... Tantas respostas vazias...

PIRIPIRI: cortina forte de fumaça cobriu a cidade

Foi na noite desta quarta, 16/09

Cada Falso Willekens Van Dorth 17 de setembro de 2015 13:36h

        

Na noite desta quarta,16 de setembro, Piripirii ficou encoberto por uma forte cortina de fumaça em toda a cidade, proveniente de queimadas em propriedades, terrenos e quintais.

A fumaça muito densa adentrou em todas as residências, causando problemas sérios e agravando a saúde de crianças, idosos e pessoas com problemas pulmonares, cardíacos e com alergia respiratória.

Queimada é crime ambiental, independete da pessoa estar fazendo uso do fogo no seu quintal, no seu jardim ou em sua propriedade, porque causa danos às vezes irreparáveis a um bem comum, como o ar que respiramos, a mortandade de animais silvestres, de árvores e a destruição do habitat natural de várias espécies. Além de secar mananciais de água.

A saída é denunciar os criminosos que ateam fogo, agindo agora na calada da noite para tentar esconder o ato criminoso. As denúncias podem ser encaminhadas ao Ministério Público com o Dr. Nivaldo Ribeiro inclusive de forma anônima, registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia, ligar para a Polícia Militar ou ainda utilizar a Linha Verde do Ibam, 0800 61 8080, com ligações gratuitas 24 horas por dia.

Queimadas estão previstas como crime ambiental na Lei Federal nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), que dispõe sobre as sanções penais e administrativas contra atos lesivos ao meio ambiente, como multas e detenções.

As queimadas também podem ser enquadradas como incêndios criminosos se tiver como consequência danos a propriedades públicas ou privadas ou ainda causar a morte de pessoas, de acordo com o Art. 250 do Código Penal.

Piripiri já não possui Corpo de Bombeiros, apesar de ser a terceira cidade do Piauí, e para agravar a situação não se vê vontade da gestão municipal de criar uma Brigada Municipal Contra Incêndios, seja formada por servidores públicos ou voluntários, e nem instituir uma Guarda Municipal, que ajudaria pelo menos na segurança dos imóveis e bens públicos, como acontece em tantas outras cidades.

Willekens Van Dorth

DE NOVO: mesma região do centro de Piripiri fica às escuras pela segunda noite

Depois de 12 horas sem energia, agora foram 04 horas

Cada Falso Willekens Van Dorth 01 de setembro de 2015 08:07h

A Eletrobras para manter o padrão... de péssima qualidade, na noite de segunda, 31/08, até a madrugada dessa terça, deixou parte da região do centro de Piripiri sem energia elétrica. Por coincidência, mesmo setor que passou a noite anterior e toda a manhã de segunda sem energia! E para piorar, alternando falta total de energia com altos picos de tensão... muito prejuízo para os clientes donos de residências e comércio.

E a incompetência, o descaso, a omissão, a irresponsbailidade são tantas que em nenhum momento a distribuidora se manifestou. Não deu sequer uma explicação sobre os frequentes cortes de energia.

Será que essas tantas horas de falta de energia virão como desconto na próxima fatura?

ELETROBRAS: INCOMPETÊNCIA TEM NOME...

VAQUEIRO: o herói do sertão nordestino

O Piauí é reconhecido como a "Terra do Vaqueiro"

Cada Falso Willekens Van Dorth 29 de agosto de 2015 17:51h

                

O dia do Vaqueiro foi instituída através da Lei federal nº 11.797/2008, quando o dia 29 de agosto entrou para o calendário oficial das comemorações nacionais. O projeto de Lei é de autoria do deputado federal piauiense Nazareno Fonteles (PT).

O Vaqueiro é uma figura representativa da cultura brasileira, especialmente do sertão nordestino. Segundo o prójeto de Lei, o Vaqueiro é "formado pela fusão de diversas raças, tem no gado, no cavalo e na música seus grandes companheiros, razões que o tornam um legítimo representante da cultura popular brasileira."

"Questões históricas justificam a escolha desta data para comemorar o Dia Nacional do Vaqueiro. No estado do Piauí, no dia 29 de agosto de 1944, foi organizada a primeira passeata de vaqueiros do Brasil, que já acontece há mais de 60 anos na cidade de União, município distante 59 km da capital Teresina. È a maior festa de vaqueiros do Brasil, contando com a participação, sempre crescente de cerca de mil vaqueiros. 

O Coral do Vaqueiro, organizado pelos vaqueiros de União no ano de 1987, também revela um pouco da história deste grupo e do Brasil. Contando com 40 (quarenta) componentes, entre vozes masculinas e sanfoneiros, tem sido homenageado em diversas oportunidades como sendo legítimo representante do folclore nordestino e piauiense.

 Também na cidade de União, cidade natal do Patrono dos Vaqueiros do Brasil, o Vaqueiro José Serafim, no ano de 1984, foi fundada a primeira Associação de Vaqueiros do Brasil, representando um marco na luta dos vaqueiros por justas condições para o trabalhador pecuário, titular, como todos os brasileiros, dos direitos trabalhistas assegurados pelas normas pátrias."

A atividade presente especialmente na região Nordeste, existe há muito tempo, mas só recentemente foi reconhecida como profissão. Em 2013 a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei federal nº 12.870, que regulamenta a profissão de vaqueiro no País.

De acordo com a legislação, vaqueiro é o profissional que trata, maneja e conduz animais como bois, cavalos e outros de pastoreio.

A lei define ainda como papel desse profissional o treinamento de animais para eventos esportivos. Essa é uma das conquistas da categoria.

A figura do vaqueiro é icônica no Brasil. Para o Nordeste é indiscutivelmente, um símbolo de resistência e tradição. E o grande Luiz Gonzaga imortalizou esse guerreiro nordestino, pelo gibão, o chapéu de couro e pelas músicas.

                   

Feliz dia dos Pais... e dos Filhos

Todos somos Pai & Filho de alguém, para alguém

Cada Falso Willekens Van Dorth 09 de agosto de 2015 11:15h

         

                          Em nome do Pai, do Filho, da Família e do Amor!

Willekens Van Dorth

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Seja um Pai para seu Filho; seja um Filho para seu Pai... enquanto há tempo!                

BARBÁRIE: bárbaros e barbarismo em nossas barbas

“Olho por olho deixa todo mundo cego”

Cada Falso Willekens Van Dorth 30 de maio de 2015 11:06h

        

Sobre a barbárie de Castelo do Piauí, vi postagens públicas de populares se manifestando a favor da pena de morte por decapitação, fuzilamento, queima em praça pública, violência sexual contra os agressores, prisão perpétua, castração química e física, esquartejamento... enfim, uma série de atos tão ou mais brutais quanto os praticados pelos acusados.

Que tudo isso venha de populares, leigos, cidadãos aterrorizados e revoltados com tamanha brutalidade é até aceitável.

Agora, quando profissionais da área de educação, saúde, direito, externam isso em redes sociais, blogs e portais é inaceitável. E o pior quando se trata de ocupantes de cargos públicos, como autoridades policiais, políticos e legisladores.

Em se tratando de comunicadores, formados ou não, mas formadores de opinião, como vi tantas manifestações sem qualquer respaldo legal, moral, social, é pior ainda!

O ato cometido pelos acusados é de um barbarismo sem tamanho, desumano, perverso e por isso não há como ter clemência! Mas existe um ordenamento jurídico e legal no Brasil. E esses profissionais formados e formadores de opinião devem conhecer muito bem. Aplique-se a Lei para o caso!

Não há como vir com falácia, populismo, penalizações sem fundamento legal nenhum, inclusive a maioria desses profissionais cometendo crimes de incitação à violência, postando fotos de adolescentes, vítimas e agressores, em total discordância com a legislação vigente, que trata essas atitudes como infração, punível na forma da lei.

No caso das vítimas, a publicação de fotos e nomes é uma revitimização, uma exposição ridícula, desnecessária e ilegal. Tal como a postagem de imagens dos adolescentes acusados. Lei é lei e tem que ser cumprida. Como querer justiça se não a fazemos?

Como ser contra atos bárbaros e desumanos se externamos o desejo de que se faça justiça com as próprias mãos, com um elenco de penalidades ilegais, cruéis e tão ou mais bárbaras que os atos bárbaros? Então uma barbárie justifica a outra?

Vi autoridade policial reivindicar castração química para os acusados. Mas como? Operador do Direito não conhecer a lei? Isso não é legalizado no Brasil. Existe o Projeto de Lei nº 5398, que tramita na Câmara dos Deputados desde 2013 sobre o assunto. Mas nunca foi aprovado.

E mesmo que a castração química tivesse sido aprovada, pela proposta, na primeira condenação o criminoso beneficiado pela liberdade condicional poderá ‘voluntariamente’ ser submetido, antes de deixar a prisão, ao tratamento hormonal. Só à partir da segunda condenação, uma vez beneficiado pela liberdade condicional, o criminoso será obrigado a passar pela castração química.

Não sou a favor do crime, nem de criminosos. Mas não posso me tornar um, me igualar a um deles, com publicações sem fundamento legal nenhum e ainda com teor criminoso. Quem é à favor de crimes e de criminosos são esses ditos e tidos profissionais que fazem postagens desse incitando ódio, rancor, violência e ilegalidades!

Aí me perguntam: e se fosse com uma irmã ou filha sua? Ainda bem que não foi, pois assim tenho isenção para falar sobre o assunto. Caso contrário estaria cheio de revolta, o que é absolutamente normal. E é essa isenção, esse distanciamento pessoal e emocional que permite que verdadeiros profissionais ajam como tal, assim como acontece com membros do Ministério Público, magistrados e demais operadores do Direito, que no caso de ligação familiar são impedidos de atuar em alguns casos, para que de fato se faça justiça.

“Leva eles prá tua casa”... Não é assim que se resolve um problema que não é pessoal e nem localizado: é social e nacional. A Lei vigente para esses casos é a federal nº 8.069, o Estatuto da Criança e do Adolescente, que esse ano faz 25 anos e nunca foi colocado em prática.

O Estatuto da Criança e do Adolescente elenca uma série de medidas socioeducativas para os casos de infrações cometidas pelos jovens. Assim como trata de medidas protetivas, desde a tenra infância, para que não se chegue a esse ponto, inclusive com intervenção familiar. E isso é colocado em prática? E de quem é a culpa? Dos adolescentes? Ou dos nossos políticos que não fazem valer a lei?

“O problema do menor é o maior”, como já dizia o filósofo Carlito Maia. Vocês já perceberam que na grande maioria dos casos de violência extrema praticada por adolescentes, há sempre um maior envolvido? Quem incita esses garotos? Quem fornece a droga para esses jovens? Quem os violenta fisicamente, psicologicamente e sexualmente? Quem é omisso com eles em casa, na escola e na sociedade? Quem não faz cumprir a lei na proteção de crianças e adolescentes? Quem não coloca em prática políticas públicas para os jovens? O problema é bem ‘maior’... mas é mais fácil culpar os outros, no caso, a parte mais frágil!

Esses adolescentes já vinham apresentando problemas, ou reagindo a situações de conflito familiar, pessoal, social e com a lei. E o que foi feito para resolvê-los? Qual intervenção dos operadores do Direito, Conselho Tutelar, família, Escola e Sociedade para que não se chegasse a esse ponto? Omissão? Aqui em Piripiri estamos vivenciando situações exatamente iguais de adolescentes e até crianças em uma crescente ação de atos violentos. Também vamos esperar o mesmo resultado... ou pior? É questão de tempo. Há tempos! Aliás, passou do tempo há muito. Mas ninguém faz nada! E depois do pior, vem os 'justiceiros', carniceiros, gritar e aclamar o ódio, a violência, a justiça feita pelas próprias mãos. Mas que mãos? Mãos sujas pela omissão?

O que fazer com esses adolescentes e tantos outros milhares que estão em conflito com a lei em todo o Brasil e aqui em Piripiri se vê o aumento considerável desses atos? Matar? Não, não pode! Tem que resolver esse problema dentro da legalidade. Pedir prisão perpétua para eles? Impossível! A legislação menorista prevê no máximo três anos de internação. E pronto! E da maneira com que tratarmos esses jovens, eles nos tratarão, ou muito pior, quando retornar ao convívio social.

Tratá-los com a mesma barbárie? Esses garotos vão crescer e se tornarem pior. Quem vai pagar a conta? Todos nós! Por isso a saída é atuar lá no início, quando a criança começa a mostrar rebeldia, evasão escolar, atitudes e palavras violentas. Aliás, tem que começar antes disso, atuando na família, com intervenção do Estado, do Conselho Tutelar, da Escola, da Sociedade. Depois fica muito mais difícil como temos visto.

Não há como fazer campanhas de pena de morte e qualquer outro tipo de pena cruel, desumana e degradante para os acusados. Isso não está previsto na legislação. E se o Congresso Nacional aprovasse hoje todas essas penas, os acusados do caso de Castelo do Piauí não seriam afetados por essa nova lei, que não pode retroagir, se não para beneficiar. E isso está na Lei!

Sou humano, sou cidadão, sou profissional de comunicação, sou cristão. E quem se diz cristão não pode incitar o ódio, a violência, o “olho por olho e dente por dente”. Isso é desumano, anti-cidadão, anti-profissional e nem um pouco cristão. Peçamos Justiça! Isso basta!

Vamos ler um pouco mais, entender um pouco mais do tema, sermos mais humanos, cidadãos, profissionais e cristãos, e deixar de jogar para a platéia, de levantar falsas bandeiras - ou bandeiras de guerra - para não nos tornarmos iguais a tudo que lutamos contra. Além de não ajudar, piora e muito!

Amém? 

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"Enquanto houver Criança e Adolescente, haverá futuro. Quanto melhor o presente de nossas Crianças e Adolescentes, melhor o futuro de todos nós." Willekens Van Dorth

       

FRANKENSTEIN: o criador e a criatura

A criação de um monstro pode se tornar real

Cada Falso Willekens Van Dorth 15 de maio de 2015 19:20h

       

Victor Von Frankenstein, um estudante de química, biologia, filosofia natural e anatomia, interessado pelas ciências naturais, mas acaba estudando livros de mestres alquimistas.

Empenhado em descobrir os mistérios da criação, Victor estuda arduamente e acaba encontrando o segredo da geração da vida. Frankenstein então dedica-se a criar um ser humano gigantesco. E após algum tempo, obtém sucesso.

Frankenstein construiu um monstro horrível em seu laboratório com pedaços de cadáveres costurados e reanimados com uma descarga elétrica numa noite de tempestade. 

Ao descobrir que é rejeitada por todos, a criatura resolve se vingar de seu criador. Por onde passa, Frankenstein deixa um rastro de morte e vingança.

Ao contrário da forma como se tornou popular no cinema, a criatura de Frankenstein não era verde e sim amarela, como a própria autora descreve no capítulo 5 da obra: "(...) Sua pele amarela mal cobria o relevo dos músculos e das artérias que jaziam por baixo; seus cabelos eram corrido e de um negro lustoso; seus dentes eram alvos como pérolas. Todas essas exuberâcias, porém, não formavam senão um contraste horrível com seus olhos desmaiados, quase da mesma cor acinzentada das órbitas onde se cravavam, e com a pele encarquilhada e os lábios negros e retos. (...)".

O monstro tão conhecido na literatura, no cinema e nas telas de TV, não se chama Frankenstein. Esse é, na verdade, o nome de quem o criou. Ele é chamado de “criatura”, “monstro”, “demônio”, “desgraçado” por seu criador.

O livro "Frankenstein" (ou "Prometeu Moderno") é de autoria da inglesa Mary Shelley (1797-1851), publicado em 1818.

Willekens Van Dorth

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Mas... de quem é a culpa mesmo: do criador... ou da criatura?

MENOS UM: Piripiri aos poucos vai perdendo todos os referenciais

Um presente sem passado não tem futuro

Cada Falso Willekens Van Dorth 16 de abril de 2015 17:54h

A memória coletiva de um povo norteia toda a sociedade, mostra um caminho já percorrido e objetivos a serem alcançados. Por isso a importância de todos os referenciais históricos, culturais, arquitetônicos, paisagísticos e ambientais.

Em Piripiri, entendem que preservação do patrimônio histórico e arquitetônico vai contra o progresso da cidade, contra a geração de emprego e renda. Por que será que estamos no terceiro mundo? Por que será que em todo o primeiro mundo, conhecido como “velho mundo”, pensam e agem exatamente ao contrário e talvez por isso, exatamente por isso, todo o patrimônio é preservado? E gera muitos dividendos?

Quantos turistas cidades como Paris e Roma recebem por ano? Quanto movimentam em dinheiro? Quantos empregos geram? E as cidades históricas de Minas Gerais? Nem precisa ir tão longe: por que será que em Pedro II se pratica uma política de preservação? Quem será que atrai mais turistas, Piripiri ou a “Suíça brasileira”? Por que só aqui tem que ser assim?

Estamos perdendo mais um pedaço de Piripiri, de nossa história, de nossa memória. E todos acham muito normal. Depois perguntam por que essa crise de valores, de princípios, de moral, de família. Estão quebrando os espelhos... que reflexos isso deixa? Como iremos nos ver? Olhar prá frente é tão importante quando olhar pelo retrovisor... Se estão cortando as raízes, como querem que floresça?

Willekens Van Dorth

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"Destruir um patrimônio histórico é nos machucar, é deixar nossos antepassados empoeirados como se nunca existissem. É matar toda uma nação rasgando assim a sua própria história."

BANCADA DO NORDESTE: Júlio César faz reunião para discutir a região

O deputado pede empenho dos parlamentares e governadores dos nove estados

Cada Falso Willekens Van Dorth 14 de abril de 2015 10:04h

O presidente da Bancada do Nordeste na Câmara Federal, deputado federal Júlio César (PSD) vai reunir na próxima quarta(15) as bancadas federais dos nove estados nordestinos, com os respectivos governadores, ministros da região, dirigentes do Dnocs, Sudene, Codevasf e BNB, além dos prefeitos das capitais, e os presidente das associações de municípios de cada estado, para discutirem incentivos para o desenvolvimento da região.

Segundo o deputado, o objetivo é discutir problemas comuns e, principalmente as dívidas dos estados e municípios, as alterações no pacto federativo e o tratamento que o Nordeste vem recebendo da União, em relação as outras regiões do País.

O deputado defende o projeto que cria a Zona Franca do Semiárido com ramificação em todos os estados do Nordeste para fortalecer e gerar mais emprego e renda na região. 

Júlio César pediu o empenho dos parlamentares dos noves estados e dos governadores para garantirem o desenvolvimento do Nordeste com ações como a reestruturação da Sudene, do Dnocs, do Banco do Nordeste e Codevasf.

“Acho que podemos aprofundar esse tema da Zona Franca do Semiárido Nordestino na reunião. É um projeto que surgiu em 2003, e que vai mudar radicalmente a economia, principalmente do semiárido”, comentou Júlio César, dizendo que o projeto traz as mesmas características que criaram a Zona Franca de Manaus.

“Eu peço que a Bancada do Nordeste nos apoie de forma total neste projeto, para termos o Nordeste realmente crescendo. E isso só acontece se mudarmos a economia.”, enfatizou Júlio César, dizendo ainda que estruturas como a Sudene, BNB, Codevasf e o Dnocs perderam a força para promover o desenvolvimento da região.

O coordenador da Bancada do Nordeste  disse que um encontro como este pode estimular e dar força a região, pela representatividade, para cobrar incentivos e investimentos diretamente da Presidência da República.

A Bancada do Nordeste na Câmara Federal é o segundo maior colegiado no Parlamento brasileiro englobando 151 deputados federais e 27 senadores, dos nove estados da Região.

Com informações do portal cidadeverde.com


JORNALISTA: o que seria do mundo sem a informação?

Parabéns pelo nosso dia!

Cada Falso Willekens Van Dorth 07 de abril de 2015 10:08h

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"Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade" (George Orwell)

CON$UMI$MO: Páscoa virou um festival de gastança

Se pensa em tudo, menos no sentido verdadeiro da vida...

Cada Falso Willekens Van Dorth 31 de maro de 2015 09:56h

A Páscoa virou um feriadão prolongado, um troca-troca de artigos de luxo, deixando de fora, excluindo quem não pode se deleitar com os "ovos de Páscoa" caríssimos, presentes e viagens. 

Esse festival de gastança, comilança e bebedança na época da Páscoa parece só perder mesmo para o Carnaval. Será?

Enquanto isso nas redes sociais e na igreja...

Mas na realidade...

Willekens Van Dorth

ADRIÃO NETO: discurso de recebimento do Título de Sócio Honorário

Uma aula de História do Piauí

Cada Falso Willekens Van Dorth 17 de maro de 2015 11:20h

Discurso de Recebimento do Título de Sócio Honorário da Academia Campomaiorense de Artes e Letras

Ao usar este gibão e este chapéu de couro, presto uma singela homenagem aos bravos vaqueiros e roceiros da macrorregião de Campo Maior, que lutaram na sangrenta Batalha do Jenipapo.

E assim trajado com este terno de couro, sinto-me tocado pela varinha mágica da Fada Madrinha, que retroagindo no tempo transporta-me para o povoado Lagoa do Camelo, na zona rural de Luís Correia, onde na minha adolescência brincava de vaqueiro esquipando no meu cavalinho de talo de carnaúba.

Esta reminiscência da minha infância mostra que desde criança eu já admirava e valorizava a figura emblemática do vaqueiro, este baluarte da colonização do Piauí, a quem devemos praticamente tudo, inclusive a nossa Independência.

Excelentíssimos Senhores representantes do Prefeito e da Presidente da Câmara Municipal de Campo Maior;

Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Piauí, Deputado Themístocles Filho, em nome de quem estendo minha saudação aos

Excelentíssimos Senhores Deputados Antônio Fêlix e Aluízio Martins, dignos representantes da “Terra dos Carnaubais” no Parlamento Estadual;

Excelentíssimo Senhor Presidente da Academia Campomaiorense de Artes e Letras, Escritor João Alves Filho, um dos baluartes de cultura de Campo Maior, onde também se destaca em outras áreas e atividades, inclusive na Maçonaria, e nos Lions, que recentemente o contemplou com o honroso Título de “Companheiro Internacional Melvin Jones”;

Excelentíssimo Senhor Escritor José Ribamar Garcia, digno representante da Academia Piauiense de Letras;

Excelentíssimo Senhor Presidente da Academia de Letras e Belas-Artes de Floriano e Vale do Parnaíba, Escritor José Bruno dos Santos, em nome de quem estendo minha saudação a todos os dirigentes de instituições culturais e a todos os escritores aqui presentes;

Excelentíssimo Senhor Escritor Homero Castelo Branco, Deputado Estadual por várias legislaturas, que em seu último mandato conseguiu a proeza de aprovar um dos seus mais importantes Projetos de Lei, o “Projeto” que deu origem à Lei no 5.507, de 17/11/2005, inserindo a data histórica da Batalha do Jenipapo na Bandeira do Estado do Piauí, em nome de quem cumprimento os membros da mesa e todas as autoridades;

Excelentíssima Musicista, Poetisa, Cantora e Compositora Maria de Carvalho Gonçalves, em nome de quem cumprimento a comitiva de Floriano e todos os convidados;

Excelentíssima Professora Maria de Fátima de Sousa Santos, minha esposa, em nome de quem cumprimento os meus familiares: Adrisa, Adrício, Adryann, Caleb, Betulina e Maria Sales, aqui presentes;

Meus senhores e minhas senhoras:

Nesta data histórica em que se comemora os 192 anos da Batalha do Jenipapo, uma das mais sangrentas lutas em prol da nossa Independência, tendo sido inclusive o fato marcante que a consolidou, constituindo-se numa das mais brilhantes páginas da História do Brasil, escrita com o sangue dos piauienses, cearenses e maranhenses, especialmente dos vaqueiros e roceiros da região de Campo Maior, é motivo de satisfação e contentamento comparecer a esta solenidade cívica e cultural para receber o honroso Título de Sócio Honorário da Academia Campomaiorense de Artes e Letras.

Sou muito grato a esta instituição cultural e aos poderes públicos, legislativo e executivo municipal desta terra querida e acolhedora, cognominada de “Terra dos Carnaubais” e de “Berço dos Heróis”, que em reconhecimento à nossa luta pela inclusão da data histórica da Batalha do Jenipapo na Bandeira do Estado do Piauí, além desta honraria que acabo de receber, me agraciaram com o Diploma do Mérito Bitorocara, a Comenda do Mérito Heróis do Jenipapo, o Título de Cidadão Campomaiorense e a inclusão do meu nome em uma das placas do Memorial Histórico de Campo Maior, erguido na praça Bonna Primo. Vale ressaltar também, que foi aqui em Campo Maior, no Monumento aos Heróis do Jenipapo, onde recebi a Comenda do Mérito Renascença do Piauí, outorgada pelo governo do Estado.

A ideia de homenagear o “13 de Março de 1823” na Bandeira do Estado do Piauí surgiu em Parnaíba, em plena Praça da Graça, no início de janeiro de 2005, quando, em debate com um grupo de intelectuais da cidade, me dei conta da grande injustiça do Estado em relação a esta data. Pois, como sabemos, o Calendário Histórico do Piauí registra três datas importantes e todas giram em torno do mesmo fato histórico – a adesão da então Província do Piauí ao processo de emancipação política do Brasil, desenrolada em três etapas:

A primeira ocorreu em “19 de Outubro de 1822”, data em que os parnaibanos comandados pelo Coronel Simplício Dias da Silva e pelo Juiz de Fora, Dr. João Cândido de Deus e Silva, juntamente com outras autoridades militares, civis e eclesiásticas, reuniram-se em praça pública fazendo eclodir um movimento separatista visando a emancipação política do Piauí em relação a Portugal e sua adesão ao Império de Pedro I.

A segunda aconteceu na madrugada do dia “24 de Janeiro de 1823”, data em que, depois de um meticuloso planejamento, aproveitando-se da ausência do Comandante das Armas da Província do Piauí, Major João José da Cunha Fidié, que havia se deslocado da capital para jugular o movimento parnaibano, o Brigadeiro Manoel de Sousa Martins (futuro Visconde da Parnaíba, que também foi vaqueiro) e seu irmão Tenente-Coronel Joaquim de Sousa Martins, auxiliados por vários oficiais, destituíram a Junta de Governo e proclamaram a adesão de Oeiras ao movimento separatista.

A terceira etapa desse histórico processo emancipacionista verificou-se em “13 de Março de 1823”, data em que, aqui nos arredores de Campo Maior, três dias após uma escaramuça contra as tropas portuguesas, ocorrida nas imediações da Lagoa do Jacaré, os heróis piauienses, cearenses e maranhenses, especialmente os vaqueiros e roceiros dessa valorosa região, comandados pelo Capitão Luiz Rodrigues Chaves, juntamente com o Capitão João da Costa Alecrim e com o Tenente campomaiorense Simplício José da Silva, dentre outros, participaram da sangrenta Batalha do Jenipapo, de elevado valor histórico, que, sem dúvida, foi a mais notável de todas as batalhas travadas em solo nacional em favor da emancipação política do Brasil.

Naquela ocasião, em Parnaíba, onde participei da acalorada discussão em que os intelectuais debatiam sobre a importância das três datas, inclusive sobre a defesa do “19 de Outubro” como o “Dia do Piauí”, instituído por Lei desde 1937, lembrei-me que o “24 de Janeiro” também recebeu uma homenagem oficial do Estado, que o incluiu no seu Brasão das Armas. No mesmo momento veio-me a ideia de homenagear o “13 de Março de 1823”, na Bandeira do Estado do Piauí.

Assim que retornei para Teresina, fui ao lançamento do livro da professora Cléa Resende Neves de Melo, na Academia Piauiense de Letras, onde para minha grata satisfação me encontrei com o apresentador da obra, o então Deputado Homero Castelo Branco. Ao nos cumprimentar com um cordial abraço, falei sobre a minha ideia e o pedi para assumir a paternidade do “projeto” junto à Assembleia Legislativa.

O Deputado abraçou a causa, mas me incumbiu de escrever uma tese defendendo a ideia, e assim o fiz publicando-a nos jornais locais, na Revista De Repente, na Internet e, posteriormente, no livro “A Epopeia do Jenipapo”, de nossa autoria.

Nessa mesma matéria, além de sugerir à Assembleia Legislativa para incluir o “13 de Março de 1823” na Bandeira do Estado do Piauí, sugeri também ao governo do Estado para, num ato de resgate à memória histórica, fazer uma homenagem aos “vaqueiros” e aos “roceiros” da região de Campo Maior no Monumento aos Heróis do Jenipapo.

Após a repercussão da matéria, contando com a simpatia dos intelectuais e da opinião pública de Campo Maior e com uma certa rejeição de alguns setores da intelectualidade e de outros segmentos da sociedade parnaibana, levamos o rascunho e as justificativas do projeto ao deputado Homero Castelo Branco, que se valendo da competente assessoria do seu chefe de Gabinete, Escritor Antenor de Castro Rego Filho e dos assessores jurídicos da casa, conseguiu dar os necessários encaminhamentos em tempo recorde e lograr êxito no plenário da Assembleia Legislativa, que o aprovou por unanimidade.

Logo após a votação do “Projeto de Lei”, o então governador do Estado, Wellington Dias, que, anteriormente, havia demonstrado simpatia a essa causa, mudando de lado, encomendou pareceres junto ao Conselho Estadual de Cultura e aos Departamentos de História das Universidades Federal e Estadual do Piauí para justificar seu “veto”.

Diante do aparente insucesso, Antenor e eu continuamos a luta ao lado do Deputado Homero Castelo Branco, que contando com o apoio das instituições culturais, clubes sociais, entidades de classe, Lions e Maçonaria de Campo Maior, conseguiu sensibilizar os parlamentares que, em votação secreta, derrubaram o veto do governador, garantindo assim a inclusão definitiva da data histórica da Batalha no Jenipapo, na Bandeira do Estado do Piauí.

A vitória política do Deputado Homero Castelo Branco nesta luta ferrenha em favor do “13 de Março” é a nossa vitória, é a vitória do povo de Campo Maior, é a vitória do Piauí, que ao estampar essa importante data histórica em sua Bandeira faz justiça aos Heróis do Jenipapo, que num ato de coragem e bravura empenharam suas vidas em prol da consolidação da independência política do Brasil.

Meus senhores e minhas senhoras,

Revitalizando minha sugestão de homenagear os vaqueiros e os roceiros da região de Campo Maior no Monumento aos Heróis do Jenipapo, renovo a proposta, para que o governo do Estado mande confeccionar duas esculturas em tamanho natural, uma de um vaqueiro e outra de um roceiro, armados de foice e em posição de luta, postadas, uma ao lado direito e outra ao lado esquerdo da estátua do Alferes Leonardo de Carvalho Castelo Branco, o famoso Leonardo da Senhora das Dores, representante da elite social, intelectual e militar piauiense, que, apesar de sua grande importância no contexto desse processo emancipacionista, tendo inclusive participado do movimento parnaibano e proclamado a Independência em Piracuruca e Campo Maior, não lutou na Batalha do Jenipapo, e somente no segundo governo de Hugo Napoleão seu busto passou a integrar aquele majestoso monumento.

Aproveitando o ensejo, conclamo as instituições culturais, aqui presentes, o Lions, a Maçonaria, a Associação Comercial, os Sindicatos, as Associações de Bairros e outras instituições locais, incluindo também, pelo menos um representante dos vaqueiros e outro dos trabalhadores rurais, para que, individualmente, ou sob a coordenação da Academia Campomaiorense de Artes e Letras, oficiem ao governo do Estado justificando a relevância da participação desse importante segmento social no contexto do processo emancipacionista do Piauí, e pedindo-lhe para que repare uma gritante injustiça histórica, homenageando esses humildes combatentes no Monumento aos Heróis do Jenipapo.

Convoco também o Presidente da Assembleia Legislativa, o Prefeito e os representantes de Campo Maior no Legislativo Municipal e Estadual para que abracem essa causa, pois como sabemos, até mesmo o “Soldado Desconhecido” é digno de homenagens, quanto mais esses bravos combatentes que escreveram, com seus próprios sangues, uma das mais belas páginas da História do Brasil.

O Excelentíssimo Senhor Governador Wellington Dias, que num canal de TV local, confessou seu sonho de adolescência em ser vaqueiro, agora tem a oportunidade de se redimir com a memória histórica, impedindo que as mandíbulas do tempo devorem essa aspiração do povo de Campo Maior e continuem a arrotar o gosto amargo dessa grande injustiça do Estado em relação a esses baluartes da colonização do Piauí e da nossa Independência.

Campo Maior, Piauí, 13 de Março de 2015.

Adrião Neto – Dicionarista biográfico, historiador, poeta e romancista. Autor de várias obras e da ideia da inclusão da data histórica da Batalha do Jenipapo (13 de Março de 1823) na Bandeira do Estado do Piauí – sugestão devidamente viabilizada pela Assembleia Legislativa (Lei no 5.507, de 17/11/2005, de iniciativa do Deputado Homero Castelo Branco).


RECEITA FEDERAL: Júlio César cobra repasse extra e transparência na arrecadação

Liberação de recursos dos estados e municípios retidos pela União

Cada Falso Willekens Van Dorth 16 de maro de 2015 23:06h

Durante um ciclo de debates na Associação Piauiense dos Municipios (APPM) sobre a reforma politica e a melhoria no repasse e na arrecadação para os municípios, realizado nesta segunda (16), o deputado federal Júlio César informou aos prefeitos que no dia 25, em Brasília, terá uma audiência com a direção da Receita Federal, para tratar da liberação dos recursos dos estados e municípios retidos pela União. Júlio César apresentou um projeto de lei para dar mais transparência aos dados de arrecadação da União. E um outro projeto ele propõe alterar a tabela de repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o que vai elevar os valores repassados para os municipios piauienses.

“Já estou com o projeto pronto. Com este documento, teremos um relatório completo sobre a transparência das transferências constitucionais. Queremos, inclusive, que no dia da audiência o presidente da APPM, Arinaldo Leal, nos acompanhe para ficar ciente das medidas que serão tratadas e, posteriormente, repassá-las aos demais prefeitos”, disse o deputado.

Segundo Júlio César, “os prefeitos, atualmente, vem pagando caro, por conta de arrecadações que a União não repassa para as cidades. São questões muito importantes. Os municipalistas têm que continuar participando ativamente dessas reformas para que elas sejam aprovadas o mais breve possível”, afirmou o parlamentar, defendendo um ajuste financeiro no país.

O debate na APPM teve como objetivo descentralizar as discussões em torno da Reforma Politica, abrindo espaço para participação dos municípios e da sociedade civil. Na ocasião participaram do debate a representantes de diversos segmentos como Ordem dos Advogados-Piaui (OAB/PI), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Assembleia Legislativa e  outras entidades.

O deputado Júlio César se posicionou favorável a coincidência dos mandatos dos politicos. Ele alega que eleições de dois em dois anos é muito oneroso para o país e para a população. “Sabemos dos custos de uma eleição para o nosso país. É um processo muito caro. E pela crise que o Brasil enfrenta, devemos refletir bem sobre alguns pontos desta reforma”, destacou o deputado, falando sobre a reforma política aos prefeitos.

Durante seu discurso Júlio César disse ainda que, além de da reforma política, é necessário que os prefeitos e a sociedade atentem para outras questões importantes como a reforma da previdência, e a reforma tributária. Para ele, o ideal é que o Governo Federal se reorganize na área financeira para otimizar as suas arrecadações e diminuir os encargos para os municípios.

“Temos que modernizar não só o sistema eleitoral, mas todo o modelo de arrecadações”, finalizou o deputado dizendo que os municipios precisam buscar alternativas para aumentar a arrecadação própria.